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segunda-feira, 30 de maio de 2011

S. BOAVENTURA



Da ordem franciscana, nasceu em 1221 e faleceu em 1274. Foi um místico. Foi influenciado por Santo Anselmo, tendo feito “renascer” o argumento ontológico demonstrativo da existência de Deus.

Num regresso a Santo Agostinho, não tem por Aristóteles a admiração de muitos outros filósofos desta época, que o consideravam o filósofo por excelência ou o detentor da verdade possível.

Para S. Boaventura, a fé é superior à ciência. Pela fé atinge-se a verdade, enquanto que a ciência se limita a aniquilar a dúvida.

A alma que se conhece a si mesma, conhece Deus, sem que haja auxílio ou intervenção dos sentidos.

Deus é a origem de tudo, realizando a criação a partir do nada.
O mundo foi criado e como tal não é eterno – não pode ser eterno o que é, depois de não ter sido.
Se o mundo fosse eterno, as almas humanas seriam infinitas, o que repugna à razão.

A alma, criação de Deus, entidade que anima o corpo – doutrina platónica –, é substância espiritual distinta deste, e como tal não está sujeita à corrupção e é imortal, tendo por fim último alcançar a beatitude no seio do Ser supremo.

O êxtase é a união do homem com o seu criador, estado em que participa da sua essência.


Estudo temático. Para um maior desenvolvimento e conhecimento de outros filósofos sobre os temas versados, ver no site »
www.homeoesp.org »
Menu » Livros online » Deus, Alma e Morte na História do Pensamento Ocidental.


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