Ouviu-se um acorde
De dó maior no corredor escuro da casa grande do embarcadouro
Alguém soletrava palavras de versos salgados que ecoavam no horizonte cinzento-pérola Maresia e acórdão entrelaçados em acto de amor
Ao fundo da rua estreita via-se o céu carregado de sombras e a Lua timidamente a espreitar
Uma cantora com uma garrafa de rum ao peito encostara-se ao garrido papel de parede descolorado por alucinações larvares Não se iria deitar sem homem No ferro-velho do pontão Norte encontraria pelo menos um velho mutilado ou um magistrado embriagado
Iria beber o licor da volúpia num qualquer vão de escada enquanto o mar descansava nos degraus do cais
De dó maior no corredor escuro da casa grande do embarcadouro
Alguém soletrava palavras de versos salgados que ecoavam no horizonte cinzento-pérola Maresia e acórdão entrelaçados em acto de amor
Ao fundo da rua estreita via-se o céu carregado de sombras e a Lua timidamente a espreitar
Uma cantora com uma garrafa de rum ao peito encostara-se ao garrido papel de parede descolorado por alucinações larvares Não se iria deitar sem homem No ferro-velho do pontão Norte encontraria pelo menos um velho mutilado ou um magistrado embriagado
Iria beber o licor da volúpia num qualquer vão de escada enquanto o mar descansava nos degraus do cais

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