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sábado, 30 de janeiro de 2021

HOMEOPATIA E COVID-19 - PREVENÇÃO E TRATAMENTO

 



HOMEOPATIA E COVID-19 – PREVENÇÃO E TRATAMENTO



I


Não existem palavras que possam descrever o que se passa em Portugal – e também noutros países do mundo.

Escrevi bastante desde o princípio da pandemia – que foi apenas uma pequena parte do que tinha para dizer… – e remeto-vos para os artigos que editei neste sítio a partir do dia 30 de Janeiro de 2020links que anexo a final.


Hoje, passado um ano, sinto-me envergonhado por ter governantes e autoridades de saúde – já nem sequer me refiro a alguns comentadores, especialistas ou não – que são os responsáveis pelo caos que aumenta exponencialmente o número de mortos, doentes e a pobreza neste país paupérrimo.

São eles os ineptos, falsos e ignominiosos responsáveis pelo grande número de mortos e pela ineficácia de um sistema que deixa morrer pacientes em casa, à porta do hospital e nos próprios hospitais, obrigando os médicos a escolher “quem vive e quem morre”.


Não necessito de vos dizer o que está a ocorrer em Portugal e no Brasil. Bastar-nos-á ver as notícias.

- Aumento exponencial de casos por falta de autoridade e organização do governo e das autoridades de saúde.

- Ruptura catastrófica do Serviço Nacional de Saúde.  

- Portugal continua a ser o país do mundo com maior número de novos casos e novas mortes por milhão de habitantes na média dos últimos dias, de acordo com sites que recolhem informação estatística sobre a pandemia da covid-19.

- Doentes chegam a aguardar mais de 15 horas dentro das ambulâncias antes de serem admitidos, nomeadamente no Hospital de Santa Maria, que na quinta-feira passada chegou a ter uma fila de 40 veículos de emergência com pacientes *;

- Alguns doentes faleceram antes de ser atendidos, nalguns dos hospitais.

- Existem casos, segundo relatos de médicos, em que “já se escolhe quem vive ou morre”.

- Três doentes em estado grave, internados nos cuidados intensivos, foram transportados no dia de ontem de Lisboa para a Madeira num avião C – 130 da Força Aérea, numa aparatosa operação noticiada em todos os canais televisivos *.

Se entre outros, os Hospitais de Santo António e São João no Porto ainda têm vagas, quer em enfermarias quer nos cuidados intensivos, com 80 a 90% de taxa de ocupação *, qual o motivo desta aparatosa movimentação de 3 doentes?

Não há quem o consiga compreender e não há quem o explique cabalmente.

Tapar o sol com uma peneira? A tão frequente propaganda?

Lançar o pânico na população? O povo vai pensar que Portugal já não tem quaisquer recursos no território continental, vendo-se obrigado a enviar 3 doentes para a ilha a duas horas de voo… - se o povo não morrer da doença, morre do “medo”. 

- O aumento exponencial da mortalidade tem gerado uma grande pressão nas casas mortuárias de Lisboa.

Alguns dos maiores hospitais solicitaram contentores de frio onde se amontoam os cadáveres – Hospital de Santa Maria (2), Beatriz Ângelo (3), Curry Cabral (2), Amadora/Sintra (2), e o Instituto de Medicina Legal procedeu ao reforço da cadeia de frio para conservar cadáveres.

Um agente funerário da Amadora, falou em vários dias de espera para o sepultamento ou cremação de corpos, estando no limite.

“Lançou um alerta” ipsis verbis:

“(…) contentores com muitos mortos, casas mortuárias ao rubro, e estamos numa fase negra…”

Revelou ainda que desde Novembro os números crescem diariamente. Tem mais 20 funerais por mês do que os habituais. Mas os números verdadeiros não constam nas estatísticas. 

"A gente quando chega a uma casa mortuária, normalmente dizem-nos logo que é covid, e na guia vem doença infecto-contagiosa, para manipulação" - julgo que se queria referir à manipulação dos corpos...

Perguntado pela jornalista se nunca questionou o facto às morgues, respondeu:

“A gente pressiona-se uns aos outros, mas não há respostas para isso, não é…, eu neste tempo todo, estamos há onze meses nesta situação pandémica e só lá apanhei 5 ou 6 guias de transporte como covid-19.” *

Estranho ou bizarro, para não usar outros qualificativos.

Algo que deveria ser investigado.

Chega de palavras.

VEJA O VÍDEO -

- * RTP 3, 30 de Janeiro de 2021, 9 horas e 8m -

Veja ainda -

DGS - COVID-19 - PROCEDIMENTOS POST-MORTEM

Existe algo de errado e incompreensível. Não quero ser eu a tirar quaisquer conclusões...


Este é um problema que não é de agora.

Vem desde o início da pandemia, com "fortes suspeitas de manipulação de dados quanto ao número de mortos", conforme vídeo editado em Abril de 2020.

VER VÍDEO



***



Há precisamente um ano estudei um protocolo de prevenção homeopático, que tem sido usado por milhares de pessoas, principalmente no Brasil.

No entanto, verificamos que a situação se alterou dramaticamente.


Daí, depois de análise exaustiva, preparei os protocolos possíveis para as várias fases da doença.

Nas primeiras partes do artigo, apresento a medicação sobre a forma de complexos homeopáticos, buscando atingir o maior número de pessoas pela cobertura da quase totalidade dos sintomas conhecidos.

Na quinta parte, praticamente destinada aos terapeutas homeopáticos, procurarei explanar a cobertura sintomática por medicamento, com a eventual prescrição sucessiva perante reavaliações constantes e com recurso ao método Plus, o que menos agravamentos causa quando usamos altas potências – não nos podemos esquecer que a maioria dos pacientes graves tem a sua energia vital em níveis muito baixos.


***

  

PRECAUÇÕES –


1 – Os medicamentos sugeridos devem ser entendidos como complementares de qualquer tratamento que seja prescrito pelo médico alopata.

2 – Os pacientes com sintomas ou com risco de terem sido contaminados devem sempre contactar as entidades de saúde competentes, observando tudo o que lhes for indicado.

3 – Os medicamentos sugeridos nas várias fases de tratamento devem ser usados até que o médico assistente o permita.

É evidente, que no caso de internamento os pacientes terão de abandonar o tratamento homeopático – por determinação médica, já que a Homeopatia é proscrita pela Ordem dos Médicos em Portugal.

No Brasil, sendo uma especialidade médica, caberá ao clínico responsável optar pelo tratamento que julgue conveniente.



II


COVID – PREVENÇÃO


PREVENÇÃO do Covid-19, sugere-se -


COMPLEXO –

Os medicamentos são manipulados no mesmo frasco.


ARSENICUM ALBUM, 200 CH, 

JUSTICIA ADHATODA, 30 CH.


3 gotas duas vezes por dia, dois dias por semana – ex. segundas e quintas.


A cada toma agita energicamente o frasco-medicamento 10 vezes.


PREVENÇÃO em casos com grande exposição ao vírus, nomeadamente pessoal de saúde, cuidadores, zonas de surtos críticos –


Sugere-se o mesmo complexo – 3 gotas diárias.



III


PARA ESTIMULAR O SISTEMA IMUNITÁRIO


HYDRASTIS 200 CH, 5 gotas duas vezes por dia e

ECHINACEA 5 CH, 3 gotas de 3 a 5 vezes ao dia.


Multivitamínico.

Se necessário uma dose suplementar de vitaminas C e D (4000 IU diárias) e Zinco.


Existem outros suplementos que podem auxiliar – consultar um naturopata certificado.



IV


FASE DA DOENÇA COM SINTOMAS LIGEIROS

(Quando sintomas pulmonares graves ainda não se manifestaram)


COMPLEXO –

Os medicamentos são manipulados no mesmo frasco.


ARSENICUM ALBUM  6 CH

ARNICA MONTANA    6 CH

BRYONIA ALBA         6 CH

CHINA OFFICINALIS 6 CH

GELSEMIUM             6 CH

NUX VOMICA            6 CH


3 gotas, de 3 a 10 vezes dia, em função dos sintomas.


A cada toma agita energicamente o frasco-medicamento 10 vezes.


Precaução – Enquanto estiver a fazer este protocolo com a NUX VOMICA não fazer o ZINCO em dose elevada – por serem incompatíveis.


Utilizamos a potência 6 CH por ser a que menos agravamentos causa, tal como as altas potências ministradas segundo o método PLUS.


DOENÇA SEM SINTOMAS EM PACIENTES COM TESTE POSITIVO (ASSINTOMÁTICOS)


O complexo mencionado supra –

3 gotas duas vezes ao dia durante 30 dias.


***


PARA O ESGOTAMENTO FÍSICO E PSÍQUICO PROVOCADO PELA DOENÇA


ALFALFA D1, 3 gotas de 3 a 6 vezes ao dia;

AVENA SATIVA D1, 3 gotas de 3 a 6 vezes ao dia.


A ALFALFA é um medicamento fortificante e estimulante.

Consagrado na astenia física e psíquica, tal como a AVENA.

Remineralizante. Deficit de vitaminas e de cálcio.


A AVENA SATIVA age na fadiga. Astenia e insónia. Ansiedade.

É interessante realçar o seu efeito tónico e simultaneamente sedativo – de manhã tonifica e à noite favorece o sono.


PARA UMA MELHOR E MAIS RÁPIDA CONVALESCENÇA LOGO QUE OS SINTOMAS CESSEM


Sugere-se -

SARCOLACTIC ACIDUM 9 CH

3 grânulos ou gotas 2 vezes ao dia, durante pelo menos 15 dias.


PARA A PERDA DO OLFACTO E DO PALADAR


Sugere-se -

MAGNESIA MURIATICA  6 CH, 3 gotas de 2 em 2 horas, espaçando em função das melhorias.



V


FASE DA DOENÇA COM COMPROMETIMENTO PULMONAR

(Logo que surjam sinais de comprometimento pulmonar e nos casos relativamente graves)


COMPLEXO –

Os medicamentos são manipulados no mesmo frasco.


ARSENICUM ALBUM                6 CH

ANTIMONIUM TARTARICUM     6 CH

BRYONIA ALBA                       6 CH

CARBO VEGETABILIS              9 CH


3 gotas várias vezes ao dia, em função dos sintomas.


A cada toma agita energicamente o frasco-medicamento 10 vezes.



VI


QUANDO A DOENÇA AGRAVA NA RESIDÊNCIA

ENQUANTO O PACIENTE NÃO FOR HOSPITALIZADO


Numa primeira fase, o terapeuta deve escolher criteriosamente os medicamentos que se identificam com a sintomatologia específica do paciente e com alguns sintomas agudos que não estejam cobertos por medicamentos com uma vasta abrangência epidémica -


Exemplo –

Aconitum napellus, Alumina, Ammonium carbonicum, Arnica montana, Baryta carbonica, Belladonna, Bryonia alba, Carbo vegetabilis, Causticum, Chelidonium, China Officinalis, Ferrum phosphoricum, Gelsemium, Hepar sulfur, Ignatia, Justicia adhatoda, Lachesis, Lycopodium, Magnesia muriatica, Mercurius, Natrum muriaticum, Nux vomica, Phosphorus, Senega, Sepia, Silicea.


Iniciando-se o

COMPROMETIMENTO PULMONAR


Se o paciente não tiver feito nenhum homeopático deve ser-lhe ministrado

- ARSENICUM ALBUM 200 CH, método PLUS, no mínimo durante 8 dias.

Consoante o estado do paciente, antes de entrar com o(s) medicamento(s) sugeridos ou ao mesmo tempo.


Sugere-se

ANTIMONIUM TARTARICUM 200 CH

Método PLUS uma colher de chá de 10 em 10 minutos, observando-se as indicações infra mencionadas.

O líquido deve ficar na boca, depois de administrado sublingualmente durante o máximo de tempo possível, até que se dilua. 


Se o ANTIMONIUM TARTARICUM não agir com o efeito pretendido, passar de imediato a fazer também

CARBO VEGETABILIS 200 CH método PLUS também uma colher de chá de 10 em 10 minutos.


O terapeuta deve avaliar a possibilidade de usar a BRYONIA ALBA.

Sendo um paciente idoso, pense-se ainda em BARYTA CARBONICA.


***


MÉTODO PLUS – HOMEOPATIA – EFEITOS COLATERAIS


O procedimento tem as suas raízes na doutrina hahnemanniana e na sua abordagem das potências cinquenta milesimais (LM), processo que foi adoptado por alguns discípulos de Hahnemann.


O método Plus é um dos mais eficazes na prática homeopática.

Também obvia a que específicos efeitos adversos possam eventualmente ocorrer em alguns pacientes, muito especialmente nos sensíveis, para além de permitir uma poupança financeira substancial.


Consiste em dissolver grânulos ou gotas, número que poderá ser modificado em função das necessidades clínicas (2 a 10), em meio copo de água com tampa, com um máximo de 100 ml.

No caso específico usar 10 gotas para preparar os medicamentos.


O paciente deve tomar uma colher de chá, agitando o líquido pelo menos 10X antes de cada toma, em conformidade com a gravidade dos sintomas.


Exemplificando:


Nas doenças agudas 

Uma colher de chá de 10 em 10 ou de 15 em 15 minutos.


Nas doenças com sintomas medianamente intensos 

Uma colher de chá de 30 em 30 minutos ou de hora em hora.


Nas doenças com sintomas pouco intensos

Uma colher de chá de 2 em 2  ou de 3 em 3 horas.


Nas doenças crónicas o paciente deverá observar as melhorias e agir em conformidade com a situação clínica ex.: de 3 a 8 ou mais colheres de chá diárias.

Esta situação só poderá ter alguma relevância no que toca à agora denominada “Covid longa”.


Em todos os casos mencionados devem espaçar-se as tomas em função das melhorias, especialmente nos crónicos, para não sobrecarregar o organismo com a medicação.


Os complexos também podem ser manipulados com o método Plus quando se pretenda repetir as tomas num maior número de vezes do que o indicado.



VII


COVID LONGA 

E SINTOMAS SUPERVENIENTES


Consoante a gravidade sintomática, o paciente poderá fazer um dos dois complexos mencionados em IV ou V.


No caso de FADIGA PROLONGADA sugere-se -

KALIUM PHOSPHORICUM 6 DH, 5 gotas duas vezes por dia;

AURUM METALLICUM 200 CH, 5 gotas duas vezes por semana.


No entanto, existindo essa possibilidade, devem identificar-se os sintomas específicos e agudos para escolha de um medicamento ou protocolo medicamentoso.



***


VIII


VACINA COVID – PREVENÇÃO DE EVENTUAL VACINOSE


Pelos riscos que a mesma pode causar – inclusivamente a médio e longo prazo -, sugerimos –


ANTES DA VACINAÇÃO –


Primeira prevenção de efeitos colaterais de vacinas:


Cinco dias antes da vacinação -

LEDUM 30 CH

5 gotas ou grânulos de manhã e à noite. 


Três dias antes da vacinação –

LEDUM 200 CH

5 gotas ou grânulos de manhã e à noite.


Um dia antes da vacinação –

HYPERICUM 200CH

5 gotas ou grânulos de manhã e à noite.


NO DIA DA VACINAÇÃO –


THUYA 30 CH, 5 gotas.


***


APÓS O DIA DA VACINAÇÃO – 


Se mesmo assim, depois da vacinação, no dia ou dias seguintes*, surgirem sintomas ou patologias cuja causa possa ser assacada à vacina, tais como abcessos, algumas alterações comportamentais inesperadas, asma, convulsões, desmaio, diarreia, dificuldades respiratórias, dor de estômago ou nas costas (lombalgia), edemas, fadiga grave, febre elevada, inflamação dos olhos ou das mucosas, náuseas, paralisias dos membros inferiores e outras, problemas no local da injecção, transtornos mentais graves, verrugas, dificuldade em dormir, ou quaisquer outros, muito em especial, problemas do foro neurológico, sugere-se:

- * atente-se que os efeitos adversos podem surgir logo após a vacinação, dias, meses e até anos depois. -


Com o aparecimento de quaisquer "novos" sintomas, complementarmente ao que for estabelecido pelo médico assistente, que deve ser sempre consultado de imediato, sugere-se que o paciente faça -


No dia do aparecimento dos sintomas - 

THUYA 30 CH, 5 gotas em duas tomas – de manhã e à noite.

SILICEA 30 CH, 5 gotas, também em duas tomas – de manhã e à noite.


Cinco dias depois repete-se o tratamento.


***


Os protocolos enunciados não dispensam as MEDIDAS DE SEGURANÇA constantes do artigo editado precisamente há um ano, nem das orientações e normas das autoridades competentes, nomeadamente da DGS e das que resultam do estado de emergência, devendo ser entendidos como complementares de quaisquer tratamentos determinados pela medicina convencional.


TRANSMISSÃO DA COVID ATRAVÉS DOS OLHOS


Há precisamente um ano, no nosso primeiro artigo, intuíamos que a superfície ocular poderia ser uma porta de entrada para o novo coronavírus, por via de observações e estudos pessoais, bem como de informações obtidas do que então ocorria na China.


Aí escrevemos:

“ (…) Tenha, para além dos enunciados, um cuidado acrescido no CONTACTO COM OS OLHOS - Se compararmos o número de infectados – casos confirmados -, a velocidade da transmissão e direccionamento do coronavírus, bem como de todas as medidas extraordinárias que têm sido tomadas a nível mundial, com a SARS e a MERS, podemos intuir que independentemente dessas medidas, nomeadamente máscaras, o vírus poderá ter uma “entrada” privilegiada pela mucosa dos olhos.”


A nossa intuição estava correcta. Assim como não é propriamente uma novidade, que gripes e outras viroses podem ser transmitidas através dos olhos - células epiteliais conjuntivais e da córnea -, com o novo coronavírus sucede o mesmo.

Uma equipa de investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins, liderada por Lingli Zhou, concluiu que a superfície ocular pode ser uma porta de entrada para o novo coronavírus.

Além disso, pode servir como reservatório para a transmissão de pessoa para a pessoa.

No entanto, não se sabe qual o impacto que esse meio de transmissão pode ter na difusão da doença pelo mundo. 

Pode ser esta a explicação para o facto de  indivíduos extraordinariamente previdentes e que cumprem escrupulosamente todas as regras de protecção , terem sido infectados.

Algo que carece de estudos mais aprofundados, de molde a que se conheça o verdadeiro impacto do contágio pela superfície ocular, mas que justifica de imediato a nossa atenção e consequente prevenção.


***




IX


MODO DE USAR E ARMAZENAR OS MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS


- Não manipular o medicamento na presença de odores fortes, como perfumes, tabaco, e ambientadores.

- Manter os medicamentos afastados de equipamentos eléctricos e electrónicos, tais como computadores, televisores, microondas, telemóveis, rádios, frigoríficos, etc.

- Tome os medicamentos no intervalo das refeições.

- Antes de administrar cada dose, agitar vigorosamente o frasco-medicamento pelo menos 10 vezes.

- Derrame as gotas ou coloque os grânulos debaixo da língua, deixando o medicamento em contacto com a saliva.

Acabará por se dissolver naturalmente.

- Evite o contacto com as mãos.

No caso de grânulos use a tampa do tubo para os colocar debaixo da língua.

Tratando-se de gotas, use o conta-gotas do frasco ou dilua-as numa colher de chá de plástico com um pouco de água, evitando que o conta-gotas toque na boca.

- No método PLUS use também uma colher de plástico.

- Não coma, beba (para além de água) ou lave os dentes, pelo menos 15 minutos antes ou depois de ter tomado os medicamentos.

- Guarde os medicamento homeopáticos num local seco e fresco, de preferência numa caixa apropriada.

Não os exponha aos raios do Sol e a calor excessivo.



***


Aquisição de produtos homeopáticos e suplementos.


Em Portugal:

Para a aquisição dos produtos homeopáticos, entre outros –

http://www.farmaciamelo.com.pt/

Vitaminas e suplementos naturais, entre outros –

https://www.hsnstore.pt/

No Brasil –

A oferta é muito diversificada, contrariamente ao que acontece em Portugal, não sendo difícil encontrar medicamentos homeopáticos em praticamente todas as farmácias, já que a homeopatia é uma especialidade médica.


***


COVID-19 - OUTROS ARTIGOS


COVID - EM PORTUGAL JÁ SE ESCOLHE "QUEM VIVE OU QUEM MORRE"


PORTUGAL É O PAÍS DO MUNDO QUE REGISTA MAIS CASOS DIÁRIOS DE COVID POR MILHÃO DE HABITANTES


COVID 19 - VACINAS - EFEITOS ADVERSOS - EFEITOS SECUNDÁRIOS E COLATERAIS


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COVID 19 - JUDY MIKOVITS - ONDE ESTÁ A VERDADE?


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CORONAVÍRUS – MENTIRAS – O PERIGO DAS VISEIRAS – O PAPEL DO MEDO NAS EPIDEMIAS


HOMEOPATIA - CORONAVÍRUS - PREVENÇÃO - ARSENICUM ALBUM E JUSTICIA ADHATODA


MANUAL CLÍNICO PARA O NOVO CORAVÍRUS


ESTATÍSTICAS DO CORONAVÍRUS NO MUNDO EM TEMPO REAL


JUSTICIA ADHATODA – HOMEOPATIA - CORONAVÍRUS


CORONAVÍRUS – PREVENÇÃO – TRATAMENTO – HOMEOPATIA






NOTA IMPORTANTE -

Se tiver quaisquer sintomas físicos ou psíquicos que lhe possam parecer estranhos e o preocupem, não deixe em caso algum de contactar o serviço de saúde, de acordo com as regras estabelecidas.

A título de exemplo, não me referindo obviamente aos assintomáticos puros, existem casos em que os sintomas são ligeiros ou estranhos (v.g., conjuntivite, tonturas, erupções cutâneas, coriza, resfriado ligeiro), mas que têm subjacente a infecção, e podem vir a revelar-se fatais se optar por não recorrer ao tratamento alopático. 


Se tiver um OXÍMETRO em casa, sempre que sinta alguma dificuldade em respirar ou cansaço anormal, use-o.



***


José Maria Alves

https://homeoesp.org/

https://josemariaalves.blogspot.com/



segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

COVID - EM PORTUGAL JÁ SE ESCOLHE QUEM "VIVE OU QUEM MORRE"

 




Sem comentários...

São os verdadeiros responsáveis pelo "pandemónio português", que têm de vir esclarecer os portugueses no que respeita às afirmações produzidas por este médico, assumindo com veracidade, rectidão e humildade as suas culpas, sendo real o que afirma:

Directora-geral da Saúde;

Secretário de Estado da Saúde;

Ministra da Saúde;

Primeiro-ministro; e

Presidente da República.


A responsabilidade implicaria a honra e nobreza de carácter, de demitirem os culpados, de alguns milhares de mortos e doentes, de pedirem desculpa aos portugueses.

No entanto, os episódios desprezíveis da nossa governação, confirmam que a mentira se transformou num hábito impune.

Nem sequer seguem o conselho do nosso poeta popular António Aleixo:

  P´ra mentira ser segura

E atingir profundidade

Tem de trazer à mistura

Qualquer coisa de verdade.

Limitam-se a mentir, a repetir as falsidades, sem qualquer verdade, a um povo apático conformado e mal informado.  


***


Por isso, duvido que o façam. Vão sempre encontrar bodes expiatórios e mentiras sobrepostas.

Verdade e Transparência são virtudes que desconhecem.


Gostaria de os lembrar que:

o dom da verdade supera todos os dons

o sabor da verdade supera todos os sabores

a consciência da verdade todas as verdades


***


Veja-se -

Portugal é o país do mundo que regista mais casos diários de Covid por milhão de habitantes.



domingo, 17 de janeiro de 2021

PORTUGAL É O PAÍS DO MUNDO QUE REGISTA MAIS CASOS DIÁRIOS DE COVID POR MILHÃO DE HABITANTES


Portugal é o país do mundo que regista mais casos diários de Covid por milhão de habitantes.

O quarto com mais mortes em 24 horas.


***




Há uma semana e meia que Portugal passou para o topo da lista, de mais casos de Covid por milhão de habitantes, segundo os dados mais recentes da Universidade Johns Hopkins – estes dados referem-se à última sexta-feira, dia 15. 


Em novos casos por milhão de habitantes, Espanha encontra-se no 3º lugar, seguindo-se em 4º o Reino Unido, os EUA em 7º…


É este, infelizmente, o “milagre português”.


 



E como se não bastasse, é o quarto com mais mortes em 24 horas – também por milhão de habitantes - tal como foi noticiado pela SIC.


***


O país está há vários dias acima dos 10 mil casos diários e das 100 mortes. 


Nada que não tivéssemos previsto desde o início da pandemia. Nada que não fosse previsível, num país sem autoridade e sem organização; sem estruturas - v.g. SNS - e sem políticos e autoridades de saúde competentes.

O Pandemónio português.


Obviamente que não existem responsáveis.

Neste país a culpa sempre morreu solteira


Veja-se o artigo –

Covid-19 – Vacinas

E os restantes aí listados.




segunda-feira, 30 de novembro de 2020

COVID 19 - VACINAS - EFEITOS ADVERSOS - EFEITOS SECUNDÁRIOS E COLATERAIS

 




VACINAS –

UMA DISCUSSÃO DESNECESSÁRIA


Que fique claro, que este artigo nada tem a ver com a polémica sobre o valor da vacinação, quer entre alopatas e homeopatas quer entre os próprios homeopatas.

É evidente que as vacinas têm salvo milhões de vidas e impedido que milhões de seres humanos tenham sido contagiados por múltiplas patologias infecto-contagiosas.

A vacinação, para efeitos de profilaxia de grandes populações, tem oferecido um alto índice de protecção – basta que nos lembremos de algumas patologias como a varíola, difteria, sarampo, papeira, tosse convulsa, poliomielite, rubéola e tétano.

Já todos nos apercebemos, pelo menos os mais velhos, que desapareceram dos grandes centros urbanos as tão frequentes epidemias de outrora: peste, febre tifóide, e febre-amarela.


Há vacinas que apresentam um maior risco do que outras, sendo mesmo contra-indicadas, nomeadamente em crianças, idosos, gestantes e em indivíduos imunodeprimidos, ou que sejam portadores de riscos específicos, tais como doenças auto-imunes e alergias. Também em pessoas portadoras de doença aguda - assintomáticos de Covid?  

Por outro lado, nem sempre são eficazes, não se tendo obtido até ao momento uma vacina com elevada eficiência para uso em grande escala, contra vírus de alto poder de mutação genética, como nos casos da gripe e da AIDS.


É do conhecimento da ciência e da prática médica, que existem probabilidades dos vírus desenvolverem resistência às vacinas.

Uma nova vacina que se mostre eficaz após ter sido aprovada, terá de se manter eficaz. Podemos relembrar o caso de uma vacina contra a hepatite B e uma outra contra a tosse convulsa que não atingiram os seus objectivos – esta última visando apenas algumas proteínas, não foi suficientemente eficaz para suster a infecção e a própria transmissão do vírus.

Isto implica uma vigilância atenta pós-vacinação, nomeadamente com a continuação da testagem.

Por outro lado já foram reconhecidas variantes do vírus. Novas estirpes já estão no “terreno” - nomeadamente na África do Sul, Dinamarca e Inglaterra - e outras virão, podendo neutralizar total ou parcialmente as vacinas.

Estes factos que não são imediatamente controláveis pela ciência, não obstam à vacinação, mas devem ser factores de alerta para uma população mal informada, que pode menosprezar um simples vírus - que não é tão simples quanto isso, como já escrevemos noutro artigo. 


Que dizer?

Nada é bom e só bom. O peixe que ontem comi foi bom para mim e mau para ele…

Mas os resultados do valor da vacinação são inquestionáveis, apesar de esta ser uma "guerra" sem vencedores.


Não obstante, existem opiniões contrárias à vacinação, como as expressas no vídeo que se segue, editado a título exemplificativo -




Cada um tem o direito inalienável de decidir o que fazer. 

Não vou emitir opinião, procurando influenciar seja quem for. 

Peço apenas que se informem e decidam em consciência. 


***


VACINAS E HOMEOPATIA


A Homeopatia não substitui a vacinação.

Foi Burnett que criou o termo VACINOSE para denominar os casos de alterações crónicas que surgem como consequência directa das vacinações, idênticas às descritas por Hahnemann na Sicose, e que Grauvogl verificou serem mais pronunciadas em indivíduos hidrogenóides.

Alguns homeopatas de renome internacional, que são contrários à vacinação, argumentam com a vacinose e com o facto de estarmos a “sicotizar” as populações. 

No entanto, olvidam que a homeopatia tem recursos para a vacinose, tanto preventiva como curativamente, enquanto os homeopáticos que podem ser aplicados na doença, estão muitas vezes longe de a debelar, agindo na maioria das vezes, quando nada se lhe opõe, complementarmente à medicação alopática.


Voltando à VACINOSE.

Quem é que nunca ouviu ninguém dizer:

- Desde que fui vacinado contra a (…) nunca mais tive saúde?

- O meu filho, desde que foi vacinado está sempre doente!

- Era saudável, mas de repente passei a estar sempre doente... - resposta muitas vezes ouvida pelos médicos quando se dão ao difícil e demorado trabalho de elaborar uma anamnese ou investigar a etiologia das enfermidades (o que quase nunca acontece, já que os pacientes são "números").

Eu lembro-me perfeitamente de o ouvir desde criança, e nos últimos anos, talvez tenha sido abordado um sem número de vezes por pacientes com questões similares, a quem tenho sugerido tratamentos.


***


COVID 19 – VACINAÇÃO – TRATAMENTO


O mundo aguarda ansiosamente por uma vacina.

Eu aguardo ansiosamente por uma vacina eficaz e segura ou por um tratamento confirmado cientificamente.


TRATAMENTO


No dia 25 de Outubro, Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, anunciou, secundado pela ministra venezuelana da Ciência e Tecnologia, que o Instituto Venezuelano de Investigações Científicas (IVIC) tinha vindo a testar nos últimos seis meses, uma molécula para o tratamento do coronavírus – molécula DR10.

Afirmou-se ainda, que os resultados foram de “100% de inibição na replicação do vírus in vitro”, e que “o estudo foi certificado com todos os testes necessários”, bem como o facto de a molécula DR10 ser isenta de toxicidade que afecte moléculas saudáveis, e não causar efeitos colaterais, estando a Venezuela a preparar-se para produzir em massa o medicamento, com o auxílio de alianças internacionais.


Na altura, fiquei um pouco incrédulo, talvez na expectativa, como se depreende do artigo que publiquei.

Decorrido que está um mês da anunciada descoberta, nunca mais se ouviu falar da molécula e do medicamento.

Esqueçamo-lo pois.


Ver -

ARTIGO


***


VACINAS COVID


As vacinas estão aí. Cada Estado com os seus planos de vacinação – e alguns sem nenhum…

É fundamental vacinar a população mundial. Ao que parece não temos outra alternativa.

Mas os resultados da eventual vacinação em massa não serão os esperados...


***


Gostaria de vos alertar para algo, que tem passado desapercebido e que dispensa comentários.


No dia 25 de Agosto, o Expresso, na sequência de uma notícia avançada pelo "Financial Times", donde consta que a Vaccines Europe, que representa farmacêuticas como a AstraZeneca, GlaxoSmithKline, Janssen, do grupo Johnson & Johnson, Merck, Novavax, Pfizer, Sanofi, Takeda, Abbott ou a CureVac, estava a fazer pressão junto da EU para que as empresas ficassem protegidas, caso viessem a ser processadas por problemas causados com as vacinas que estão a produzir.


Num memorando interno da responsabilidade dos membros da Vaccines Europe, a que o "Financial Times" teve acesso, pode ler-se:

 “A velocidade e a escala do desenvolvimento e dos resultados significam que é impossível gerar o mesmo volume de provas subjacente, que normalmente seriam disponibilizadas através de extensivos testes clínicos e de cuidados de saúde com experiência acumulada”.

O mencionado documento sublinha haver riscos “inevitáveis” numa situação em que a pandemia obrigou a apressar a produção de vacinas para um prazo de escassos meses, num processo que, em circunstâncias normais, demoraria vários anos ou, até, mais de uma década.

A Vaccines Europe apelou, no memorando, para que houvesse “um sistema compreensivo relativamente a falhas zero e isenções em processos civis”.


No dito memorando interno, a Vaccines Europe advertiu, que algumas pessoas podem sofrer “efeitos adversos” após a vacinação e que “este tipo de ocorrências, combinado com a escala do programa de vacinação e a atenção pública à covid-19, pode levar a numerosas queixas danosas”. 


Julgo que todos entendemos a gravidade da situação.

"Queixas danosas" não são meros efeitos adversos, praticamente sem significado e que desaparecem ou parecem desaparecer em dias…

No entanto, entendo os "receios" das indústrias envolvidas neste processo rápido de encontrar uma vacina - "depressa e bem duas vezes bem", poderá aplicar-se à pintura alla prima, mas dificilmente se aplicará à ciência.


Ora, são os próprios “fabricantes” a avisar que o produto ainda não é confiável, com riscos inevitáveis, e pode levar a numerosas queixas e processos de indemnização cível.

E tendo dito tanto, intuo que muito pouco disseram do que sabem, e ainda há muito que não podem saber.

Não é necessário falar mais sobre isso. São eles que falam por si e o que afirmam são factos indesmentíveis, porque são eles os autores do que afirmam.



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MAUS EFEITOS DA VACINAÇÃO


É o próprio memorando citado pelo artigo do "Financial Times", que nos adverte da eventualidade ou “inevitabilidade” de surgirem efeitos adversos.

Em milhões de pessoas, digo eu.

A vacina poderá vencer esta batalha e executar a obra que lhe foi destinada.

Mas não tenho qualquer dúvida que a VACINOSE será uma realidade, a curto e a longo prazo, em muitos dos vacinados.

A curto prazo, no dia e dias que se seguem à inoculação. A longo prazo, gerando uma multidão de sicóticos* com todas as consequências perniciosas que daí poderão advir.

- * Veja-se o conceito de sicose em homeopatia. -


Repetimos: é evidente que a vacina deve ser tomada desde que demonstrada a sua segurança e eficácia – não consigo vislumbrar outra solução para a pandemia face à sua expansão e descontrole no Ocidente por carência absoluta de autoridade e organização dos seus líderes; não vou voltar a falar nos "Quatro Tigres da Ásia", muito especialmente em Taywan; também não precisamos de falar mais disso

Mas, para que possamos diminuir os efeitos adversos “inevitáveis”, que sempre surgem como consequência da vacinação, limitamo-nos a propor a prevenção e tratamento homeopático para o efeito, já que nada mais nos resta.  


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MAUS EFEITOS DA VACINAÇÃO


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VACINA COVID – PREVENÇÃO DE EVENTUAL VACINOSE


Pelos riscos que a mesma pode causar – até a médio e longo prazo -, sugerimos –


No dia da vacinação


THUYA 30 CH, 5 gotas.


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Após o dia da vacinação – 


Se mesmo assim, depois da vacinação, no dia ou dias seguintes*, surgirem sintomas ou patologias cuja causa possa ser assacada à vacina, tais como abcessos, algumas alterações comportamentais inesperadas, asma, convulsões, desmaio, diarreia, dificuldades respiratórias, dor de estômago ou nas costas (lombalgia), edemas, fadiga grave, febre elevada, inflamação dos olhos ou das mucosas, náuseas, paralisias dos membros inferiores e outras, problemas no local da injecção, transtornos mentais graves, verrugas, dificuldade em dormir, ou quaisquer outros, muito em especial, problemas do foro neurológico, sugere-se:

- * atente-se que os efeitos adversos podem surgir logo após a vacinação, dias, meses e até anos depois. -


Com o aparecimento de quaisquer "novos" sintomas, complementarmente ao que for estabelecido pelo médico assistente, que deve ser sempre consultado de imediato, sugere-se que o paciente faça -


No dia do aparecimento dos sintomas

THUYA 30 CH, 5 gotas em duas tomas – de manhã e à noite.

SILICEA 30 CH, 5 gotas, também em duas tomas – de manhã e à noite.


Cinco dias depois repete o tratamento.


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MEDICAÇÃO  HOMEOPÁTICA

PARA PREVENÇÃO DA COVID 19


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ADITAMENTO – 22/12/2020


Tem sido afirmado por médicos-comentadores e por autoridades de saúde, que a nova estirpe do vírus VUI-202012/01, surgida em Inglaterra, não alterará a eficácia das vacinas - a confusão é tal, que cada um fala num número diferente de mutações...


No entanto, Ugur Azahin da Biontech - vacina da Biontech/Pfizer - afirmou ipsis verbis:

“Esta variante é um pouco diferente. Tem nove mutações, não apenas uma única mutação, e não sabemos de momento se a nossa vacina também é capaz de proteger desta nova variante. Mas, cientificamente, é altamente provável que a resposta imunológica desta vacina consiga lidar com a nova variante do vírus. Obviamente, não se trata de apenas uma questão técnica. Temos de lidar de como os reguladores como a EMA, a FDA e outras autoridades vão analisar isto, mas em princípio, tecnicamente é possível fazer uma nova vacina que reflicta as novas estirpes em poucas semanas.”

Fonte – Sic notícias, 22/12, 13h e 19m.

O sublinhado é nosso.


Veja ainda -




Num outro canal, no mesmo dia, é noticiado que a Pfizer garante eficácia contra a nova estirpe identificada no Reino Unido.

A directora médica da Pfizer em Portugal, alicerçando-se em estudos que estão a decorrer com infectados do Reino Unido, afirmou ipsis verbis, que “os dados apontam para que a vacina previne também a doença causada pela nova variante.”

Fonte – RTP 1, 20h e 14m.


No dia 29, o Secretário de Estado da Saúde, Lacerda Sales, que ficou conhecido pela sua participação nas patéticas e altamente contraditórias conferências diárias da DGS, afirmou ipsis verbis ao jornalista que o questionou quanto à eficácia da vacina da Pfizer, no que toca à existência desta nova estirpe (e espante-se, de outras ainda desconhecidas…):

“(…) é uma variante que tem a ver com uma proteína do vírus, e como sabe, não interfere com a vacinação, ou seja, a vacina é efectiva para essa variante e para outras, com certeza.”

Fonte – TVI 24, 29/12, 13h 22m 

Um verdadeiro sábio. E "como sabe" (quem é que sabe, sr. Lacerda, os jornalistas?!)..."Com certeza"...

"Como sabe" e "como sabe" e ainda "como sabe" - pelos vistos toda a gente sabe, nomeadamente os jornalistas, o que só o triste secretário sabe...


Ver a partir do 3º minuto.

https://tvi24.iol.pt/sociedade/31-12-2020/vacina-e-efetiva-contra-a-nova-variante-da-covid-19-assegura-governo?jwsource=cl


Santa burrice!... Que não é de agora!



As contradições, a loucura, assim como meras opiniões orquestradas e geradas pelo lucro e por outros interesses pessoais ou até políticos, instalaram-se nos mais que numerosos  e diversificados especialistas, enquanto o capitalismo selvagem desnorteia os fabricantes de tão generoso negócio.


Os comentadores científico-adivinhos, as autoridades de saúde e os políticos, sabem mais da vacina da Biontech/Pfizer que Ugur Azahin?

O Senhor Ugur não sabe se esta variante pode ser combatida pela vacina da Pfizer, mas é cientificamente – ciência intuitiva?! - possível…, e talvez seja ou não seja, nesta e noutras variantes ou estirpes.

E se não for possível?

– Em "poucas semanas" faz-se uma nova vacina. E encontrar-se-á uma desculpa para eventuais atrasos nas entregas...

Se em seis semanas - ou menos - se faz, ou melhor, se corrige uma nova vacina, quanto tempo vamos esperar para saber se  vacina é ou não eficaz nesta variante? Duas ou três semanas? Estranho... O que é célere no que é complexo é lento no que é simples - certo, incalculáveis prejuízos financeiros.

Arrisco-me a intuir que a Biontech/Pfizer já tem o conhecimento de qual o efeito da sua vacina na nova estirpe. Mas o lucro fala mais alto.

 

Quantas novas estirpes irão surgir para além da 501 V2, da África do Sul, que afecta principalmente jovens, e da  mencionada VUI-202012/01, que apresenta uma maior taxa de transmissibilidade?

Quantas vacinas teremos de fazer? De quanto em quanto tempo?

Se a vacinação impuser várias doses ou doses anuais, que sejam as vacinas mais baratas, tal como a da AstraZeneca, cujo preço é uma fracção das outras - que têm custos elevadíssimos -, e que concordou na sua venda para países pobres a preço de custo, a ser a privilegiada.


E há aqui algo que me preocupa quanto baste:

1 - O que é que pode acontecer aos milhares de assintomáticos e a outros indivíduos infectados, que manifestem sintomas ligeiros e atípicos sem que os relacionem com a infecção pelo vírus, e que desconhecendo o facto de estarem infectados vão acabar por ser vacinados, apesar de serem portadores de doença aguda?

2 - Qual vai ser a reacção à vacina covid de um organismo infectado pela mesma covid?

3 - E vamos vacinar quem esteve infectado há poucos meses, desconhecendo a reacção de um sistema imunitário ainda com anticorpos?

4 - Existem ou não possibilidades de reacções adversas graves a médio e a longo prazo?


Protejam-se. Questionem os médicos e especialistas bem informados - não os asnos que falam por falar, sem tempo para estudar, porque o "ouro" fala mais alto, que não estejam a soldo do poder instituído ou das farmacêuticas, "cabeçudos" que não almejem com os seus "comentários" um lugar na estrutura do Estado, ou os que dela sejam directa ou indirectamente dependentes - para que vos expliquem o que pode efectivamente acontecer nestes casos.

Não gerem, de imediato, demasiadas expectativas. Tudo isto terá um fim, mas não tão cedo como se apregoa.

E já que todos “intuem” qualquer coisa, inclusivamente os "especialistas", parece-me que estamos perante um vírus que desenvolveu “estratégias” - é o que apelido simbolicamente de "inteligência vírica", que para nossa infelicidade abunda neste micro-organismo - para vencer as nossas defesas num período de tempo mais curto do que podemos levar para a sua “reconstrução”, o que irá agradar sobretudo à indústria farmacêutica, que se apresenta hipocritamente solidária com um mundo enlouquecido.


Espero que compreendam, que a “luz ao fundo do túnel” são os faróis das novas estirpes que circulam em contramão, umas atrás das outras.


Como em contramão têm "caminhado" os ineptos governos e autoridades de saúde ocidentais, nos quais se inclui e destaca o "pobre" Portugal.


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José Maria Alves

https://homeoesp.org/

https://josemariaalves.blogspot.com/