François BoucherE seria Zeus
O Deus sedutor de todas as Rainhas da Terra
Jorrando eternamente o meu amor
Em vossas soberbas delícias
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François Boucher
Vee Speers
André de Dienes
Emmanuel Villanis - Escrava à venda
Alexandre Canabanel
Gunter Blum
Eugene-Emmannuel Amaury Duval
Richard Avedon
Igor Amelkovich
André BritoLá fora
Os grilos tacteiam
As pedras frias
Aves nocturnas
Piam ao luar
Adormecido nas nuvens
E tu
Mulher hercúlea
Dormes na minha solidão
Que sonha uma face
Um sorriso subtil
Que não tens
Um ilusório
E triste
Nada que me mata
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Bert SternDe que serve a beleza
O rumor do mais belo corpo nos mais almejados ninhos
O brilho dos espelhos iluminados
Os afidalgados amantes
Quando Tanatos
Fere Eros de morte
Picasso
Miguel Angelo - David

Ben Long
Hu Jun DiNão sei se existo
Se sou ilusão
Não sei se existes
Se neste mundo vives
Mas quando te penetro
E dessa fonte bebo a água
Na tua concha muda
Acariciada a azul e verde
A humedecer a coluna
Do meu desejo de incenso
Submerso em lençóis de linho rendados
A moldar os mais soberbos dos movimentos
Mesmo que não viva
E se é que não existo
Não te resisto
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Egon SchieleNão és uma
És múltipla como o Rio Grande que beija furiosamente o cais ferido pelo movimento eternal das aves nocturnas
Mistério infernal de quem quer que uma seja a que tantas é
Na espreguiçadeira do quotidiano renascido nos gemidos abafados por lustres em chamas
Não és uma
És tantas
E eu quero-te
Uma a uma
No frémito dos beijos molhados a maresia
No amplexo dos corpos desdobráveis em prazeres viciosos
Do júbilo da morte das tardes de névoa obscena
Quero-te
Para que possa tocar
Em cada crepúsculo veneziano
Um dorso quente e diferente
Quero-te em cada dia
Na luz sombria
Ano do Dragão Vermelho
Quero-te ainda que teu olhar
De mim esteja ausente
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William Adolphe Bouguerau



William Adolphe BouguereauTradução de Jorge Sousa Braga
Tradução de Mário Cesariny
Tradução de Rui Knopfli
Tradução de Eugénio de Andrade
Tradução de Luiz Cardim
Tradução de Luiz Cardim
Tradução de Camilo Pessanha
Tradução de Helder Moura Pereira
Tradução de Fernando Venâncio
Tradução de Renata Pallotini
Tradução de Jorge Sousa Braga
Tradução de Manuel João Magalhães
Tradução de Manuel João Magalhães
Tradução de Egito Gonçalves e August Willemsen
Tradução de Herberto Helder
Tradução de Mário Cesariny
Tradução de Herberto Helder
Tradução de Maria Helena da Rocha Pereira
Tradução de João Reis
Tradução de A. Ribeiro dos Santos
Tradução de Maria Jorge Vilar de Figueiredo
Tradução de José Domingos Morais
Tradução de Maria Jorge Vilar de Figueiredo
Tradução de A. F. Castilho
Tradução de Adalberto Alves
Tradução de Manuel João Magalhães
Tradução de Carlos de Oliveira
Tradução de Jorge de Sena
Tradução de Li Ching
Tradução de Cecília Meireles
Tradução de Herberto Helder
Tradução de Jorge Sousa Braga
Tradução de Cecília Rego Pinheiro
Tradução de Herberto Helder
Tradução de Jorge Sousa Braga
Tradução de Mário Cesariny
Tradução de Manuel Bandeira
Tradução de José Tolentino Mendonça
Tradução de Jorge Henrique Bastos
Tradução de Joaquim Guerra
Tradução de Machado de Assis
Tradução de Manuel João Ramos
Tradução de Jorge de Sena
Tradução de Herberto Helder
Tradução de Manuel Bandeira
Tradução de Filipe Jarro
Tradução de Herberto Helder
Tradução de Maria Helena da Rocha Pereira
Tradução de Herberto Helder
Tradução de Joaquim Guerra
Tradução de Jorge Sousa Braga
Tradução de João Barrento
Tradução de Zulmira Ribeiro Tavares
Tradução de Herberto Helder
Tradução de Manuel João Magalhães
Para o Bernardo
Quinta do Crestelo, Seia
Álvaro de Campos
Versão Jorge Sousa Braga
Tradução de Mário Cesariny
Tradução de Nina Guerra e Filipe Guerra
Tradução de Nina Guerra e Filipe Guerra
Tradução de Manuel João Ramos
Tradução de Helder Moura Pereira
Tradução de José Domingos Morais
Tradução de A. F. Castilho
Tradução de Jorge Sousa Braga