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sexta-feira, 27 de março de 2020

HOMEOPATIA - CORONAVÍRUS - PREVENÇÃO - ARSENICUM ALBUM E JUSTICIA ADHATODA









PREVENÇÃO PARA O CORONAVÍRUS (Covid-19) -

Existindo o RISCO DE CONTÁGIO deverá prescrever-se o medicamento homeopático de maior similitude sintomática com a epidemia, PREVENINDO o seu aparecimento no indivíduo.

Sugerimos –

ARSENICUM ALBUM, 200 CH, 3 gotas duas vezes por dia, dois dias por semana e complementarmente
JUSTITIA ADHATODA, 30 CH, 3 gotas diárias.



Para a prevenção e tratamento homeopático do Coronavírus, veja –

e






quarta-feira, 18 de março de 2020

CORONAVÍRUS - O QUE HÁ PARA ESCONDER? - O QUE HÁ PARA PROTEGER?




No passado dia 13 de Março, um canal televisivo apresentou um programa dedicado ao Coronavírus onde foi referido e entrevistado o primeiro caso de recuperação em Portugal. O Sr. Casimiro, funcionário de uma fábrica de calçado, que viajou para Milão, visitando com um colega e com o dono da dita fábrica, um salão relativo à mencionada indústria.
Neste programa, foi dado a entender que o Sr. Casimiro Sousa foi o paciente n.º 1 do foco de contágio no Norte do país. No dia seguinte, nas notícias, o mesmo canal afirmou: “Pode ter sido o 1.º em tudo, o primeiro doente e o primeiro recuperado.”
O “suspeito” foi confrontado na entrevista com a atitude dos que o acusam de ser o importador da doença para Portugal – provavelmente ofendendo-o nas redes sociais –, tendo respondido que estava de consciência tranquila e que tais acusações lhe passavam ao lado, estando principalmente preocupado com a sua família.
Não o demonstrou expressamente, mas acredito-me que esteja indignado. Indignado como eu estou, mesmo não o conhecendo. Veremos porquê.

***

O Sr. Casimiro, de 50 anos de idade, que deve obviamente ser o paciente n.º 7 da lista infra, foi internado no dia 5 de Março, no Hospital de São João do Porto, tendo a análise sido positiva.
Os primeiros casos em Itália surgiram no dia 30 de Janeiro.
É evidente que os cidadãos devem ser responsáveis e membros activos na guerra declarada ao vírus. Estamos cansados do bombardeio de comentadores nos canais de televisão, jornais e estações de rádio, de médicos e leigos, das conferências da DGS, da Ordem dos Médicos, do Governo, do Presidente da República, que parecem querer responsabilizar os cidadãos da negligência e ineptidão dos serviços e autoridades públicas.
Mas o Sr. Casimiro foi apenas trabalhar acompanhando a sua entidade patronal.
O Sr. Casimiro não foi de férias sozinho ou em família, não se foi divertir, nos múltiplos tipos de diversão que um homem sadio pode escolher. Limitou-se a cumprir as suas obrigações laborais, como tantos outros.
Estou INDIGNADO com a sua “crucificação social”.

***

Sejamos honestos. Não se encontrem gratuitamente nem se inventem bodes expiatórios para alguns comportamentos irresponsáveis e deploráveis de quem os não devia ter.

Peço-vos que cruzem diligentemente os casos que se seguem e tirem as vossas próprias conclusões ou intuam o que nos parece evidente.

Vejamos:

1. O primeiro caso confirmado em Portugal foi de um médico cardiologista que exerce funções num hospital de Penafiel.
Este senhor médico esteve de férias no Norte de Itália e terá regressado a Portugal no sábado, dia 29 de Fevereiro. 
No dia 1 de Março contactou a linha Saúde 24, alegando apresentar sintomas de febre, tosse e dor de garganta. Ao que parece, já tinha sentido estes sintomas no sábado dia 29, apesar de leves ou moderados.
Foi testado no próprio dia e o teste deu positivo e a contra-análise, realizada pelo Instituto Ricardo Jorge, confirmou a infecção por Coronavírus.
O hospital onde exerce funções comunicou que o médico não praticou quaisquer actos médicos no período que mediou entre o regresso de Itália e o internamento no Hospital de Santo António no Porto.

Foi de férias para o norte de Itália. Repita-se, FOI DE FÉRIAS.

Se foi de férias com a família, com colegas ou amigos, não sabemos. Como foi e regressou, também não. Até pode ter ido a um congresso…
Não sabemos quem infectou ou poderá ter infectado. Apenas sabemos que esteve no Norte de Itália.
Apenas sabemos, isso sim, que é um IRRESPONSÁVEL – não o Sr. Casimiro, um simples funcionário de uma fábrica de calçado –, já que conhecia perfeitamente os riscos que estava a correr numa região de Itália minada pelo vírus. É um médico especialista cuja idade pode permitir tudo, menos a ignorância da gravidade e das medidas que deviam ser tomadas na epidemia que se disseminava na Europa.

2. No domingo, dia 29, um trabalhador da construção civil, com 33 anos, de Vila Nova de Gaia, contactou a linha Saúde 24, após ter estado a trabalhar em Valência, Espanha.
Foi internado no hospital de São João do Porto e foi confirmada a presença de Coronavírus na madrugada de segunda-feira, dia 2.

3. Na terça-feira foi confirmado um caso de um operário, de 37 anos, de Alverca e que trabalha numa fábrica de arroz e milho em Coruche.
Este operário teve contactos por causa das suas funções laborais com o trabalhador da construção civil de Vila Nova de Gaia enunciado em 2.
Foi internado no hospital Curry Cabral em Lisboa.

4. Agora o caso do paciente a que darei o cognome de “MÁSCARA DE FERRO”.
Um homem de 60 anos, internado também na terça-feira, no hospital de São João, que segundo a DGS contraiu a infecção após ter tido contacto certificado com um outro caso confirmado no país.
A DGS, contrariamente ao que vinha fazendo não revelou mais detalhes sobre esta contaminação, evitando mesmo fazê-lo.
Segundo o Observador foi este um dos pacientes que, na terça-feira à tarde, dia 4, recebeu uma visita do primeiro-ministro.

A que caso confirmado estará este paciente “protegido” ligado?
Ao trabalhador da construção civil de Vila Nova de Gaia (n. 2)? Ao operário de Alverca (n. 3)? 
Intuímos que não.
Este caso “protegido” estará ligado ao 1.º caso confirmado. Será que está?

***

Intercalemos nestes nossos pacientes, um caso que no mínimo podemos considerar estranho e pouco conhecido no Continente:

AÇORES

Uma mulher, médica psiquiatra, com 35 anos, que saiu via aérea do Continente, onde reside, no dia 2 de Março com destino aos Açores e no dia 4 viajou entre as Velas (ilha de São Jorge) e a Madalena, da ilha do Pico.
Esta médica terá realizado consultas nos dias 2, 3 e 4 de Março em Unidades de Saúde da ilha de São Jorge e da  ilha do Pico, depois de ter estado em contacto nos dias 27 e 28 de Fevereiro com um caso confirmado no norte do país.
Contactou a linha de Saúde Açores – não sabemos se tinha ou não sintomas relevantes ou apenas receio de estar infectada – e foi transportada durante a tarde, pela Força Aérea, para o Hospital do Santo Espírito, da ilha Terceira. 

De acordo com a informação que foi disponibilizada, na segunda-feira (dia 2) a médica realizou os seguintes voos:
- Voo TAP Porto/Lisboa TP 1933 (07H00) tendo viajado no lugar 26 B;
- Voo TAP Lisboa/Terceira TP 1823 (09H30) tendo viajado no lugar inicial 37 B, trocando depois para o 37 C;
- Voo SATA Terceira/São Jorge SP 612 (11H50) tendo viajado num lugar de janela, do lado direito, junto à asa.
Na quarta-feira, viajou durante a manhã, no Barco Mestre Jaime Feijó entre as Velas e a Madalena, no piso 1, ao lado do bar esquerdo, 4.ª ou 5.ª fila a contar da entrada.
No mesmo dia à tarde foi transportada pela Força Aérea para a ilha Terceira.
A Autoridade Regional de Saúde pediu a todas as pessoas que pudessem ter realizado estes percursos nos mesmos dias que contactassem a Linha de Saúde Açores – 808 24 60 24. Atente-se que foram colocadas cerca de 50 pessoas em quarentena.
Ficámos a conhecer todos os passos da senhora desde a saída do continente… O procedimento da Autoridade Regional de Saúde foi exemplar, quando comparada com a do Continente e com os seus casos.


Numa reunião de médicos no Hospital do Espírito Santo, uma médica, directora de um dos serviços, afirmou logo ao início da manhã do dia 6 de Março, que o resultado para o teste da profissional de saúde, de 35 anos, tinha resultado POSITIVO.

Não obstante, horas depois da dita reunião, a Autoridade Regional de Saúde informou que o caso suspeito da médica de 35 anos, que esteve em contacto nos dias 27 e 28 de Fevereiro com um caso confirmado no norte do Continente, teve resultado NEGATIVO.

O que é que se passou verdadeiramente? 
Positivo ou negativo? 
Erro ou omissão?


E quanto ao contágio? Com quem é que esta médica esteve em contacto e em que condições no norte do país e nos dias 27 e 28 de Fevereiro?
Ao trabalhador da construção civil de Vila Nova de Gaia (n. 2)? Ao operário de Alverca (n. 3)? 
Parece-nos que não.
Talvez ao primeiro (n.º1) ou ao “Máscara de ferro”? A que tipo de proteccionismo estamos a assistir?
Será que se pretende proteger alguém? Poderemos confiar nas autoridades de saúde, nomeadamente na Direcção Geral de Saúde?

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(ADITAMENTO AO ARTIGO INICIAL)

Segundo a RTP NOTÍCIAS, de 6/3/2020, que editou um vídeo, "a Força Aérea foi chamada à Ilha do Pico, nos Açores, para transportar uma médica suspeita de infecção por o novo Coronavírus para um Hospital na Ilha Terceira. A profissional de saúde esteve em contacto com o cardiologista de 60 anos, infectado com a nova pneumonia viral, e que está internado no Hospital de Santo António, no Porto."

A ser assim - nada nos permite duvidar da informação -, a médica que se diz ter estado com o médico cardiologista nos dias 27 e 28 de Fevereiro, terá estado com o mesmo fora do país, já que este regressou a Portugal no dia 29 do mesmo mês.
Foi diagnosticado com Coronavírus no dia 1 de Março. Podemos acreditar-nos que não terá avisado a médica que o acompanhou no próprio dia da confirmação da doença ou no dia seguinte - 2 de Março? Se o não fez é duplamente IRRESPONSÁVEL.
Se o fez e a médica que seguiu para os Açores com o comportamento já descrito é igualmente uma IRRESPONSÁVEL, colocando o arquipélago em risco de contágio quando ainda não existia nenhum caso confirmado na região.
Não queremos tirar outras ilações, ficando-nos apenas pelos factos.  




***


5. O quinto caso confirmado pela DGS é o de um professor de fagote, com um percurso bem definido e internado no Hospital de São João no Porto.

6. O sexto é o de uma professora de Físico-Química, que lecciona em duas escolas da Amadora. 

7. O sétimo é um homem de 50 anos, confirmado na quinta-feira dia 5 de Março, regressado de Itália e internado no Hospital de São João no Porto.
Este será o Sr. Casimiro, o primeiro paciente recuperado e que tem sido injustamente vilipendiado.

***


Se há um IRRESPONSÁVEL, em toda esta história tão mal contada pelos órgãos competentes, é um médico. Talvez um, talvez dois. Ou três, talvez mais...
Não o Sr. Casimiro.

Quem é que tem algo a esconder ou proteger?

Se alguém mente ou está mal informado, ou é a Directora de um dos serviços do Hospital do Espírito Santo ou as autoridades de saúde.
Nesta sede não temos qualquer dúvida - ou uma ou outra.

***


Digo-vos em conclusão:
Não confio nas autoridades de saúde. Por muitas razões.
Convençam-me a confiar, simplesmente expressando TRANSPARÊNCIA e VERDADE, por muito dura que seja.
Não tapem o sol com a peneira como têm feito desde o início da crise e continuam a fazer, agindo tarde e a más horas.
Esclareçam os casos, façam o que já há muito deviam ter feito e, não permitam que inocentes sejam crucificados.


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Pesquisar COMUNICADO de 6 de MARÇO

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sábado, 29 de fevereiro de 2020

MANUAL CLÍNICO PARA O NOVO CORONAVÍRUS



Num grupo subscrito por centenas de médicos portugueses, dos Grupos do Google, um dos membros, médico, colocou há cerca de dois dias, as seguintes questões:
"Alguém sabe qual é a clínica do coronavírus? Febre alta inicial? Febre baixa ao início e depois subindo gradualmente?
Começa por simples coriza e depois alastra? Ou começa logo com tosse?
E qual é a terapêutica que está a ser feita? Tamiflu?"

A resposta que obteve prende-se com informação brasileira - sim, que em Portugal existem apenas uns panfletos tipo turísticos:

O PROTOCOLO DO MANEJO CLÍNICO PARA O NOVO CORONOVÍRUS 
(2019-nCoV)


Download em -


Já nos perguntámos se está Portugal preparado para uma epidemia? Um país cujo SNS está depauperado e inundado de casos aberrantes, que seriam anedóticos não fora a sua gravidade e pejado de autoridades impróprias e ineficazes.
Claro que não.


No entanto, existem muitas formas de iludir as estatísticas de casos confirmados (não a de casos reais, impossível de contabilizar). Pensemos apenas numa:
Se
81% dos pacientes desenvolvem sintomas leves,
14% desenvolvem sintomas graves, e apenas 
5% ficam em estado crítico,
quantos milhares de pacientes acabam por não ser “valorados” por uma nova (à la carte) Saúde 24?
E qual a taxa de transmissão dos pacientes não identificados por terem sintomas leves?
E quais os efeitos da infecção na sobrevida futura desses mesmos pacientes?
E quais serão os efeitos colaterais de mortalidade para com muitos pacientes portadores de outras patologias, que não irão ter um tratamento conveniente por escassez de meios?

Como a taxa de mortalidade é elevada em indivíduos com mais de 60 anos, e muito elevada nos que têm mais de 80 anos, bem como nos que padecem de doenças cardiovasculares, diabetes, patologias respiratórias e hipertensão arterial, teremos um banquete económico para um Estado tecnicamente falido...

Portugal não está preparado, nem em estruturas nem em pessoal. Os que afirmam o contrário, tais como directores e ex-directores do SNS, primeiro-ministro, ministra da saúde, presidente da República - com a sua quase-anedótica e hipocondríaca quarentena voluntária -, mentem.
Um número incontável de aduladores fala do exemplo do presidente da República na sua quarentena voluntária. Se for um exemplo, a ser seguido, Portugal não terá decerto mais do que umas poucas centenas de cidadãos activos. Enfim...
Já devíamos estar preparados - agora já será tarde... - para uma epidemia que em poucos dias se irá transformar num PANDEMÓNIO. 



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Para a prevenção e tratamento homeopático do Coronavírus, veja –
e


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29/02/2020




sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

ESTATÍSTICAS DO CORONAVÍRUS NO MUNDO – EM TEMPO REAL



Foi disponibilizado online pelo departamento de Ciências de Sistemas e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, dos EUA, um mapa com actualizações constantes sobre o Coronavírus que terá tido a sua origem na cidade de Wuhan, China.





Poder-se-á deste modo avaliar a evolução da propagação do vírus no planeta, da sua mortalidade, bem como do número de pacientes recuperados, em função dos casos declarados.
A análise destes dados leva-nos a “intuir” que o número de pacientes infectados será muito superior aos confirmados – tenha-se em consideração, que os confirmados, pecam sempre por defeito, seja qual for a epidemia ou pandemia.
Alguns virologistas apontam já para mais de uma ou duas centenas de milhar de casos, sendo alguns bem mais pessimistas.

Por outro lado, face a tudo o que vem noticiado e às estatísticas apresentadas, levantam-se-nos múltiplas dúvidas. Estaremos perante uma mera ignorância quanto ao tipo de vírus – natural por se tratar de um agente patogénico pouco conhecido - e suas consequências ou há algo que não está a ser divulgado?...
Se na China estão mais de 60 milhões de pessoas em quarentena, esperemos que o vírus, como afirmam alguns especialistas, não se propague com facilidade em climas quentes - em África assistiríamos a uma catástrofe absolutamente descontrolada.

Atente-se que em casos confirmados temos no dia de hoje, pelas 08h da manhã (hora de Portugal Continental) –
Casos confirmados – 31.487
Mortes – 638
Recuperados - 1610 

Qual a "direcção que o vírus vai tomar na sua luta pela sobrevivência?
Quantos casos existem nos países mais pobres e com sistemas de saúde deficientes - veja-se o mapa?

Estará Portugal preparado para uma eventual epidemia?
Um país onde doentes urgentes morrem após horas - seis e mais - sentados nas cadeiras da sala de espera dos hospitais. Um país com o Serviço Nacional de Saúde falido e onde uma qualquer directora da respectiva Direcção Geral - que já deveria ter sido demitida, tal a ineptidão - se comporta nos meios de comunicação social como se estivesse a falar para "imbecis" e a Ministra "vende" ideias falsas a um povo embrutecido pela comunicação social e pelo futebol, buscando seduzir as suas audiências pouco ou nada informadas.
Umas dúzias de casos serão suficientes para colocarem a nu a ineficácia absoluta do que já é lamentavelmente medíocre.
Como alertou a Federação Nacional dos Médicos, pela voz do seu presidente, Dr. João Proença, um tanto ironicamente, vai ser um "pandemónio" quando se confirmar o primeiro caso.

***

Segundo Gabriel Leung, um reputado epidemiologista, o Coronavírus pode infectar cerca de 2/3 da população mundial (actualmente a rondar os 7,7 biliões), em virtude de estarmos perante uma ponta do iceberg.
Se cada pessoa infectada pode transmitir o vírus a 2,5 pessoas, cerca de 60% da população mundial (4,62 biliões) poderá ser atingida, o que com a taxa de mortalidade estimada em 2%, poderá originar um elevadíssimo número de mortes (cerca de 92,4 milhões).
Esperemos que o número peque por excesso. Julgamos pessimista qualquer comparação com a pandemia de 1918 que matou cerca de 50 milhões de pessoas.
Esperemos que a taxa de mortalidade baixe progressivamente e que o vírus se abstenha de se auto-destruir. Mais problemática será a sua disseminação por “vagas”. Que estas, a ocorrerem, o façam quando estiver testada uma vacina eficaz.
O COVID-19 é uma verdadeira incógnita. Não é o inimigo público n.º 1, como afirmou o director-geral da OMS, mas não pode ser descurado ou tratado levianamente por Estados que mentem descaradamente afirmando ter a situação controlada.

Depois de muitas leituras especializadas, de contactos com médicos especialistas estrangeiros, da “miséria” a que assisto quotidianamente no nosso SNS, globalmente avaliado, se me questionarem quanto às consequências da infecção nos casos confirmados, quanto ao eventual número de indivíduos que possam vir a ser contagiados no mundo inteiro, da mortalidade resultante da infecção, da mortalidade nos casos colaterais – aqueles que deixam de ser diligentemente assistidos noutras patologias por carência de meios –, nas possíveis reinfecções – algumas já confirmadas -, duração da epidemia, entre outros, dir-vos-ei:
NÃO SEI!, e julgo que ninguém verdadeiramente o sabe.
Mas há algo que SEI. O pânico constitui-se como a condição mais infecciosa que existe nas nossas vidas.


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Para a prevenção e tratamento homeopático do Coronavírus veja-se –

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                                     Imagem: Xinhua/Chen Jing


7/02/2020




JUSTICIA ADHATODA - CORONAVÍRUS






Contrária ou melhor, complementarmente ao que entendemos no artigo editado a 30 de Janeiro neste nosso blogue


o Dr. Farokh Master (médico homeopata indiano), considerando as premissas do tratamento homeopático, identificou o medicamento JUSTITIA ADHATODA como simillimum sintomático da epidemia causada pelo Corona Vírus. 


***


Temos a convicção, por via quer da repertorização quer da experiência clínica de muitos homeopatas em patologias com idêntica sintomatologia, que o medicamento ARSENICUM ALBUM terá uma acção mais eficaz na prevenção e tratamento da infecção - até pela sua eficácia no tratamento de múltiplos medos, causa de imunossupressão, tais como o medo da morte, das doenças, de ter uma doença incurável.
No entanto, como nada obsta à administração dos dois medicamentos, não quisemos deixar de fazer uma referência à sua patogenesia, ainda que sinteticamente.

JUSTITIA ADHATODA, em manipulação homeopática, tem sido utilizado entre outros, nos resfriados, gripe, tosse, bronquite, pneumonia, e outras infecções respiratórias agudas.

***

MATÉRIA MÉDICA


SINTOMAS MENTAIS


É um indivíduo que se encoleriza facilmente e apresenta um quadro ansioso.
Irritável e hipersensível aos ruídos externos.


SINTOMAS PARTICULARES


Sente calor na cabeça. Dor nos olhos do tipo ardente. Não tolera barulhos.
Coriza. Secreção líquida irritante. Obstrução nasal. Perda do gosto e do olfacto. Tosse.
A face está rosada, quente, chegando a ficar arroxeada, agravando por efeito dos acessos de tosse.
A boca seca-se-lhe, tal como a garganta. Tem sede. A língua está esbranquiçada. Dor ao engolir em seco.
Quando as tem, as mucosidades são do tipo aderentes.
Náuseas. Por vezes a tosse é acompanhada de vómitos.

Inflamação aguda do aparelho respiratório, com calafrios e febre. 
Dores do tipo pontada no tórax.
Tosse sufocante, paroxística, com sensação de constrição no tórax, com ruídos bronquiais, em regra seca – quando há expectoração, esta é pouco abundante, espessa e viscosa, podendo nalguns casos estar raiada de sangue.
Este medicamento tem sido usado com sucesso no início dos sintomas gripais e em múltiplas patologias do trato respiratório, nomeadamente pulmonares.

- Usar a 6 CH ou 30 CH.

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A JUSTICIA é um dos medicamentos mais antigos da Índia.
A própria medicina Ayurvédica assevera que os pacientes que fazem este medicamento com alguma regularidade dificilmente irão falecer de patologia pulmonar.
Um número considerável de homeopatas, aconselham as seguintes diluições e potências:
3 DH, 3 CH e 5 CH.

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07/02/2020



quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

CORONAVÍRUS - PREVENÇÃO - TRATAMENTO - HOMEOPATIA







***


Os CORONAVÍRUS são uma grande família de vírus causadores de infecções em seres humanos e em animais. Os Coronavírus humanos provocam uma doença respiratória, que quando leve ou moderada, se assemelha à gripe comum. 
Antes da actual ocorreram algumas epidemias que causaram algum pânico na comunidade internacional:
- A Síndrome Respiratória Aguda Grave - conhecida pela sigla em inglês SARS -, que matou 774 das 8.098 infectadas, numa epidemia que começou na China em 2002; e
- A Síndrome Respiratória do Oriente Médio – MERS -, que matou 858 dos 2.494 pacientes identificados com a infecção desde 2012 e, que começou a ser transmitida para o ser humano por dromedários.

O NOVO CORONAVÍRUS, denominado 2019-nCoV, foi identificado a 7 de Janeiro de 2020, na China, mais especificamente na cidade de Wuhan, província de Hubei, não existindo vacina para o mesmo nem tratamento específico, sendo meramente sintomático e de suporte de órgãos, relevando que os antivirais prescritos para as pneumonias actualmente causadas por outros vírus não são adequados para o seu tratamento.

Existem ainda muitas DÚVIDAS quanto ao novo vírus. No entanto sabemos que pode ser transmitido de pessoa a pessoa e as opiniões divergem quanto à gravidade da sua disseminação.
Podemos questionar-nos quanto à fiabilidade dos dados que são divulgados oficialmente, podendo o governo chinês estar a ocultar deliberadamente a verdade quanto à extensão da epidemia e aos danos da patologia nos infectados, bem como, no que toca à propagação de inquietantes notícias falsas divulgadas nas redes sociais.
Não obstante, podem ocorrer mutações rápidas que dificultem o controlo da epidemia - os vírus têm a característica de sofrer mutações num curto espaço de tempo – e das suas consequências ao nível da saúde dos infectados. Estamos perante variáveis desconhecidas.

O coronavírus é TRANSMITIDO pelo ar, por intermédio da tosse ou de espirros, pelo contacto pessoal com outras pessoas contagiadas, como pelo toque ou pelo aperto de mão, e pelo contacto com objectos contaminados, seguido de um novo contacto com a boca, com o nariz ou com os olhos.

O PERÍODO DE INCUBAÇÃO, que é o período que decorre entre a infecção e o aparecimento dos sintomas calcula-se entre 2 e 14 dias. 
Julga-se que as pessoas infectadas podem TRANSMITIR a doença durante o período sintomático - mesmo que apenas estejam presentes sintomas ligeiros -, pré-sintomático e  no período em que o vírus ainda não foi detectado, bem como a possibilidade de existirem reinfecções, o que parece confirmar um elevado número de pacientes contaminados em curto espaço de tempo – compare-se com a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS).
Saliente-se que a percentagem de mortalidade é baixa, quando comparada com a dita SARS e a MERS.
Na infecção por coronavírus 2019-nCoV a TAXA DE MORTALIDADE é de cerca de 3 em 100 pessoas. A gripe sazonal tem uma taxa de 0,1 pessoa por cada 100 infectadas. Nos outros dois coronavírus já mencionados, a Sars matou cerca de 10 pessoas em cada 100 e a Mers, 35 também em 100.

Doentes infectados, tornando-se anunciativos da acção viral, apresentam em regra os seguintes SINTOMAS:

Febre;
Tosse (seca); e
Falta de ar.
Podem coexistir outros sintomas que não estão totalmente determinados, como diarreia, náuseas, vómitos, exaustão, etc.
Em pacientes que apresentam um comprometimento do sistema imunitário, idosos ou indivíduos com doenças respiratórias crónicas ou outras, o quadro clínico pode evoluir para patologias potencialmente graves como a pneumonia, bronquite e outros transtornos pulmonares, que podem conduzir à morte.
A uma pneumonia grave pode seguir-se um estado de insuficiência respiratória aguda, falência renal, falência de outros órgãos, e eventualmente a morte.

Os pacientes devem cumprir escrupulosamente as MEDIDAS DE SEGURANÇA das autoridades de saúde dos respectivos países e acatar as determinações dos profissionais competentes – médicos assistentes, dos centros de saúde e das urgências hospitalares.
Entre elas – não deixe em caso algum de se informar quanto às medidas sugeridas pelas autoridades competentes do seu país – podemos enunciar:


- Lavar as mãos com frequência com água e sabão, muito em especial depois de ter um contacto directo com pacientes e sempre antes de comer.
- Cozinhar muito bem os alimentos.
- Não tocar com as mãos por lavar, nos olhos, nariz e boca e depois de se ter assoado.
- Evitar o contacto com pessoas doentes – quadro sintomático do tipo gripal ou de infecção respiratória.
- Não compartilhar objectos de uso pessoal.
- Evitar o contacto, sem protecção, com animais selvagens e domésticos, estes principalmente das quintas ou fazendas.
- Não sair de casa se se sentir doente e com os sintomas enunciados supra.
- Manter a casa ventilada.
- Proteger o rosto quando tosse ou espirra com um lenço ou com o próprio braço – não utilizar as mãos.
- Lavar de imediato as mãos após tossir ou espirrar.
- Limpar e desinfectar todos os objetos e superfícies usados com frequência.
- Usar uma máscara em lugares públicos enquanto viaja, protegendo-se a si e aos outros, especialmente quando esteja com os sintomas característicos da doença,
- Se suspeitar de infecção por Coronavírus, colocar uma máscara dirigindo-se ao Centro de Saúde ou Hospital mais próximo ou ligando de imediato para qualquer linha de saúde disponível.

- Tenha, para além dos enunciados, um cuidado acrescido no CONTACTO COM OS OLHOS - 
Se compararmos o número de infectados – casos confirmados -, a velocidade da transmissão e direccionamento do COVID-19, bem como de todas as medidas extraordinárias que têm sido tomadas a nível mundial, com a SARS e a MERS, podemos intuir que independentemente dessas medidas, nomeadamente máscaras, o vírus poderá ter uma “entrada” privilegiada pela mucosa dos olhos. 

Face à gravidade da doença, velocidade de disseminação e a capacidade de a combater, o RISCO GLOBAL deve ser considerado elevado.
Pense-se em todos os Estados pobres do mundo, sem recursos, onde os meios de saúde são praticamente inexistentes ou simplesmente deploráveis e as consequências da disseminação do vírus são indetermináveis.
Assim a OMS acabou por declarar a emergência de saúde pública global.


***

Os MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS para prevenção e tratamento da epidemia e de alguns sintomas da mesma, terão de ser considerados complementares do procedimento convencional.
Em caso algum, deixe de cumprir escrupulosamente as recomendações das autoridades de saúde do país, do seu médico assistente e outros.


***


Os sintomas começam em geral com febre, passando depois a abranger tosse seca e falta de ar (podem coexistir outros sintomas de maior ou menor gravidade).
Se a situação não se deteriorar ou agravar substancialmente, os indivíduos contagiados acabam por recuperar.
Mas, complicando-se, o vírus pode provocar pneumonia, insuficiência respiratória aguda e até a morte, tal como já referimos supra. 

***

PREVENÇÃO

Existindo o RISCO DE CONTÁGIO deverá prescrever-se o medicamento homeopático de maior similitude sintomática com a epidemia, PREVENINDO o seu aparecimento no indivíduo.

Sugerimos –

ARSENICUM ALBUM, 200 CH, 3 gotas duas vezes por dia, dois dias por semana.
- Tomar até que o risco de infecção desapareça.


***

Em pacientes que apresentam um comprometimento do SISTEMA IMUNITÁRIO, nomeadamente idosos ou indivíduos com outras doenças crónicas, o reforço do mesmo constitui-se como uma medida cautelar de excelência.
Veja-se “O REFORÇO DO SISTEMA IMUNITÁRIO” em –

Podem ainda fazer-se –

PROTOCOLO PARA A IMUNODEFICIÊNCIA – DEBILIDADE DAS DEFESAS EM PACIENTES DE RISCO

Medicamentos homeopáticos complexos dos Laboratórios Heel - Alemanha

ARNICA-HEEL NP – gotas
MERCURIUS-HEEL S – comprimidos
ECHINACEA COMPOSITUM SN
ENGISTOL N

- Tomar em conformidade com as orientações das bulas.

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Ou por uma questão de “custos” –
HYDRASTIS 200 CH, 5 gotas duas vezes por dia e
ECHINACEA 5 CH, 3 gotas de 3 a 5 vezes ao dia. 
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***

No caso de a patologia evoluir para infecções respiratórias graves, em especial a PNEUMONIA, sugere-se –

CHELIDONIUM 3 CH, 2 gotas de 3 em 3 horas, alternando com
HEPAR SULFUR 6 CH, 5 gotas de 3 em 3 horas. ARSENICUM ALBUM 6 CH, 3 gotas 5 vezes por dia.
PHOSPHORUS 30 CH, 5 gotas duas vezes por dia 

Numa pneumonia resistente, ou seja, de difícil resolução, poderá ministrar-se MERCURIUS 12 DH.


***

- Mantenha os frascos e tubos de medicamentos afastados de telemóveis e de aparelhos eléctricos.
- Não ingira qualquer tipo de alimento 15 minutos antes e 15 depois de tomar o medicamento.
- Quando lava os dentes deve guardar 30 minutos – antes e depois – para que o seu efeito não seja antidotado pelas substâncias que compõem a pasta dentífrica. 
- Salvo indicação em contrário, entre as tomas de medicamentos diferentes faça um intervalo de pelo menos 10 minutos.
- Não dilua ou tome o medicamento com chá, sumos ou leite.
- Pode tomá-lo na sua forma original, sublingualmente, ou diluí-lo num pouco de água – colher de café ou de chá.



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NOTA -  

O Dr. Farokh Master (médico homeopata indiano), considerando as premissas do tratamento homeopático, identificou o medicamento JUSTITIA ADHATODA como simillimum sintomático da epidemia causada pelo Coronavírus.
Para além do ARSENICUM ALBUM nada obsta à administração deste medicamento cuja acção incide predominantemente nas patologias do trato respiratório, nomeadamente nos pulmões.

ARSENICUM ALBUM, 200 CH, 3 gotas duas vezes por dia, dois dias por semana e
JUSTITIA ADHATODA, 30 CH, 3 gotas diárias.


Veja-se -
https://josemariaalves.blogspot.com/2020/02/justicia-adhatoda-coronavirus.html


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30/01/2020




sábado, 11 de maio de 2019

FADIGA CRÓNICA - ESGOTAMENTO






PROTOCOLO -

ALFALFA D1, 3 gotas de 3 a 6 vezes ao dia;
AVENA SATIVA D1, 3 gotas de 3 a 6 vezes ao dia; e
ADN e ARN 9 CH (manipulados no mesmo frasco), 5 gotas dia sim, dia não durante os primeiros 30 dias. Depois, em função das melhorias fazer doses únicas de 10 em 10 dias.


A ALFALFA é um medicamento fortificante e estimulante.
Consagrado na astenia física e psíquica, tal como a AVENA.
Remineralizante. Deficit de vitaminas e de cálcio.

A AVENA SATIVA age na fadiga. Astenia e insónia. Ansiedade.
É interessante realçar o seu efeito tónico e simultaneamente sedativo – de manhã tonifica e à noite favorece o sono.


O ADN e o ARN (ácidos nucleicos) agem em todas as patologias onde existam perturbações imunitárias.
Nomeadamente herpes, hepatite, mononucleose infecciosa, papilomas, verrugas e viroses diversas.
São também eficazes nos estados cancerosos e muito especialmente nos pré-cancerosos e leucemia.
Na cicatrização difícil de úlceras e nos transplantes. Auxilia na consolidação de fracturas.

Tem uma acção preventiva no cancro.
Deve ser utilizado em cancerosos que já foram tratados (utilizar doses de 9 CH de 10 em 10 ou de 15 em 15 dias – não utilizar 15 CH pois esta potência pode ter um efeito imunossupressor).

Efeitos indesejáveis da quimioterapia e da radioterapia – alergias, anemia, hemorragias, leucopenia, queda de cabelo, etc.

No aspecto geral complementa a ALFALFA e a AVENA SATIVA – abulia, apatia, astenia, anergia, depressão. Sintomas que podem inclusivamente preceder um estado canceroso. 



Download do NOVO REPERTÓRIO HOMEOPÁTICO (Por patologias) em