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ARTE

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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

JIVANMUKTA




Nascera humano
Nascera homem na casta mais elevada
Em lençóis de linho ornados por rubis esmeraldas e folhas de oiro escondidas no mais profundo dos porões das naus
Seguiu a religião de seus avós compreendendo sem entender as escrituras sagradas e em tenra idade acedeu ao Eu e ao Não-Eu
De si para si atingiu o seu próprio Si identificando-se com o Sempre-Eterno
Libertara-se Tornara-se independente
Onde estavam os dois?
Não havia dois mas Um
Quantas folhas derramaram o seu sangue no solo ferido pela ave do tempo até que o atingisse? Ninguém o sabe ou saberá Nem mesmo o Um sem tempo e medida
Muitos foram os dolorosos nascimentos muitas as agonias da morte muitos os espinhos da vida gravados na trave mestra da Casa das Histórias
Agora restava a luz do meio-dia sem sombras


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