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OS TRATAMENTOS SUGERIDOS NÃO DISPENSAM A INTERVENÇÃO DE TERAPEUTA OU MÉDICO ASSISTENTE.

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quarta-feira, 1 de junho de 2011

E. COLI (ESCHERICHIA COLI) 0104:H4 – PREVENÇÃO E TRATAMENTO HOMEOPÁTICO










A E. coli é uma bactéria gram-negativa, que em conjunto com o Staphylococcus aureus será das mais antigas que habitam o homem, descoberta em 1885 por Theodor Escherich.

Encontra-se nomeadamente, nas fezes de gado, leite estragado e água impura, sendo a variante 0104:H4, a causa de muitas doenças causadas pela ingestão de alimentos inapropriados. Similar a esta variante, é a 0157:H7 - sintomatologia.
Este tipo de contaminação ocorre quando o ser humano come carne crua ou mal passada, vegetais e frutas não cozinhados, leite não pasteurizado e bebe água contaminada.
Será desnecessário enunciar as medidas de higiene tão recomendadas e já sabidas.

Defende-se que em determinados casos activa o sistema imunitário de forma anormal, podendo conduzir ao choque séptico e morte perante uma septicémia declarada.
No indivíduo, a quantidade existente no seu intestino é controlada pelo seu sistema imunitário, que a averigua e reconhece. Mas, quando é propagada do exterior, em estirpe diferente, os linfócitos não a reconhecem e o sistema imunitário é gravemente afectado nas suas funções.


SINTOMAS
- Diarreia, com ou sem vestígios de sangue;
- Dores de estômago;
- Flatulência,
- Infecções urinárias ou renais;
- Vómitos.


A E. coli pode causar nomeadamente:
- apendicite;
- cistite;
- colecistite;
- gastroenterite;
- peritonite;
- pielonefrite;
- meningite;
- septicémia – com a participação nalguns casos do Staphylococcus aureus.


Esta bactéria, nalgumas das suas múltiplas estirpes pode resistir à maioria dos antibióticos.
O surto infeccioso causado por esta variante extraordinariamente agressiva de E. coli, já contaminou nesta data, cerca de 1400 pessoas na Alemanha, tendo falecido 17.

O tratamento por antibióticos é motivo de grandes divergências entre os especialistas, defendendo alguns que não é eficiente e pode agravar o quadro dos pacientes.


Nesta perspectiva, o que escrevemos no artigo constante deste blogue “SUPERBACTÉRIAS E BACTÉRIAS RESISTENTES NDM-1” – que a seguir reproduzimos parcialmente (caso o pretenda ler na íntegra, USE O PESQUISADOR DO BLOGUE) -, vale com as devidas adaptações para o actual surto, e surtos idênticos, sempre como medida complementar dos tratamentos definidos ao paciente pelo seu médico alopata.

Para as eventuais complicações específicas do síndroma, ou seja, patologias associadas e sintomáticas, deverá consultar-se:

www.homeoesp.org
MENU » LIVROS ONLINE » NOVO REPERTÓRIO CLÍNICO HOMEOPÁTICO.



&&&

"SUPERBACTÉRIAS E BACTÉRIAS RESISTENTES NDM-1 - TRATAMENTO HOMEOPÁTICO



Temos conhecimento, por inúmeros estudos realizados, que a bactéria Staphylococcus aureus, vulgarmente conhecida por estafilococo dourado, é a bactéria que mais infecções causa em ambiente hospitalar, nomeadamente em Portugal e nos Estados Unidos, onde é responsável por cerca de 60% de todas as infecções.
Esta bactéria, tem a virtualidade de ganhar uma resistência quase imediata a todo o tipo de antibióticos.









(...)



Há mais de meio século que o ser humano produz antibióticos, mas esta bactéria conseguiu obter uma resistência eficaz a todos eles, excepcionando-se a vancomicina. Mas, até esta, já encontrou nalguns casos uma inesperada resistência.


Na sequência de múltiplas infecções por bactérias resistentes, facto a que nos vamos habituando e que seria de prever, dado que os mecanismos de acção dos antibióticos o indiciaram desde sempre, acresce agora a existência de uma nova bactéria, que foi diagnosticada até ao momento, em cerca de 50 pacientes britânicos e identificada pela sigla NDM-1.
Chamam-lhe a Superbactéria, mas tal denominação já era utilizada por alguns investigadores quando se referiam ao Staphylococcus aureus resistente.




(...)



Já são muitos os homens de ciência, que advertem um surto eminente, de uma desastrosa propagação a nível mundial. Timothy Walsh, professor de Microbiologia da Universidade de Cardiff, anota, que a NDM-1, pode transformar-se num imenso problema para a saúde mundial, já que a propagação das bactérias opera no espaço a uma velocidade alucinante e perturbante, bastando para tal lembrar os milhões de passageiros que diariamente se deslocam no planeta.




(...)



Esta Superbactéria produz uma enzima denominada NDM-1 – New Delhi métallo-beta-lactamase 1 – e foi identificada pela primeira vez, no ano de 2009, por Walsh, por via de um indivíduo infectado num hospital indiano.






(...)



Atente-se que as cepas bacterianas gram-negativas (como as NDM-1), não dispõem de uma gama diversificada de antibióticos de acção destrutiva e os que existem não têm eficácia absoluta quando se trata de aniquilar bactérias com o dito gene.
O gene mencionado – NDM-1 –, que pode ser encontrado em diversos tipos de bactérias, foi isolado no dito paciente, em duas bactérias: Escherichia coli e Klebsiella pneumoniae (bactérias onde parece surgir com maior frequência).




(...)



Por outro lado, este mecanismo (NDM-1) poderá passar para outras bactérias, já resistentes a antibióticos, gerando infecções impossíveis de debelar.
O próprio Walsh, refere que o tempo necessário para que consigamos tratar infecções produzidas por bactérias com o gene NDM-1, dependerá do aparecimento de novos antibióticos, que estima em cerca de dez anos.
Sem querer encarnar o “manto” de mais um profeta da desgraça, visionamos a sua propagação num mundo já assolado por tantos males.
Em breve, o nosso planeta estará minado por bactérias de impossível ou difícil tratamento.



Estamos conscientes de que a Homeopatia não possui as mesmas armas que a medicina alopática. Se esta é praticamente inoperante quando confrontada com um determinado tipo de bactéria e respectivas consequências no organismo humano, como poderá a Homeopatia curar ou aliviar o mal do enfermo? E, isto, sem prejuízo, das curas que atingimos em determinadas patologias a que a medicina hipocrática nenhuma resposta abona.

No combate com uma Superbactéria, a medicina homeopática pode exercer uma acção benéfica em duas frentes – até porque as bactérias não ganham resistência aos medicamentos homeopáticos:
- na prevenção; e,
- como terapia complementar da medicina alopática.




PREVENÇÃO

Nos indivíduos que possam estar sujeitos a contágio, nomeadamente em consequência das suas tarefas laborais, viagens para locais de risco, contacto directo ou indirecto com pacientes e produtos infectados, para além de melhorarem a eficiência do sistema imunitário, podem fazer:

PYROGENIUM 6 CH, 3 gotas 2 vezes por dia.

Se o número de casos aumentar, mas não havendo uma probabilidade de exposição ao agente patogénico como acima ficou exposto e sem que a situação se possa qualificar de alarmante, fazer:

PYROGENIUM 6 CH, 3 gotas uma vez por dia, descansando um dia da semana.

O tratamento deve ser reavaliado mensalmente.

PYROGENIUM, é uma espécie de antibiótico de largo espectro em Homeopatia. Tem uma utilização confirmada em todas as infecções graves e todas as septicemias.

A cada toma, o frasco-medicamento deve ser agitado energicamente dez vezes.




TRATAMENTO

O tratamento complementará sempre o estabelecido pelo médico assistente e não deverá ser em caso algum considerado como terapêutica principal, a menos que o acto seja praticado em zona geográfica onde inexista médico e medicação apropriada.


TRATAMENTO DE BASE

PYROGENIUM 6 CH
, 3 gotas 6 vezes por dia, ou com frequência superior, em função dos sintomas, espaçando-se gradualmente as tomas em consonância com as melhorias.
ECHINACEA 4 DH, 3 gotas de 3 a 5 vezes dia.

A cada toma, o frasco-medicamento deve ser agitado energicamente dez vezes.


Para além do tratamento de base, em conformidade com o caso clínico, terá de se apurar da necessidade de prescrever outros medicamentos.
Alguns dos medicamentos a considerar:
- ANTHRACINUM;
- ARSENICUM ALBUM;
- BAPTISIA;
- CARBOLICUM ACIDUM;
- CROTALUS HORRIDUS;
- LACHESIS;
- MERCURIUS ;
- NAJA TRIPUDANS ;
- TARENTULA CUBENSIS.
Outra hipótese, será a de preparar um ou mais complexos, que possam agir num espectro alargado de situações clínicas.



Para uma melhor compreensão ver em »

http://www.homeoesp.org/»



MENU » ARTIGOS » HOMEOPATIA e LIVROS ONLINE » REPERTÓRIO PRÁTICO DE SINTOMAS GERAIS HOMEOPÁTICOS bem como » O REFORÇO DO SISTEMA IMUNITÁRIO


JOSÉ MARIA ALVES
www.homeoesp.org






2 comentários:

Anónimo disse...

3 comentários:

Anónimo disse...

José Maria, minha urina cria espuma há muito anos. O que isso pode significar?
21 de Maio de 2011 12:41
Anónimo disse...

Pesquisei na internet, e uma das coisas que li diz sobre proteinúria. Além desse problema, poderia ser outra coisa? Albuminúria, por exemplo.
23 de Maio de 2011 19:02
Anónimo disse...

Caro José Maria, considero ainda uma terceira hipótese: esse sintoma da urina espumante poderia ser consequência de envenenamento por arsênio?

Um abraço.
25 de Maio de 2011 21:45

Anónimo disse...

Caríssimo, quarta pergunta: poderia ser consequência de mais algum outro veneno?