Este diário complementa o nosso site pessoal

( VER ETIQUETAS NO FIM DA PÁGINA )

USE O PESQUISADOR DO BLOGUE -

-

OS TRATAMENTOS SUGERIDOS NÃO DISPENSAM A INTERVENÇÃO DE TERAPEUTA OU MÉDICO ASSISTENTE.

ARTE

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

DIA DO CORAÇÃO



dia do coração        amantes de
filigrana do prazer prateado
em que só nossas ocultas partes
doiravam sol e pecado





FUGIR DO FIM



naquela mesa de pedra
plantada no velho jardim
ao som do vento nas rosas
no silêncio da fonte a brotar
do mais profundo de mim
te penetrei horas e horas
num tão lento amar
querendo sempre e somente
fugir do fim





TRÊS SÃO OS DEUSES



três são os deuses
que vejo

três os prazeres terrenos
que fruo

três constroem beijo a beijo
o encantamento da noite





COM O SEXO EXPOSTO



com o sexo exposto
bocas que te sugam
harmoniosos mamilos

mãos que dedo a dedo
se aproximam 
desse canteiro florido

donde a vida nasce
com amor 
e dor de parto





O SEM-SENTIDO



pernas que se entrelaçam
suave é a mão na deleitável
curva dos seus seios

bocas que se unem
flores ao vento 
na brisa do suão

a percorrer 
os extensos filamentos
dessa juventude

a quem 
tudo é permitido
mesmo o sem-sentido





QUANDO O AMOR SE TRANSFORMA EM VERDADE



o desejo
na tua boca

o meu sexo
aberto 
aos lábios
rubros de fogo

na eternidade
daquele momento
em que o amor
se transforma
em verdade





DOIS CORPOS LUMINOSOS



que pecado pode haver
quando dois corpos luminosos
se abraçam beijam e afagam





VOLÚPIA DOS SENTIDOS



ceptro cingido a veludo
volúpia dos sentidos
que se comprimem
nos olhos cerrados

a tua face no pescoço dela
meu sexo nas suas mãos
quente sémen que se derrama
pelas duas acariciado





UMBRAIS DO ANSEIO



nos umbrais do anseio
teus braços te envolvem
teus seios se erguem

corpo seminu
de pássaros cinzentos

crepuscular instinto

triste é a espera
da solidão
no incenso extinto
do fim de tarde





UM BEIJO É SEMPRE SANTO



muitas te envolvem
te beijam
saliva derramada
em húmido canto

um beijo é sempre santo





NA LOUCURA DA NOITE



na loucura da noite
aos dois quiseste
e dos três um fizeste





DE COSTAS



de costas te tocas
de costas consentes
de costas te prendes
de costas me negas
de teu corpo as pregas





PERNAS QUE SE ABREM



pernas que se abrem
mãos que se unem
a angústia do abandono
no curto espasmo
por dóceis dedos cavado





JORRAM LÁGRIMAS DO MEU SEXO



as tuas próprias mãos
transfiguram o delubro do desejo

quando te amas
e assim lasciva te vejo

mesmo que o digam
sem jeito ou nexo

jorram lágrimas 
do meu sexo





ORGÍACA DANÇA



o quadro que vos alcança
que vossos corpos une
não é apenas madrasta arte
mas testemunho das bocas 
que se escondem na noite
em ritmo de orgíaca dança





A VISITAÇÃO DOS SEIOS



visitam-me teus seios
erectos
perfeitos

e eu
nesta hora de dor
neste sentimento
de morte eminente

nesta angústia larvar 
de quem toda a fortuna perdeu
por já te não poder amar





NUA CONTRA A PAREDE



na luz da casa deserta
contra fria parede
tua nudez
emudece a sombra
da alma púrpura
que solitária te penetra
e que na íntima tristeza
da pele orvalhada
não te sente a beleza





CORPO NU AO DESEJO ABERTO



corpo nu
como no berço

elevado
belo
e delgado

corpo
que aguarda

por túnica
meio-coberto
ao desejo
aberto





A RAZÃO ELEGE O INSTINTO NÃO



vejo-te
no retrato
da vida
não és uma
és muitas
tantas
que me perco
e a todas desejo

porque a razão elege
mas o instinto não





SAUDADE MORTA



o colar
que usaste
nas noites quentes
à beira-mar

mão no peito
poisada
o anel azul
de noivado

teus olhos
azuis
inundam 
o coração
que me asfixia

lembrança 
do muito amar
do tanto que te dei
e do outro tanto
que deixei de te dar

se a mim te ofereces
ou me apartas
e a outro preferes
já pouco me importa
que a vida é curta
o tempo escasso
e a saudade morta





UMA LÁGRIMA



uma lágrima
em tua doce face
de branca rocha polida
lúgubre penitência do pecado
que me algema e tolhe a alma
nesta doentia tarde de domingo





NA ESPERA DO AMANTE



nesse espelho te vês

fera adormecida por leito

com tua nudez te deleitas
e no meu coração lês
a dor que me sangra o peito
na ilusão do prazer
de quem não amas
e com quem te deitas





A PAIXÃO TAMBÉM MATA



naquela tarde
sequiosa
fizemos amor 
nas margens
arenosas
do ribeiro

tudo fizemos
já que amar
tudo consente
sem pecar

lavámo-nos
em águas
gélidas
e de costas voltadas
jurámos
mão na mão

o que fazer 
nos faltava

a separação

porque a paixão
também mata





A INICIAÇÃO DAS AMANTES



o velho cadeirão tão gasto
a janela colorida de prazer
donde vos olho abismado

e vós sentadas
uma nas coxas da outra
mão em retesado mamilo
outra no seio por inteiro

rosa que se abre
ao vosso anseio





POUCO FALTA PARA A CONSUMAÇÃO



toco no teu peito
reclino-me no teu ombro
sinto a delicadeza de teus dedos

erguesse-me o anseio

afagas teu seio direito
beijo-te o esquerdo
treme-me a mão
ao toque subtil

pouco falta para a consumação





COMO SÃO DOCES



como são doces os muros intocados de cristal
as torres de marfim do mais torpe dos palácios
e plácidos os movimentos em ascensão

o rouxinol doirado
no parapeito lazúli
canta ao mundo
o orgasmo 
que pelo toque
fácil nasce
verde     tão verde
esverdeado e doce
grácil e      
profundo





DO MEMBRO O INTENTO



ficou-me na memória a tua fotografia esverdeada
enevoada pelo tempo

a saliva desprende-se dos lábios ressequidos

mais uma noite
o incenso alastra-se pelo aposento

o luar arrasta-se pelo soalho 
pesaroso        dolente

e nos lençóis
alumia-se no membro o intento





EU DENTRO DE TI TU DENTRO DE MIM



eu dentro de ti
tu dentro de mim
assim te vejo assim me vi





SEM FORÇAS PARA UM POEMA



sonhei contigo
num verso cruel

tu viva
eu morto

incompreendida
saudosa

e eu
envolto em noite escura
sem te poder amar
sem amor viril
sem forças para um poema
que te possa doar





AS ROSAS QUE DÃO SENTIDO À VIDA



estás tão triste moça nos portais dessa ermida                       
todo o amor que não nos assiste faz dó        mata o que sofre naufragante no mar cinzento da desventura        não estejas        bebe vento bebe sol as estrelas do firmamento        cobre o teu corpo com o meu lençol        suga-me o alento        depois exausta adormece no meu ombro calma distendida saciada        a mão no meu ventre        desce em sonho até à haste erecta e florida 
enquanto ainda palpitam as rosas que dão sentido à vida





DIZ-ME ESPELHO MEU



de noite
despido

visto o teu corpo
como-te as entranhas

e apenas porque é noite
branda de veludo

na escuridão
se tudo nos é permitido

diz-me espelho meu 
se alguém ama como eu





terça-feira, 23 de setembro de 2014

ÉBOLA - PREVENÇÃO E TRATAMENTO - HOMEOPATIA



À epidemia denominada Ébola, não tem sido prestada a devida importância, seja  como consequência da leviandade com que o problema está a ser tratado nalguns artigos científicos e de opinião seja na comunicação social e nas redes sociais.

Conter o vírus do ébola é de todo essencial. Mas estarão a ser tomadas as medidas necessárias? Não estaremos a subestimar o eventual aumento catastrófico de contaminados por um vírus, que tal como o vírus da gripe e o VIH - todos eles vírus de ARN, significando tal facto a existência de enorme capacidade de mutação e adaptação?
Esta actual estirpe de vírus não se constituirá como um perigo acrescido de transmissão?
Ou tudo isto não passa de uma “impostura” como apregoam alguns?
Gostaríamos que assim fosse; mas infelizmente não o é. A revista The Lancet Infectious Diseases afirma que a resposta à epidemia tem sido de todo insuficiente e prevê que na continuidade de uma negligência insustentável – a expressão é nossa -, os casos possam atingir em Dezembro os 170.000, e os mortos 90.000 no condado de Monróvia, capital da Libéria. 
Haverá ainda que contar com a epidemia na Guiné-Conacri e na Serra Leoa.
Estes números, por si, já são assustadores. E muitos outros irão surgindo – por obra do acaso, negligência ou terrorismo -, desbravando ainda que com alguma morosidade todas as fronteiras.
Provavelmente as epidemias anteriores foram controladas, quer por via do período de incubação quer pela mortalidade da patologia. Parece-nos que algo se transfigurou nesta evolução epidémica – os cientistas o dirão.
Não há motivo para pânico, dizem-nos. Por ora, talvez não. Até porque o pânico é sempre mau conselheiro. Mas existe a necessidade premente de agir.
O ébola não é a gripe das aves. Tem capacidade para infectar as células epiteliais, ao contrário do que acontece com o VIH. Assim a transmissão pode operar pelo contacto dos fluidos - tais como fezes, lágrimas, leite materno, muco, saliva, sémen, transpiração, vómito, urina - na boca, feridas, olhos de outrem.    
Pela inacção poderemos ter num futuro próximo um número catastrófico de infectados, talvez um milhão ou mais – quem me dera poder ser optimista… 
E creiam que o surto epidémico não se irá restringir aos países pobres de África, da Ásia e da América do Sul, atingindo inelutavelmente, ainda que com alguma lentidão os países desenvolvidos.

É indubitavelmente um vírus aterrador e devastador, que terá surgido em 1976 no Sudão e na República Democrática do Congo, junto ao Rio Ébola, que deu nome à doença. Infeccioso e com uma taxa de mortalidade muito elevada – pode superar 90% dos infectados – começa a gerar um pânico generalizado nalgumas regiões do planeta e como já anotámos não deixa de se constituir como ameaça, mesmo nos países mais desenvolvidos. 
Existirão cerca de cinco espécies de vírus, com os nomes dos seus locais de origem. Apenas um não terá gerado enfermidade nem causado qualquer morte.

O vírus pode ser transmitido, quer por humanos quer por animais – por intermédio do sangue, sémen, e outros fluidos (vidé supra) - e provavelmente, em determinadas circunstâncias de adaptação endógena e exógena, por outros meios, tal como ocorre com o vírus da gripe e similares.


SINTOMAS I – Quadro semelhante ao da gripe
- febre súbita;
- fadiga e fraqueza;
- dores nas articulações;
- dores musculares;
- dores de cabeça;
- dores abdominais.

SINTOMAS II - Outros
- exantema maculopapular – um grande número de infectados apresenta os sinais desta patologia;
- anorexia;
- prurido com ou sem erupções cutâneas;
- deficiência nas funções renais e hepáticas;
- vómitos;
- diarreia.

SINTOMAS III – Fase hemorrágica
- distúrbios da coagulação sanguínea;
- hemorragias internas e externas;
- hemorragias nas pregas da pele;
- hemorragias das mucosas – aparelho digestivo, gengivas, nariz, etc. 
- olhos avermelhados;
- vómitos com sangue;
- sangramento ao tossir;
- sangue nas fezes.

SINTOMAS IV – Menos comuns
- dor no peito;
- falta de ar;
- inflamação da garganta;
- dificuldade em engolir;
- soluços.



O diagnóstico deve ser sempre feito em laboratório e com a intervenção da medicina convencional.
Não existe tratamento para o Ébola, seja alopático seja homeopático e todos os que lidarem com pacientes infectados devem ter os cuidados recomendados.
Neste curto artigo, não iremos dissertar longamente sobre uma doença que tem em escritos da especialidade (medicina alopática) todas as informações necessárias, mas antes, contribuir para a prevenção e tratamento possível da epidemia com a utilização de medicamentos homeopáticos criteriosamente escolhidos.
No entanto, como já se disse, não subestimemos a epidemia. Irá atingir em pouco tempo um número mito elevado de seres, principalmente os mais desfavorecidos, desvalidos abandonados por um mundo cruel e hipócrita. 

Deve ficar claro, que nesta sede, é a medicina convencional que deve “ditar as regras” e caberá aos profissionais de saúde medicar os seus pacientes com Homeopatia, se assim o entenderem.
Estamos convictos de que, quer o medicamento usado a título preventivo quer o protocolo de tratamento muito poderão fazer. Mas a nossa convicção vale o que vale.
Ou seja, a Homeopatia terá um efeito benéfico na prevenção, e auxiliará na cura dos casos propícios, bem como na minimização sintomática e do sofrimento naqueles que possam ser fatais. Vamos mais longe. Poderá mesmo constituir-se como causa curativa - por via dos seus mecanismos próprios de acção. 
E esta nossa convicção leva-nos a oferecer os nossos préstimos onde alguém de boa-fé e com abertura de espírito, os julgue necessários, desde que respeitados os ideais e a Carta Internacional de Princípios dos Homeopatas Sem-Fronteiras.
De qualquer modo, o custo dos medicamentos produzidos em grandes quantidades - podendo mesmo sê-lo nos locais de risco - seria irrisório.



PREVENÇÃO - 

CROTALUS HORRIDUS 6 CH, 3 gotas por dia – se o perigo de contágio for grande, 3 gotas 3 vezes ao dia


TRATAMENTO –

PROTOCOLO –

CROTALUS HORRIDUS 7 CH, 3 gotas de 3 a 5 vezes ao dia;
EUPATORIUM PERFOLIATUM 200 CH, 5 gotas dia; e
PHOSPHORUS 30 CH, uma dose única a repetir decorridos que sejam 30 dias.

As doses devem ser ajustadas em conformidade com a intensidade dos sintomas.


http://www.homeoesp.org/livros_online.html

NÃO, NÃO VOU POR AÍ!



"OS PORTUGUESES SÃO INVEJOSOS E ALDRABÕES"




"O MUNDO ESTÁ INFECTADO"


***


NÃO, NÃO VOU POR AÍ!
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo


CÂNTICO NEGRO





quarta-feira, 4 de junho de 2014

O FIM DO MUNDO HUMANO - ATÉ 2040






Cientistas prevêem extinção da humanidade até 2040


Um depoimento sério a que muito poucos  irão dar atenção.
Talvez seja assim, talvez não, mas em poucas décadas só os incautos não se aperceberam das nefastas modificações climatéricas e do comportamento animal e vegetal – já para não falar especificamente das alterações psíquicas e somáticas do animal-humano.

Obviamente que o mundial de futebol é bem mais importante, com os seus ídolos, verdadeiros gigantes-pés-de-barro,  como mais importante são as jovens modelos e os reizinhos, as princesas de cordel, as novelas e seus actores, os concursos da moda, os laureados, os cantores-pimba, os escândalos das revistas cor-de-rosa. 

Se julgarem que vale a pena, se assim o entenderem, até por mera curiosidade, ouçam o Homem – não tem ilhas no Brasil, não namora nenhuma escultura-sem-cérebro, não é estrela de concursos televisivos mediáticos, não é manequim-sem-sentido, actor laureado ou excêntrico super-milionário.
É sério, culto e reconhecemos-lhe sabedoria. Quanto ao resto, o tempo o dirá…








segunda-feira, 2 de junho de 2014

O REGRESSO DAS AVES NOCTURNAS




o regresso das aves nocturnas à mancha esverdeada do testemunho dos infiéis     o sol cai no mundo dos homens entre placas de mármore carregadas de distantes e altaneiras montanhas
ela esperava-o naquela estação cinzenta e fria adornada a mendigos e ouriços solitários     na vastidão do desejo o lótus encarnado e entumecido agitava-se no fumo branco de uma lágrima 
ah as luzes naquele mar imenso da planície ribatejana   sonho de um orgasmo com ramos crescentes
era impossível descrever a ânsia primaveril do coração  submergido nas longas noites de incenso devastado     o beijo do encontro já possuía a essência da peçonha de todas as partidas
árvores verdes brotavam das searas sumidas no êxtase oculto do biombo lacado
um ceptro adocicado modelou a escuridão de seu corpo incendiado





SANTA COMBA DÃO




santa comba dão     mais além nelas
as vinhas estão mortas e oliveiras entristecidas pregam o olhar no chão
um pinheiro manso repousa no telhado do pavilhão
giestais florescem onde antes ao som das cantigas as enxadas rasgavam a terra
vozes antigas das raparigas 
um pequeno laranjal alberga todos os planetas do mundo



http://www.homeoesp.org/livros_online.html



NELE ESTOU VIVO




por vezes 
não sou eu que escrevo
que penso     que vivo
alguém vive no meu espírito
pensa o que não penso
dita o que escrevo
diz o que não digo
e se de mim estou morto
nele estou vivo


http://www.homeoesp.org/livros_online.html



PEQUENOS POEMAS




os dias deviam ser ronceiros
como lesmas sem rastro
ou veleiros em delicada brisa



três chaminés enormes
em perfeita quietude –
que desperdício



abomino telhas e soalhos
não assim o céu e o mar
na maresia que em mim nasce



para esta viagem
a melhor companhia
é o silêncio da solidão



sol do meio-dia 

no rio a imagem do céu
na cabecita da rã



dia de primavera –
as ruas sujas da cidade
ignoram-no



do longo e frígido inverno
nasceu fugaz primavera
como paixão de amantes



a seara na serra
é um mar verde
a ondular ao vento



no cemitério entre mortos
leio as inscrições da memória –
uma lágrima inunda os sepulcros



inverno chuvoso –
no campo alagado
dois cães fazem amor


http://www.homeoesp.org/livros_online.html




segunda-feira, 7 de abril de 2014

PÂNICO - ATAQUE DE PÂNICO







PROTOCOLO DE TRATAMENTO -
MEDICAMENTOS UNITÁRIOS

ARGENTUM NITRICUM 7 CH, 3 gotas dia sim dia não, em alternância com 
GELSEMIUM 7 CH, também 3 gotas dia sim dia não.

ACONITUM 5 CH, 3 gotas 3 vezes por dia.

A cada toma agite energicamente o frasco-medicamento dez vezes.

Para o pânico tenha também sempre consigo um tubo de grânulos (ou glóbulos) de »
ACONITUM 6 CH - 
em todas as situações de SOS, na rua, num aglomerado, centro comercial, trânsito, etc, sempre que o ataque surja ou esteja na eminência de surgir, faça 3 grânulos sublingualmente. Pode repetir de 5 em 5 minutos, 10 em 10, espaçando as tomas em função das melhorias - v.g., de 15 em 15 minutos, 30 em 30.

Não transporte os medicamentos junto de telemóveis e afaste-os de aparelhos eléctricos.

Com este tratamento homeopático, poderá também fazer a AUTO-ISOPATIA ENERGÉTICA, método expedito. 
Veja em: