As Crianças são cruéis
Algumas são monstros de rostos pálidos perfeitos angelicais ruínas bárbaras de bosquetes encantados por duendes e semideuses
Crescem no movimento dos milhafres imersas no êxtase fatídico de palácios submersos
Aquela isola-se
Aquela canta
Aquela outra discursa agonizante
Estiradas no lamaçal construtoras de mundos de carvão e papel fosforescente galgam caminhos eivados de tempestades e pedras preciosas em vigília permanente
Adormecem no pesado sono do infortúnio vagabundeando de sonho em sonho e acordam na fraqueza das cidades moribundas onde roídas são por vermes lacustres da ambição
Sem remorso sem redenção
Algumas são monstros de rostos pálidos perfeitos angelicais ruínas bárbaras de bosquetes encantados por duendes e semideuses
Crescem no movimento dos milhafres imersas no êxtase fatídico de palácios submersos
Aquela isola-se
Aquela canta
Aquela outra discursa agonizante
Estiradas no lamaçal construtoras de mundos de carvão e papel fosforescente galgam caminhos eivados de tempestades e pedras preciosas em vigília permanente
Adormecem no pesado sono do infortúnio vagabundeando de sonho em sonho e acordam na fraqueza das cidades moribundas onde roídas são por vermes lacustres da ambição
Sem remorso sem redenção

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