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OS TRATAMENTOS SUGERIDOS NÃO DISPENSAM A INTERVENÇÃO DE TERAPEUTA OU MÉDICO ASSISTENTE.

ARTE

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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

A JUSTIÇA


Passei quase uma vida a julgar homens, pela sua lei.
E a cada julgamento, em cada punição, lembrava o texto evangélico da “mulher adúltera”, angustiando-me.

“Jesus foi para o monte das Oliveiras. De madrugada, apareceu outra vez no templo, e todo o povo ia ter com Ele. Sentou-Se, então e pôs-se a instruí-los.
Entretanto, os escribas e os fariseus trouxeram-lhe uma mulher, apanhada em adultério e, depois de a colocarem no meio, disseram-Lhe:
«Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério. Ora Moisés, na Lei, mandou-nos apedrejar tais mulheres. E tu que dizes?»
Jesus, inclinando-Se, pôs-Se a escrever no chão com o dedo. Como persistissem em interrogá-lo, ergueu-Se e disse-lhes:
«Quem de vós estiver sem pecado, seja o primeiro a lançar-lhe uma pedra!». E inclinando-Se novamente, recomeçou a escrever no chão.
Eles, porém, quando isto ouviram, foram saindo um a um, a começar pelos mais velhos, e ficou só Jesus com a mulher, que continuava ali no meio. Jesus ergue-Se e disse-Lhe:
«Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?»
Ela respondeu:
«Ninguém, Senhor».
«Nem Eu te condeno. Vai e doravante não tornes a pecar».

Jo 8, 1-11

Somos todos potenciais “perversos polimorfos”.
Freud

A diferença entre nós e os criminosos está mais no que fazemos do que no que somos. Sob algumas circunstâncias, todos os comportamentos são possíveis.
Anthony de Mello

JOSÉ MARIA ALVES

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SA´DI DE SHIRAZ




Quando criança, eu era muito piedoso, extraordinariamente fiel às minhas orações.
Uma noite, velava com o meu pai e outras pessoas, tendo na mão o Alcorão.
A maior parte dessas pessoas começaram a dormir e algumas ressonavam de modo incomodativo.
Disse então a meu pai:
- Estão todos a dormir, já ninguém reza e parecem mortos.
O meu pai respondeu:
- Meu filho, prefiro mil vezes ver-te a ti também a dormir do que ouvir-te recriminar os outros.

JOSÉ MARIA ALVES
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PREPARAÇÃO PARA A MORTE



Bassui escreveu a um dos seus discípulos
que jazia moribundo no leito:
“A essência da tua mente não é nascida,
assim nunca morrerá.
Não é uma existência,
pelo que não é perecível.
Não é um vazio,
o qual é mero vácuo.
Não tem cor nem forma.
Não desfruta prazeres,
não sofre dores.
Sei que estás muito doente.
Como bom praticante Zen
encara firmemente a doença.
Podes não saber com exactidão quem sofre,
mas pergunta a ti mesmo:
Qual é a essência desta mente?
Pensa apenas nisto,
de mais nada necessitarás.
Nada ambiciones ou desejes.
O teu findar é infinito,
é como um floco de neve
dissolvendo-se na ar puro.”

JOSÉ MARIA ALVES
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A VIDA É UM SONHO


Mestre Tokuan agonizava no leito de morte.
O dia despedia-se do Sol que descia levemente no horizonte.
Um discípulo abeirou-se e questionou-o de mansinho
quanto ao seu testamento.
- Não tenho testamento – disse.
O discípulo insistiu:
- Nada para dizer Senhor?
- A vida é apenas um sonho. – respondeu.
Nisto, expirou.

JOSÉ MARIA ALVES
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AMIZADE VERDADEIRA



Em tempos remotos, na China
viveram dois amigos.
Um era perito em tocar harpa.
O outro perito em ouvir.
Quando o músico tocava
invocando nas notas uma montanha,
o ouvinte dizia:
“Consigo ver a montanha com as suas fragas.”
Quando ao tocar invocava a água,
exclamava o ouvinte:
“Vejo o rio a correr na direcção do mar!”
O que ouvia adoeceu e morreu.
O que tocava cortou as cordas da harpa
e não mais voltou a tocar.
A partir desse momento,
cortar as cordas de uma harpa
é sinal da mais pura das amizades.

JOSÉ MARIA ALVES
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PARAÍSO E INFERNO



Um guerreiro reconhecido pela sua valentia em combate
Deslocou-se à presença de Hakuin, perguntando:
“Existe um paraíso e um inferno?
Se existem, diz-me Hakuin, onde estão?”
“Quem és tu?”, perguntou Hakuin.
“Sou Nobushige, um samurai.”
“Tu um guerreiro?!”, disse sorrindo.
“Um samurai que mais parece um miserável mendigo.
Quem será o louco que ousaria usar os teus serviços?”
O guerreiro encolerizou-se e fez menção de usar a espada.
Hakuin não se intimidou.
“Tens então uma espada.
Provavelmente é uma arma cega nas mãos de um inábil.”
O samurai não se conteve mais.
Desembainhou-a num ápice avançando para Hakuin
Gritando de raiva e com firme intenção de matar.
Antes que o pudesse fazer, Hakuin exclamou:
“Abriram-se os portais do Inferno.”
O samurai deteve-se, a expressão mudou
Inclinando-se reverencialmente à sabedoria de Hakuin.
E este disse suavemente:
“Agora abriram-se os portais do paraíso.”

JOSÉ MARIA ALVES
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SUGESTÃO OU A MÃO DO DESTINO?


Um general japonês decidiu-se a atacar o inimigo não obstante contasse este dez vezes mais soldados, bem equipados e treinados.
Um para dez, tarefa aparentemente impossível.
Os soldados estavam apreensivos e apavorados.
Enquanto deslocava as tropas para o campo de batalha parou num templo Shintó, dizendo:
- Vou entrar para orar. Quando sair arremessarei esta moeda ao ar. Se sair “cara”, venceremos. Se sair “coroa”, seremos derrotados.
Decorridos alguns minutos surgiu na frente dos homens perfilados e arremessou a moeda ao ar. Segurou-a na queda e exibiu a “cara”.
Os soldados modificaram o semblante, instalando-se a confiança e o desejo súbito de combater.
A batalha foi cruel e os homens de Nobunaga venceram pela coragem e determinação.
Quando findou, disse-lhe o seu lugar-tenente:
- Grande Nobunaga, ninguém muda a mão do destino.
- Tens razão.
E dito isto, exibiu uma moeda com duas “caras” impressas.

JOSÉ MARIA ALVES
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A NATUREZA DA COMPAIXÃO



Dois monges lavavam-se no rio
Quando um escorpião aí caiu
Prestes a afogar-se.
Um deles pegou no animal
Com intuito de o salvar,
E picado foi antes de o firmar na margem.
Passados alguns minutos
Debatia-se de novo o escorpião
Nas águas serenas.
De novo o retirou
E de novo o bicho o picou.
O outro monge, sem querer acreditar
Em tanto descuido, disse:
- Não enxergas tu que é da sua natureza
Agir com fúria, agredindo sem motivo?
Não cuidas que te pode ser letal?
Porquê essa insistência?
- Se a sua natureza o conduz à agressão,
A minha é de agir com compaixão.

JOSÉ MARIA ALVES
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UM DEDO APONTANDO O CAMINHO


Quando curiosamente te perguntarem
Buscando saber o que é Aquilo,
Não deves afirmar ou negar nada,
Pois, o que quer que seja afirmado não é a verdade,
E o que quer que seja negado não é verdadeiro.
Como é que alguém poderá dizer com certeza o que Aquilo possa ser
Enquanto por si mesmo não tiver compreendido plenamente o que É?
E, após tê-lo compreendido,
Que palavra deve ser enviada
De uma região onde a carruagem da palavra
Não encontra um trilho por onde possa seguir?
Portanto, aos seus questionamentos
Oferece-lhes apenas o silêncio:

Silêncio e um dedo apontando o caminho.


Poema Zen

AS BEM-AVENTURANÇAS



Ao ver a multidão, Jesus subiu a um monte, e, depois de se ter sentado, aproximaram-se d´Ele os discípulos.
Tomando, então, a palavra, começou a ensiná-los dizendo:
Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos céus.
Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados.
Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra.
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus.
Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.
Bem-aventurados os que sofrem perseguição, por causa da justiça, porque deles é o reino dos Céus.
Bem-aventurados sereis, quando vos insultarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o género de calúnias contra vós, por Minha causa.
Exultai e alegrai-vos, porque grande será a vossa recompensa nos Céus; porque também assim perseguiram os profetas que vos precederam.

Mt. 5, 1-12

O SATORI



Um monge questionou Joshu?
“Mestre, o que é o satori?*
Como é que o posso atingir?”
Disse Joshu:
“Quando tiver fome coma,
Quando tiver sede beba
E quando estiver cansado repouse.”

* O satori é a iluminação súbita. Componente absolutamente essencial na prática Zen, que surge quando o iniciado abandona todas as suas inquietações físicas, mentais e espirituais; quando está preparado e percepciona a realidade tal como ela é e não de modo condicionado pelas suas experiências ou motivações inconscientes.



JOSÉ MARIA ALVES
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A PECADORA ABENÇOADA



Houve em tempos
Uma mulher depravada, impúdica,
De alma manchada,
Pecadora aos olhos dos homens.
Passava junto de um poço
Quando um cachorro escanzelado
Denotava sede mortal.
Olhou-o e quedou-se
Esquecendo os seus afazeres,
Que mais eram prazeres.
Com afeição e brandura
Colheu água
Que lhe deu a beber,
Sustendo-lhe o sofrer.
Alá louvou-a na Terra e nos Céus
Derramando na pecaminosa sua benção.
Na noite da minha ascensão,
Eu vi aquela mulher
Bela e luminosa
Plena de amor e compaixão
Residindo no paraíso.

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O MESTRE ZEN, O LADRÃO E A LUA



Um Mestre Zen vivia em pequena cabana
Simples e humildemente no sopé da montanha.
Em noite de lua cheia entrou um ladrão
Apenas para constatar que nada havia para furtar.
O Mestre que se ausentara para colher lenha
Surpreendeu-o com ar desolado, e disse:
“Fizeste provavelmente longa viagem.
Não quero que voltes de mãos vazias.
Leva como dádiva as minhas únicas roupas.”
O ladrão ficou perplexo,
Saindo como havia entrado.
O Mestre sentou-se nu, olhando a Lua.
“Pobre desgraçado”, pensou,
“Gostaria de lhe ter dado esta Lua.”

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QUEM SOU EU?



Nasrudin foi a Bagdá.
Uma multidão imensa atropelava-se.
Procurou uma pensão, deitou-se
E confidenciou ao companheiro de quarto:
“No meio de tanta gente
Como me poderei encontrar
Quando acordar?”
“Ponha este balão na perna.
Quando acordar o homem do balão será você”,
Respondeu o brincalhão.
Adormeceu e quando acordou
Viu o balão na perna do vizinho.
Acordou-o e disse:
“Ei, esse aí sou eu!
Mas se esse aí sou eu,
Se você sou eu,
Por Alá,
Então quem sou eu?”

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A LEI DOS HOMENS E A LEI DE DEUS



Uns garotos começaram a lutar
Por um saco de nozes
Que haviam encontrado.
Nasrudin foi chamado para decidir.
“Que lei querem vocês
Que use na repartição das nozes?
A dos homens ou a de Deus?”
“A de Deus”, disseram todos.
Nasrudin ia dividindo:
Uma a um, a outro três, a outro seis
E nada para os restantes.
Os que não receberam
De imediato reclamaram:
“Que lei é essa que usaste?
Que injustiça é esta?”
“Meus filhos, apliquei a lei de Deus:
A uns pouco, a outros muito e a outros nada.
Se escolhessem a lei dos homens
Seria diferente.”

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NASRUDIN E A OFERENDA


Nasrudin colheu abóboras na horta
Para as oferecer ao rei.
Um amigo, de brincadeira,
Disse para levar antes figos,
Sabendo que o rei nem ver os podia.
Assim o fez o Mullá.
Junto de sua Alteza
Entregou-lhe o presente.
Este vermelho de raiva,
Um a um lhos atirou à cabeça.
A cada arremesso
Nasrudin levantava as mãos ao céu,
Dizendo:
“Abençoado Alá, obrigado.”
O rei intrigado perguntou:
“Que agradeces tu, tolo?”
“Ó Senhor, agradeço ter trazido figos
E não abóboras.”

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NASRUDIN MÍSTICO


Um sábio devoto viajou para ouvir Nasrudin.
A sua fama de místico atraiu-o.
Nasrudin estava sentado ao lume
Soprando nas mãos em forma de concha.
“Que fazes?”
“Aqueço as mãos com o meu hálito.”
Passado algum tempo
A mulher do Mullá
Serviu dois pratos de sopa.
Nasrudin soprava na sopa.
“Aprenderei algo”, pensava a visita.
“Que fazes agora?”
“Arrefeço a sopa com o meu hálito.”
Partiu de imediato.
O homem afinal não era místico
Nem mestre nenhum.

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NASRUDIN E AS PROMESSAS



O navio estava prestes a afundar.
O Mullá passara a viagem com advertências
E todos se haviam rido nas sua cara.
Agora, de joelhos, suplicavam pela salvação,
Faziam promessas absurdas,
De vultuosas quantias,
De dificultosas acções.
“Chega irmãos”, disse Nasrudin,
“Não se envolvam em tais compromissos,
como toda a vossa vida têm feito.
Vejo terra segura.”

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NASRUDIN E O SEGREDO DA ILUMINAÇÃO



Um discípulo não parava de fazer perguntas.
Nasrudin ia respondendo como podia.
O jovem homem insistia:
“Mullá, quero progredir rapidamente no caminho
Diga-me algo, um segredo
Que me faça despertar.”
“No momento certo”, respondeu Nasrudin.
Passados meses, volveu:
“Conte-me o segredo.”
“Certo.
Qual é a sua primeira obrigação?”
“Seguir o seu exemplo, Mestre.”
“Sabe então guardar um segredo?”
“Sim Mestre.
Não o transmitiria a ninguém.”
“Então, veja como eu consigo guardar um segredo
Tão bem quanto você é capaz de o fazer”, rematou.

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NASRUDIN E A HUMILDADE



O rei enviou uma delegação pelo país
Para que se encontrasse homem recto e modesto
Com o fim de ser nomeado juiz.
Encontraram Nasrudin, que soubera da embaixada
Com uma rede de pesca enrolada nos ombros.
Um dos da comitiva perguntou:
“Porque usas essa rede?”
“Para que nunca esqueça humilde origem.
Meu avô foi pescador,
Meu pai pescador foi
E eu também o fui.”
Foi de imediato nomeado magistrado
E deslocado para a corte.
Certo dia, um dos que o escolhera
Encontrou-o sem rede.
“Que fizeste da rede de pescador?
Porque não a envergas?”
“Preciso dela
Eu que já apanhei o peixe?!”, disse o Mullá.

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NASRUDIN AFUGENTA TIGRES


Nasrudin atarefado
Espalhava migalhas em torno da casa.
“O que é que estás a fazer?”, perguntou um vizinho.
“Fazendo os tigres fugir.”
“Mas aqui não há tigres!”
“Então funciona, não?”

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NASRUDIN E O REI



O rei andava à caça
Quando quis almoçar.
Por perto, apenas a casa de chá
Do afamado Nasrudin.
Pediu uma omeleta.
Logo que terminou disse:
“Mullá, temos de voltar à caça.
Traga a conta.”
“Mil moedas de ouro, Majestade.”
“Por Alá, Nasrudin,
Há falta de ovos nesta região?”
“Não Excelência, não será bem assim.
O que falta é visita de rei.”

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NASRUDIN NA SAUNA



Alguns jovens
Prepararam uma tramóia ao Mullá.
Estando na sauna
E chegando Nasrudin disseram:
“Imaginemos que somos galinhas.
Quem não puser um ovo
Paga de todos a despesa.”
O Mullá concordou.
Os jovens começaram a cacarejar
E um após outro
Iam retirando do traseiro
Um ovo atrás escondido.
“Mostra-nos o teu, Nasrudin.”
“Com tanta galinha
Haverá certamente um galo.
Não será assim?”

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A PREGAÇÃO DE NASRUDIN



Nasrudin viajou para um país
Onde abundavam cretinos e idiotas.
Aí pregava:
“Tomai atenção:
Detestai o pecado
E todo o mal.
Pedi a Deus perdão.”
Meses a fio o ia repetindo
Até que um santo dia
Se espantou com a atitude de alguns
Que permaneciam imóveis,
De braços cruzados.
“Que fazeis?”, perguntou.
“Já decidimos o que faremos
Com o pecado de que tanto falas.”
“Renunciais ao pecado e à maldade,
Decidistes afastar-vos do mal?”
“Não, decidimos afastar-nos de ti.”

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NASRUDIN E O ASNO CARREGADO DE SAL



Nasrudin transportava para o mercado
Um asno carregado de sal.
Ao atravessar um rio
Dissolveu-se o sal
E aliviado do peso
Jubilava o sendeiro.
Decorrido algum tempo
Carregou-o de lã
E voltou a atravessar o rio.
A lã encharcada
Derreava o animal
Que cambaleante se arrastava.
“Muito bem”, disse o Mullá,
“Pensavas que sairias sempre vencendo?”

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DISTINGUIR A ESQUERDA DA DIREITA


Nasrudin conversava animadamente
Enquanto o sol se escondia no horizonte.
Escurecia progressivamente.
Um amigo pediu:
“Acenda a vela Nasrudin.
Está a ficar noite cerrada.”
“Qual vela?”, questionou o Mullá.
“Essa, que está à sua esquerda.”
“Ora, seu cretino,
Como distingo na escuridão
A esquerda da direita?”

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NASRUDIN E O ATALHO



Nasrudin caminhava na estrada
Que o conduzia à aldeia.
O sol de Primavera acolhia-o.
Decidiu tomar atalho pela floresta
Para ver as flores
E ouvir o canto dos pássaros.
Nisto, pouco acautelado
Caiu num buraco
E aí se quedou em profunda reflexão.
“Por Alá,
Se num dia tão belo
Em local tão maravilhoso
Desgraça destas me acontece
O que não me poderia acontecer
Naquela estrada poeirenta e suja?”

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EXPERIÊNCIA, TEORIA E ACASO


Um cientista e um filósofo lógico
Discutiam com Nasrudin.
“A experiência e os meus olhos
São a premissa necessária
Para que dê algo por existente.
Para que afirme a realidade”, dizia o cientista.
“A teoria é a minha premissa.
Nada experimento
Que antes não teorize”, disse o filósofo.
O Mullá de joelhos
Começou a verter iogurte no lago
Mexendo-o com um galho.
“Que faz?”, perguntaram.
“Iogurte.”
“Asneira, iogurte não é assim feito.”
“Talvez não, talvez sim.
Mas supondo que sim...”, respondeu Nasrudin.

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NASRUDIN E O CASTIGO


O Mullá enviou um garoto à fonte.
“Vá e não parta o pote.”
Nisto deu-lhe uma varada
Que o fez saltar
E bramir de dor.
“Mullá, isso não se faz.
Não se bate em quem mal ainda não fez.”
“Deixe de ser asno.
De que serve castigá-lo
Depois do mal feito?!
Que adianto
Sem água e sem vasilha?
Eu sem bilha
E tu com bordoada
É mal de dois,
Assim que seja apenas de um.”

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NASRUDIN E O EMPRÉSTIMO


Alguém pediu a Nasrudin
Que lhe emprestasse uma corda.
“Estou a utilizá-la”, disse o Mullá.
“Como assim,
Se a vejo no chão?”
“É esse o seu uso.”
“Por Alá, quanto tempo em tal uso, Nasrudin?”
“Até ao dia,
Em que me disponha a emprestá-la.”

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NASRUDIN E A CULPA



Nasrudin e sua mulher voltaram a casa
Encontrando a porta escancarada
E a habitação violada e assaltada.
“A culpa assiste-lhe”, disse a mulher,
“Devia ter verificado a porta antes de sair.”

“E também as janelas.”
“Não verificou as trancas.”
“Não se preveniu quando saiu.”
Disseram os vizinhos.

“A culpa é sua”, disse a mulher,
Disseram todos.

“Esperem”, alegou Nasrudin,
“Uma coisa assim...
Serei por acaso o único culpado?
Serei eu o vilão?”
“E de quem queres que seja a culpa?”, perguntaram.
“Que tal culpar os ladrões?”

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NASRUDIN E O ALCOÓLICO


Um alcoólico cambaleava.
Passo cá e passo lá,
Queda aqui e queda ali.
Nasrudin auxiliou-o,
Mas o homem segredou algo ao Mullá,
Que de imediato se afastou.
Um passante perguntou:
“Desistiu?
Porque o abandonou
E não ajuda?”
“Diz que não precisa.
Tudo lhe gira e rodopia.
Quando a sua casa por ele passar
Para dentro dela irá pular.
Como vê, poupa esforço,
Não precisa de caminhar.”

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NASRUDIN E O DESEJO


Houve festa em casa de Nasrudin.
A mulher fizera um doce fabuloso.
Restaram apenas duas pequenas fatias
Que guardaram para o dia seguinte.
À noite, não conseguindo dormir,
Acordou a mulher:
“Ergue-te.
Temos algo de urgente para fazer.”
“Por amor de Alá, Nasrudin.
Caio de sono e cansaço.”
“Vem”, volveu o Mullá,
“Vamos comer o doce hoje.
Melhor é que esteja no estômago
Do que na cabeça,
Não me deixando repousar.”

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O VALOR DAS COISAS



Nasrudin aconselhava sempre:
“Não dêem a ninguém
A seu pedido,
Nada de mão beijada.
Aguardem pelo menos
Que um dia seja passado.”
“Porquê”, alguém perguntou.
“Só damos valor às coisas
Quando desconhecemos
Se as iremos conseguir ou não.”

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UMA VIAGEM MARAVILHOSA





Nasrudin tinha um amigo
Que caiu de um prédio alto.
Sonhou estar no céu onde o encontrou.
Perguntou-lhe:
“Como foi amigo?”
“O impacto foi horrível,
Mas a viagem,
Essa foi demais...”

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MENTIRA OU VERDADE?!


Nasrudin passeava.
Garotos atiravam-lhe pedras, escarnecendo-o.
“Não façam isso, parem.
Vou-lhes contar coisa que vos interessa.”
“Tudo bem Mullá.
Mas não se ponha com histórias e filosofias.”
“Não. O Emir oferece hoje um banquete para todos.”
Os miúdos correram para o palácio.
Nasrudin coçou a cabeça
E começou a imaginar magnífica e lauta refeição.
Levantou o manto ligeiramente,
Correndo atrás deles.
“Será melhor ir para ver.
Bem pode ser verdade.”

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NASRUDIN E O CORTE DE CABELO


Alguém disse ao Mullá:
“Vou à cidade. Precisa de algo?”
“Preciso.”
“De quê, Nasrudin?”
“De um corte de cabelo.”

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NASRUDIN MESTRE NADADOR


Numa tabuleta de sua casa, podia ler-se:

MULLÁ NASRUDIN – MESTRE NADADOR
SALVAMENTOS – NATAÇÃO EM TODOS OS ESTILOS – ÁGUA DOCE – ÁGUA SALGADA

Um interessado foi visitá-lo.
“Mestre, quero aperfeiçoar-me,
Ser um bom nadador.
É verdade que faço mergulho,
Nado em todas as águas,
Mas falta-me perfeição.”
Nasrudin expôs o seu método:
“Um primeiro estágio custa 20 moedas.
Um segundo com custo de 10
E o último de apenas 5.”
“Certo, estou satisfeito”, respondeu o candidato,
“Voltarei para o último.
É o que me convém,”

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NASRUDIN E O DESAPARECIMENTO DO SEU BURRO



Alguém chegou esbaforido:
“Nasrudin, seu burrico desapareceu.”
“Graças a Alá que eu não estava em cima dele
Senão teria desaparecido também.”

JOSÉ MARIA ALVES
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NASRUDIN E AS APARÊNCIAS


Um iraniano iletrado
Pediu ao Mullá que lhe lesse uma carta.
Nasrudin olhou-a
E de imediato a rejeitou.
“Pede a outro que o faça,
Não sei persa.”
O iraniano insistiu
E Nasrudin confirmou:
“Não sei persa.”
“Como é possível?!
Com tal manto e tal turbante
Poderá o senhor ser um verdadeiro ignorante?!
Não conseguir ler uma simples carta?”
Nasrudin risonho
Tirou turbante e manto,
Entregou-os ao iraniano.
“Então sendeiro, leia-a você mesmo.”

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NASRUDIN NO MÉDICO


Nasrudin aguardava com paciência
Na sala de espera do médico.
Ia repetindo:
“Espero estar muito doente...
Espero estar muito doente.”
Os outros pacientes já inquietos
Olhavam-no intrigados.
Nisto, surgiu o clínico.
Nasrudin retornou:
“Espero estar muito doente.”
O médico não se conteve:
“Porquê, qual o seu prazer nisso?”
“Doutor, seria detestável
Que alguém que tão mal se sinta
De nada padeça.”

JOSÉ MARIA ALVES
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VER NO ESCURO



“Eu vejo no escuro
Como os pássaros da noite”,
Elogiava-se Nasrudin.

“Se assim é, como afirmas,
Porque é que pelas ruas
Por vezes te vejo
Transportando lamparina?”
“Tento evitar
Que outros em mim esbarrem.”

JOSÉ MARIA ALVES
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NASRUDIN E A FELICIDADE


Nasrudin, na praça do mercado
Dirigiu-se à multidão:
“Povo deste lugar.
Minha boa gente
Que sempre trago no coração.
Quereis conhecimento sem dificuldade?
Verdade sem réstia de falsidade?
Realização sem esforço?
Progresso sem sacrifício?

O número de pessoas era cada vez maior
E todos bradavam
Do mais velho ao mais moço:
“Queremos, queremos!”

No meio de todo o entusiasmo,
De toda aquela gente,
Disse o Mullá:
“Excelente.
Apenas o queria saber para bem entender.
Confiem em mim
Como em vossos pais confiastes e confiais.
Porfiai que tudo a respeito vos contarei
Caso algum dia
Descubra algo assim.”

JOSÉ MARIA ALVES
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O SEGREDO DA PAZ


Em todas as suas acções o Sage parecia unificado com tudo o que o cercava; com os outros, com a Natureza e com o próprio Cosmos.
Os seus movimentos, nos mais pequenos detalhes eram harmónicos e elegantes. Nada em si denotava ansiedade, inquietude, tudo era Paz, ausência de conflagrações interiores.
Um jovem questionou-o:
- Diga-me, qual o segredo da sua serenidade, dessa Paz que nada parece abalar?
Respondeu o velho Sage:
- A irrestrita cooperação com o inevitável.

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A REALIDADE É O ÚNICO MESTRE



Perguntou um jovem ao Sage:
- Posso ser seu discípulo? Necessito urgentemente de orientação.
- Não – respondeu peremptoriamente. Eu sou uma parte ínfima da realidade. Volta para a tua aldeia e observa a Realidade no seu todo. Tudo te servirá de Mestre, sendo digno desse nome.

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O PALHAÇO


O Mestre não era pomposo, de maneira nenhuma.
O riso hilariante e desenfreado instalava-se sempre que falava, para consternação dos que levavam a sério a espiritualidade, e até a si próprios.
Um visitante disse decepcionado:
- O homem é um palhaço!
- Não, não – retorquiu um discípulo -, o Senhor entendeu mal: o palhaço faz com que se ria dele. O Mestre faz com que se ria de si mesmo.

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MUDAR SEM ESFORÇO


Um jovem de uma pequena cidade do interior, levava uma vida dissoluta, frequentando bordeis, bebendo em demasia, cometendo actos ilícitos, não se interessando minimamente pelo seu futuro.
A reprovação era geral. Amigos, familiares, conhecidos, e em especial o próprio pai, não cessavam de o reprovar e recriminar. Haviam esgotado todos os argumentos, todos os modos de dissuasão.
- Muda meu filho. Não podes continuar com a irresponsabilidade que te mina e nos afronta e tanto entristece. Não te levará a lado algum. Temo pelo teu futuro. Que será de ti quando a morte me levar. Tenho a alma numa tristeza fúnebre.
Praticamente todos os dias a mesma pregação, os mesmos ralhos.
Muda... Muda... Transforma-te... Muda...
No entanto, o jovem inadvertidamente continuava a gozar das delícias do amor, da bebida, das longas noitadas, de um doce nada fazer.
O pai, completamente exasperado, percepcionando que todos os esforços resultavam infrutíferos, desistiu de lutar, dizendo:
- Sei agora que nada posso fazer por ti. Esgotei todos os meus recursos, e as forças faltam-me. Estou velho, doente, exausto, consumido pela tua própria desgraça e sem capacidade para te auxiliar. Mas és meu filho, e como tal amo-te, tanto quanto te amei, criatura indefesa e frágil no dia do teu nascimento; tanto quanto ao teu irmão, venerado e dignificado pelo seu comportamento exemplar. Se é isso que pretendes, se és feliz assim, não mudes, amo-te como és. Nunca deixarei de te amar.
Estas palavras tocaram o jovem, ficando retidas no seu inconsciente, que num curto espaço de tempo, e sem que disso tomasse consciência, mudou.

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segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

A ILUMINAÇÃO IMPACIENTE



Um discípulo abordou o seu Mestre e disse-lhe:
“Estou ansioso por compreender tudo o que ensinais para atingir a Iluminação. Quanto tempo, Mestre?”
“Talvez dez anos...”
“Tanto tempo, Mestre. Eu desejo ardentemente conhecer todos os segredos do Zen. Trabalharei redobrado, estudarei sem cessar os sutras, meditarei até ao desvanecimento. Quanto tempo demorará até que atinja os meus objectivos?”
O Mestre reflectiu um pouco, e respondeu:
“Nesse caso, talvez vinte anos sejam suficientes.”

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DOAÇÃO E GRATIDÃO



Um comerciante da vila de um Mestre, face às necessidades deste em construir uma escola, decidiu doar-lhe mil moedas.
Levou o saco até ao mosteiro e entregou-o ao Mestre, que disse:
“Certo. Aceito o teu dinheiro.”
“Mas, toma atenção, são mil moedas...”
“Já o tinhas dito.”
“Na verdade, sou um comerciante com posses acima da média, mas mil moedas são grande quantia.”
“Entendo, queres que te agradeça o teu gesto?”
“Penso que devias.”
“Enganas-te, quem dá é que deve ficar grato pela doação realizada”, respondeu o Mestre.


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A BENÇÃO QUE NENHUM DEUS PODE CONCEDER


É fundamental o acto de olhar. Olhamos para as coisas imediatas e, preocupados em satisfazer as nossas necessidades básicas, olhamos para o futuro, colorido pelo passado. Essa visão é muito limitada e nossos olhos estão acostumados a ver aquilo que se acha mais perto de nós. Nosso olhar é tão limitado pelo tempo-espaço quanto nosso cérebro. Nunca olhamos, nunca vemos além deste limite; não sabemos como olhar através e além dessas fronteiras fragmentárias. Mas, os olhos têm de ver além delas, penetrando em profundidade e amplitude, sem discriminar, sem objectivar, sem fazer concessões; devem superar os limites das ideias e valores criados pelo homem e ser capazes, inclusivamente de transcender o próprio amor.
Haverá então uma benção que nenhum deus pode conceder.

Krishnamurti

A LEI DO KARMA


No alto de um minarete, um sacerdote muçulmano chamava o povo para a oração.
Tal era o vigor e entusiasmo com que o fazia, deslumbrado com as suas próprias palavras, que se desequilibra caindo bem em cima de um sufi que por mero acaso ali passava.
O sufi teve de ser submetido a rigoroso tratamento no hospital da cidade, prevendo os médicos uma convalescença prolongada.
Os seus discípulos foram visitá-lo, e um deles, com carinho e reverência, questionou-o:
“Mestre, habituámo-nos a ver-te tirar benefício de tudo o que na vida te tem acontecido. Diz-nos então, a que conclusão chegais?”
“Bom”, respondeu o sufi com a calma e paciência que lhe eram peculiares, “por via deste facto podeis ter a certeza de que a lei do karma é de todo errónea e enganadora. Segundo essa lei, a causa produz o efeito, quem semeia colhe o que semeou. Não obstante, foi o sacerdote quem semeou e fui eu quem o colheu.”

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MARPA, MESTRE DE MILAREPA E A ILUMINAÇÃO


Marpa, que veio a ser Mestre de Milarepa, buscava incessantemente a iluminação.
Quando percorria um trilho de montanha, cruzou-se com um idoso curvado sob pesado braçado de lenha. Naquele momento intuiu, que aquele homem simples, tinha resposta para as suas mais profundas inquietações e, possivelmente quanto ao caminho correcto na direcção da libertação, pelo que o questionou:
“Diz-me Mestre, o que é a iluminação, como poderei atingir o despertar, o estado de liberto-vivo?”
O ancião estancou subitamente, olhou para Marpa com os seus olhos cansados e sem dizer uma única palavra atirou o fardo para o chão.
Marpa, disse:
“Acho que compreendi, finalmente compreendi o que é a iluminação. Mas, depois desta, o que é que há?”
Como resposta, o velho colocou o braçado de lenha às costas e continuou o seu caminho.

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O LUTO



Tseu-Yeu disse:
“O ardor do luto deve chegar à dor e não mais.”

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BUDA E A MULHER APAIXONADA



Uma mulher de costumes fáceis, apaixonou-se por Buda.
Certo dia, encontrou-o a meditar junto ao rio. Não conseguindo conter o seu ímpeto, despiu-se exibindo um corpo esplêndido, capaz de despertar desejos e arrebatadora paixão carnal em qualquer homem.
O Senhor Buda, perguntou:
“Desejas-me, mulher?”
“Desejo-te mais do que tudo, desejo-te ardentemente”, respondeu a mulher.
Buda, pegou-a ao colo e de imediato atirou-a para as águas geladas do rio. De tal modo, a excitação sexual da jovem extingui-se de imediato.
Quando esta saiu das águas, o Senhor Buda envolveu-a nas suas vestes, beijou-a compassivamente na testa e disse:
“Bem, agora vamos meditar juntos.”

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NASRUDIN E A INTERPRETAÇÃO LITERAL


A mulher de Nasrudin incumbiu-o de ir ao mercado do vilarejo comprar uma dúzia de alfinetes.
Nasrudin, reflectiu um pouco e dirigiu-se à estrebaria, albardou o burro e partiu. Já no mercado, adquiriu os alfinetes e espetou-os um a um na albarda.

Chegado a casa, disse-lhe a esposa em tom de reprovação:
“Enlouqueceste, homem?! Levas um burro para carregar doze alfinetes? Para que servem as tuas vestes? Poderias muito simplesmente transportá-los nelas.”
Passados dias, um novo pedido da esposa:
“Nasrudin, não temos lenha. Vai comprar um braçado para o lume.”
Nasrudin partiu, desta vez sem burro, e retornou com as achas de lenha cozidas nas suas vestes, que, em consequência do peso suportado se desfaziam em rasgões sucessivos.
Ao contemplar o estado andrajoso do marido, bradou:
“O que é que se passa contigo? Perdeste o juízo? Vê em que estado estão as tuas vestes. Como é possível?”
Nasrudin, respondeu:
“Não foste tu, mulher, que afirmaste servirem as minhas vestes para carregarem as compras? Limitei-me a seguir o teu conselho.”

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O MEDO DA MORTE


“Mestre, procuro concentrar-me no agora, libertar o meu espírito de todos os medos, principalmente do medo dos medos, do medo da morte. No entanto, a minha mente vagueia como um milhafre planando ao vento, e arrasta-me sempre para a angústia da extinção, do não-ser.”
Mestre Mazu, ficou impávido por alguns minutos, parecendo reflectir. Por fim, disse:
“Basta que não tenhas um só pensamento, e livrar-te-ás da raiz do nascimento e da morte.”

JOSÉ MARIA ALVES
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REENCARNAÇÃO E SUPLÍCIO



Um místico deslocava-se para uma montanha onde se iria encontrar com Deus.
No caminho encontrou um meditante, um santo homem, que recitava o Ram mantra. Interrompendo-o, disse-lhe:
“Vou visitar o meu Deus. Tens algo que lhe queiras dizer ou perguntar?”
“Pergunta-lhe, por favor, o número de vezes que terei de reencarnar até atingir a libertação. Já vivi três vidas.”
Adiante, no caminho, encontrou um iogue, que em êxtase dançava. Disse-lhe:
“Vou visitar o meu Deus. Tens algo que lhe queiras dizer ou perguntar?”
O iogue continuou a dançar extasiado e nada respondeu. Então, o místico, propôs-lhe a mesma pergunta que o primeiro homem santo havia formulado. O iogue, sem responder, sorriu, o que lhe deu indicações claras quanto ao seu assentimento.
Quando regressou do encontro com a divindade, encontrou o iogue que dançava. Disse-lhe:
“O Senhor meu Deus disse-me que te restam tantas vidas, quantas as folhas da árvore que tens do teu lado direito.”
“Maravilhoso, fantástico. Basta pensar em todas as árvores que existem neste bosque, nas que existem em todo o planeta, para verificar quão grande é a minha sorte, a benção que me está destinada.”
Dias após, o místico encontrou o meditante, que ansioso se aproximou.
O místico, disse:
“O Senhor meu Deus fez-me constar que te restam três vidas antes que possas alcançar a libertação.”
O meditante do Ram mantra, disse desanimado, exprimindo profunda frustração:
“Será que este sufoco nunca mais vai terminar?”
JOSÉ MARIA ALVES

VERATRUM VIRIDE - HOMEOPATIA



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VALERIANA - HOMEOPATIA



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THERIDION - HOMEOPATIA



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TEREBINTHINIAE OLEUM - HOMEOPATIA



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TARENTULA HISPANA - HOMEOPATIA



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TABACUM - HOMEOPATIA



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SULPHURICUM ACIDUM - HOMEOPATIA



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STRONTIUM CARBONICUM - HOMEOPATIA



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STRAMONIUM - HOMEOPATIA



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STANNUM METALLICUM - HOMEOPATIA



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SPONGIA OFFICINALIS - HOMEOPATIA



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SPIGELIA - HOMEOPATIA



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SENEGA - HOMEOPATIA



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SELENIUM - HOMEOPATIA



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SECALE CORNUTUM - HOMEOPATIA



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SCUTELLARIA LATERIFOLIA - HOMEOPATIA



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SARZAPARRILLA - HOMEOPATIA



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SANICULA - HOMEOPATIA



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SABINA - HOMEOPATIA



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SABADILLA OFFICINALIS - HOMEOPATIA



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RUTA GRAVEOLANS - HOMEOPATIA



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ROBINIA - HOMEOPATIA



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RHODODENDRON - HOMEOPATIA



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RHEUM - HOMEOPATIA



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PYROGENIUM - HOMEOPATIA



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PRUNUS SPINOSA - HOMEOPATIA



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PODOPHYLLUM - HOMEOPATIA



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PICRICUM ACIDUM - HOMEOPATIA



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quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

PHYTOLACCA - HOMEOPATIA



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PARIS QUADRIFOLIA - HOMEOPATIA



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PALLADIUM METALLICUM - HOMEOPATIA



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ORIGANUM - HOMEOPATIA



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OLEANDER - HOMEOPATIA



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NUX MOSCHATA - HOMEOPATIA



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NATRUM ARSENICOSUM - HOMEOPATIA



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NAJA TRIPUDIANS - HOMEOPATIA



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MURIATICUM ACIDUM - HOMEOPATIA



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MOSCHUS - HOMEOPATIA



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MILLEFOLIUM - HOMEOPATIA



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MANCINELLA - HOMEOPATIA



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MAGNESIA PHOSPHORICA - HOMEOPATIA



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MAGNESIA MURIATICA - HOMEOPATIA



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LYSSINUM - HOMEOPATIA



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LILIUM TIGRINUM - HOMEOPATIA



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LEDUM PALUSTRE - HOMEOPATIA



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LAUROCERASUS - HOMEOPATIA



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LAC CANINUM - HOMEOPATIA



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KREOSOTUM - HOMEOPATIA



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KALIUM SULPHURICUM - HOMEOPATIA



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KALIUM PHOSPHORICUM - HOMEOPATIA



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KALIUM IODATUM - HOMEOPATIA



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KALIUM BROMATUM - HOMEOPATIA



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KALIUM ARSENICOSUM - HOMEOPATIA



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HYPERICUM - HOMEOPATIA



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HYDROCYANICUM ACIDUM - HOMEOPATIA



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HYDRASTYS CANADENSIS - HOMEOPATIA



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HELONIAS DIOICA - HOMEOPATIA



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HELLEBORUS NIGER - HOMEOPATIA



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GUAJACUM OFFICINALE - HOMEOPATIA



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GLONOINUM - HOMEOPATIA



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FLUORICUM ACIDUM - HOMEOPATIA



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FERRUM PHOSPHORICUM - HOMEOPATIA



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EUPHORBIUM OFFICINARUM - HOMEOPATIA



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EUPATORIUM PERFOLIATUM - HOMEOPATIA



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ELATERIUM - HOMEOPATIA



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