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OS TRATAMENTOS SUGERIDOS NÃO DISPENSAM A INTERVENÇÃO DE TERAPEUTA OU MÉDICO ASSISTENTE.

ARTE

sexta-feira, 8 de maio de 2020

A EFICÁCIA DO PLACEBO EM MEDICINA






A EFICÁCIA DO PLACEBO EM MEDICINA


INTRODUÇÃO

O PLACEBO consiste numa forma de tratamento que não se fundamenta em nenhum suporte, nomeadamente químico, biológico ou cirúrgico específico, para provocar melhorias ou curas em pacientes com determinadas patologias físicas ou psíquicas. 
É em síntese, um qualquer procedimento inerte que origina efeitos terapêuticos em pessoas com esperança psicológica na sua acção.
Nesta perspectiva, tudo pode ser considerado placebo desde que o paciente acredite nas suas propriedades terapêuticas. A crença tem subjacente um terreno composto por dois factores: um inconsciente e outro consciente. O inconsciente é dominado por todos os condicionamentos que fomos adquirindo ao logo da nossa vida e o consciente na esperança do efeito da substância inerte ministrada.

Quando médicos e investigadores se referem ao placebo identificam-no com uma substância inócua para uma determinada enfermidade e que é utilizada em ensaios clínicos.

Não são excepções os casos em que o placebo tem um efeito comparável ou até superior aos medicamentos cientificamente comprovados para o tratamento de determinada doença – os investigadores chamam-lhe mega-placebo. Como veremos infra, tudo irá depender de múltiplos factores, sejam ambientais sejam humanos.

O placebo também pode causar efeitos indesejáveis ou reacções adversas nos pacientes submetidos a estudo e a quem os experimentadores elencam um grupo mais ou menos numeroso de contra-indicações medicamentosas, denominando-se NOCEBO.
Notemos nesta sede, todos os enfermos que antes de tomar os remédios prescritos pelo médico assistente, lêem as respectivas bulas e começam de imediato a observar ou sentir como consequência da SUGESTÃO os ditos sinais e sintomas.

Depreendemos que o efeito placebo – ou nocebo – é directamente proporcional ao grau de SUGESTÃO que os investigadores conseguem inculcar nas mentes propícias dos pacientes ou que estes incutem a si mesmos.

Será que o placebo é muito mais do que um falso medicamento? Poderá ser uma das formas possíveis de curar um determinado paciente portador de uma patologia específica?
Se assim for, estaremos a pôr em causa a visão cientificista e organicista da medicina convencional.



TIPOS DE PLACEBO 

O PLACEBO pode ser:
- Um comprimido ou uma cápsula de farinha;
- Pomada sem qualquer componente que produza efeitos medicamentosos;
- Injecção de água destilada;
- Falsa acupunctura, normalmente executada com agulhas retrácteis que não penetram a pele;
- Aparelhos médicos sem efeitos eléctricos, electromagnéticos, de laser – mas que os simulem;
- Falsa cirurgia;
- E muitas vezes, mais do que seria desejável – veremos porquê – o próprio médico ou terapeuta.
E ainda:
- Luzes coloridas;
- Cristais;
- Pedras curativas;
- Imposição de mãos;
- A oração.
(Não vamos debater, por ora, as terapêuticas não convencionais, nem debateremos a magia tão difundida no nosso país).

O efeito PLACEBO existe ainda com os medicamentos reais o que tem de ser relacionado com a atitude do médico ou terapeuta.


EFICÁCIA - TIPO E APARÊNCIA DO PLACEBO

Comprimidos e cápsulas têm maior eficácia:
- Com caracteres impressos; 
- Se estiverem embalados numa caixa com um design vistoso;
- Quando tomados dois de uma só vez;
- Quando o experimentador convence o paciente de que o medicamento é muito dispendioso;
- Outrossim quando o convence de que se trata de um tratamento novo e revolucionário.

Há ainda que tomar em consideração estudos que se fizeram relativamente à cor dos comprimidos e cápsulas de placebo ministradas:
- Azuis – Têm uma maior eficácia como calmantes;
- Amarelos – Como antidepressivos; e
- Vermelhos – Para a dor.

Tanto à pomada quanto à injecção podemos adaptar as conclusões obtidas para os comprimidos.

Os aparelhos médicos devem ser sofisticados e imponentes, com muitos botões, acendendo e apagando luzes de controlo para produzirem um considerável efeito placebo.

A falsa cirurgia deve ser realizada em sala adequada, em ambiente hospitalar ou idêntico, e todos os rituais devem ser cumpridos.

Quanto mais complexo for o procedimento de “aplicação” do placebo melhor será o seu efeito.


O MÉDICO COMO PLACEBO

Vivemos tempos difíceis onde parece vingar a ganância. O dinheiro nunca é suficiente. A classe médica, em geral, trabalha de hospital em hospital, de clínica em clínica, nos seus consultórios privados, amealhando como se Deus lhes concedesse a eternidade neste mundo.
É evidente que nesta corrida ao ouro o tempo para consultar o paciente é escasso. 
A qualidade da relação médico-doente tem-se vindo a deteriorar nos últimos anos, quer por culpa dos médicos quer do sistema nacional de saúde.

O médico alopata, muitas vezes, nem se digna olhar para o doente e não se dispõe a ouvir as suas queixas. Não tem tempo. Interrompe-o e prescreve em função do que lhe parece – muitas vezes bem. Mas o enfermo sente-se abandonado, que não foi ouvido nem visto e desconfia da ligeireza do médico.

Eu próprio assisti à porta de uma urgência de uma pequena cidade da província um casal rasgar uma receita médica e dirigir-se para a urgência da cidade vizinha; por aquelas bandas poucos se acreditavam naquele médico de serviço.
Como também vi gente implorar – como hoje ainda imploram - para que não os levassem para o hospital do distrito, conhecido como “a morgue”, por não confiarem nos seus médicos – de que dizem: “entra-se vivo e sai-se em quatro tábuas”.

Esta falta de dedicação e atenção, devida aos pacientes, leva a que o médico não tenha sucesso nas suas prescrições, sendo uma personagem geradora de ineficácia e de um tipo distinto de nocebo de medicações, que até podem ser as cientificamente correctas, mas que não diminuem as queixas dos enfermos.

Este é um dos motivos pelos quais as terapêuticas não convencionais têm aumentado os seus seguidores nos últimos anos. Segundo alguns estudos fiáveis, para patologias essencialmente psicossomáticas, de difícil cura pela medicina alopática, pacientes obtiveram em mais de 60% dos casos notáveis melhorias quando optaram por terapias alternativas.
Resta-nos saber, como afirmam alguns críticos, se boa parte das denominadas medicinas alternativas se sustenta puramente no efeito placebo.


ACÇÃO DO PLACEBO – PATOLOGIAS

O PLACEBO tem uma acção privilegiada na psicopatologia e em todas as patologias de natureza psicossomática.
Podemos constatar que a Psicopatologia determina, entre outras, como doenças em que pode predominar uma patogenia psicossomática, a artrite, doenças da coluna, o espasmo do esófago, dispepsia, úlcera gastroduodenal, síndroma do cólon irritável, doença de Crohn, obstipação, diarreia, colites, psoríase, eczema, urticária, eritema, asma, rinite, coriza alérgica, psicalgias diversas, enxaqueca, hipertensão, cardialgias, anorexia, fadiga crónica, síndroma das pernas inquietas, perturbações sexuais.
A ansiedade, depressão, fobias, ataques de pânico, memória, e a DOR – onde é extraordinariamente eficaz - são também um dos espaços preferenciais do efeito PLACEBO. 
Na DOR, a libertação de endorfinas é o mecanismo que subjaz ao seu alívio.

Em doenças graves e muito graves o placebo tem uma resposta reduzida.
Quando muito pode aliviar alguns sintomas, como a dor, maus efeitos da quimioterapia, falta de apetite, mal-estar, não interferindo com a evolução da doença. O terapeuta tem de saber distinguir estas situações sob pena de prejudicar gravemente o doente.

***

Nalguns estudos ressalta o facto de o placebo estimular a produção dos níveis de serotonina, noradrenalina e da dopamina, aumentando o bem-estar dos pacientes.
Outros existem – poucos – em que ficou demonstrado que o placebo é tão eficaz quanto o medicamento real e o que mais nos pode espantar, causando dependência – com sinais de abstinência específicos.

Não nos podemos olvidar, que sendo o placebo uma ilusão causada pela sugestão não exerce nas doenças graves uma função verdadeiramente reparadora dos órgãos doentes, pelo que pode ser prejudicial, mascarando sinais e sintomas. 
Mas se reduzir a ansiedade, a depressão ou a dor do paciente, pode ser um precioso auxílio para uma melhoria do seu estado de espírito.


ÉTICA 

Não é propriamente ético, para a medicina convencional, que o médico alopata prescreva placebos.
É algo que se entende. Contraria tudo o que a comunidade científica vem afirmando quanto às terapias não convencionais legalmente aceites, nomeadamente a medicina tradicional chinesa, a quiropraxia, a osteopatia, a naturopatia e a fitoterapia – isto para não falar nas restantes, tais como o reiki, florais de Bach, cromoterapia, cura espiritual (dimensão espiritual do efeito placebo), etc. 

No entanto, retenhamos que não existem verdades absolutas – muito menos quando procuram essencialmente defender interesses corporativos.
Daqui a um ou dois séculos, a ideia que as futuras gerações irá exprimir quanto à medicina convencional poderá ser idêntica à que hoje temos do exercício da clínica no século XIX – com as suas sangrias, purgas, vomitivos, clisteres e substâncias tóxicas, que em vez de curar muitas vezes matavam os pacientes (daí o ditado popular: “Não morreu da doença mas da cura).
Sejamos honestos: O mesmo se diga no que toca às outras terapias. Podem ou não vir a ser validadas cientificamente, sejam elas quais forem, mesmo a homeopatia que tanto prezamos.

O que hoje é PLACEBO pode amanhã vir a ser considerado como tratamento activo e alguns dos MEDICAMENTOS ALOPÁTICOS julgados culpados pelos seus efeitos de toxicidade letal.
O futuro o dirá sendo certo que a história desconhece o perdão.

O barbeiro era o médico do passado e o médico do presente pode vir a ser o cangalheiro no amanhã.



PLACEBO E TERAPIAS NÃO CONVENCIONAIS

Na Europa são milhões de pessoas que recorrem às terapias não convencionais – talvez mais de um terço do total da população.

Analisemos a prática médica convencional versus homeopatia – podemos generalizar a maioria do que infra escrevemos a outras terapias.
Contrariamente aos médicos alopatas, os homeopatas unicistas – que seguem a doutrina hahnemanniana do remédio único –, numa primeira consulta, investigam toda a sintomatologia do paciente – sintomas mentais, gerais, particulares –, e não só os patognomónicos como aqueles. Deste modo a consulta nunca tem uma duração inferior a uma hora, contra os cerca de 10 minutos da consulta alopática.
Os bons homeopatas gastam algum do seu tempo a gerar a esperança de cura no paciente, buscando melhorar a sua crença na terapia e mantêm um contacto físico com o mesmo.
Reavaliam o doente com regularidade e com a paciência que deve pautar a prática clínica.
O paciente acaba por ter uma relação de proximidade e confiança que lhe é de todo impossível obter numa mera consulta de dez minutos.
O verdadeiro Homeopata é um PLACEBO fortíssimo quando para tal se encontra mental e espiritualmente vocacionado, o que não ocorre com o médico alopata – a menos que a sua “fama” fale por si.

Mesmo para os que consideram que a homeopatia é “água com açúcar”, o placebo é muito mais do que um pseudo-medicamento, como já tivemos oportunidade de questionar em momento anterior, e pode constituir-se nalguns casos como meio de cura e noutros como complementar da medicina cientificista.
Os argumentos da maior parte da comunidade científica têm a sua validade aferida por um grande número de estudos que concluem a eficácia placebo dos medicamentos homeopáticos, bem como pela constatação da existência de mecanismos endógenos de autocura dos seres vivos – por reparação ou regeneração natural dos órgãos.

A mente possui mecanismos para curar o corpo e os cientistas convencionais, condicionados ao saber estabelecido, não têm a necessária liberdade de pensamento e de investigação para mergulharem noutros fenómenos de cura ainda inexplicáveis, onde a esperança é terra-mãe e o espírito a árvore que frutifica.

Não irei descrever as experiências que tive com inúmeros pacientes, já que não são determinantes cientificamente, nem iriam convencer os incrédulos – intenção que não tenho –, mas posso dizer-vos que o EFEITO PLACEBO não deve ser menosprezado na prática clínica, sem prejuízo de uma avaliação rigorosa do terapeuta que permita por via do diagnóstico diferencial encaminhar o enfermo para o especialista quando necessário.


André Weil, médico que defende a medicina integrativa, ensina-nos que a Arte da Medicina consiste na selecção de tratamentos e da sua apresentação aos enfermos de molde a que se veja aumentada a sua efectividade através da activação das respostas placebo. 



José Maria Alves






quinta-feira, 30 de abril de 2020

MÁSCARAS OBRIGATÓRIAS – QUAL O PREÇO? – QUANTIDADE DISPONÍVEL?




A DGS (e outros) começou por não recomendar o uso de máscaras na comunidade com os argumentos expostos no vídeo infra





NÃO USE MÁSCARA




Modificando a argumentação, o que em nada nos espanta, veio posteriormente afirmar o que sempre se soube e que se sabe; a verdadeira motivação da sugestão inicial - 



        NÃO HÁ MÁSCARAS PARA TODOS
               ( ver a partir do minuto 2)  
     


Como o fundamental é o “distanciamento social” e não o uso de máscaras, temos as autoridades de saúde em estado de “comicidade” num elevador –



                         O ELEVADOR

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Num boletim da DGS, relativamente à utilização de máscaras, pode ler-se a "sugestão" (o sublinhado é nosso):
A eficácia da utilização generalizada de máscaras pela comunidade na prevenção da infeção não está provada. Mas, perante a emergência de uma doença nova, a evidência vai evoluindo a cada momento e é afirmada num modelo colaborativo de experiências, antes do surgimento de evidência científica de maior rigor. Assim, aplicando-se o Princípio da Precaução em Saúde Pública, é de considerar o uso de máscaras por todas as pessoas que permaneçam em espaços interiores fechados com múltiplas pessoas, como medida de proteção adicional ao distanciamento social, à higiene das mãos e à etiqueta respiratória. Deve ser lembrado que a utilização de máscaras pela população implica o conhecimento e domínio das técnicas de colocação, uso e remoção, e que a sua utilização não pode, de forma alguma, conduzir à negligência de medidas fundamentais como o distanciamento social e a higiene das mãos. A utilização de máscaras pela população é um ato de altruísmo, já que quem a utiliza não fica mais protegido, contribuindo, isso sim, para a proteção das outras pessoas, quando utilizada como medida de proteção adicional. É também importante atender à posição da OMS e ECDC que continuam a alertar para a necessidade do uso da máscara pela população não diminuir a sustentabilidade de acesso a máscaras pelos doentes e profissionais de saúde, que constituem os grupos prioritários para o uso de máscaras cirúrgicas.

Está tudo dito...



        SUGESTÃO DA MINISTRA EM CONFERÊNCIA


Já comentámos estas “sugestões” -



No dia de hoje, 30/04/2020, a ministra da saúde numa entrevista que ouvimos na televisão (SIC Notícias) disse, em síntese:
“Aquilo que dissemos sobre máscaras foi sempre apoiado naquilo que havia de maior evidência internacional.”
Disse ainda não ter recomendado o uso das máscaras por existirem várias posições relativamente à utilização mais generalizada das mesmas, garantindo que a sua escassez nunca foi o problema.

A escassez e os preços exorbitantes das máscaras num mercado sem rei nem roque foram e serão problema neste país do faz-de-conta.

A ministra e a sua DGS nunca consultaram as estratégias, métodos e  os números dos países-exemplo ou ignoram-no na sua acção.

Tudo tretas desmentidas pelo que foi dito anteriormente. Estamos cansados de mentiras, incompetência e falta de transparência, esta tão apregoada pelo presidente da República.

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Hoje, vem o primeiro-ministro impor o USO OBRIGATÓRIO de máscaras em determinadas situações e locais com uma argumentação a que já estamos habituados - como é apanágio do governo e seus "escudeiros", em múltiplas situações, de manhã uma coisa, à tarde outra e à noite uma outra...
E por um lado bem, apesar de um tanto atabalhoada e negligentemente em virtude de tal obrigação ter uma abrangência limitada, e por outro mal, por vir tarde e a más horas.
Sendo as medidas de uso limitadas, permitir-lhe-ão culpabilizar o povo pela ineficiência das mesmas, quando esta deriva apenas de tomadas de decisão tardias e da incompetência própria das autoridades e do governo.


Algo fica por saber:
- Qual o preço das máscaras num mercado que tem sido absolutamente selvagem?
- O Estado vai garantir a quantidade necessária de máscaras para a população, regulando integralmente o mercado, como fizeram os países e territórios de que já falámos no artigo anterior?
- E vai garantir, pelo menos, uma uniformidade de preços idênticos aos que existiam antes da epidemia/pandemia?
- E os pobres, os desempregados, os reformados,  todos os desvalidos, vão pagar essas máscaras a que preço?

Por último:
- Vai ou não o governo corrigir a sandice legislativa, do decreto 20/2020 no que toca ao artigo 13.º B - n.º 3 e n.º 7?

Não nos acreditamos.
Como sempre o Estado irá aconselhar os privados a moderarem os preços, como se a ganância, o desejo de enriquecer e a especulação não sejam os pilares estruturais de um capitalismo inumano.
Vivemos num estado de mentira, covarde e profundamente desorganizado.


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A OMS avisou no dia 14 de Janeiro que um caso de pneumonia viral que começou em Wuhan poderia dar origem a um contágio em massa – tarde, é certo, face à comunicação de 31 de Dezembro de 2019 de Taywan.
Ainda nesse dia a DGS procurava por comunicado “acalmar” os portugueses.

E no dia 15, um dia depois, a Directora-Geral de Saúde, à revelia da OMS cujas orientações afirma seguir religiosamente, profere estas  declarações aberrantes aos jornalistas.




Perdoem-me, não é meu hábito, mas por favor demitam-me esta “gente”.

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A NOVA CENSURA

Como o vídeo a que se refere o texto supra “desapareceu” – vídeo que se limitava às suas declarações -, bem como um outro referente a declarações da ministra da saúde, edito este, que encontrei – uma montagem irónica, mas que reproduz parte das declarações da dita Graça Freitas.
Quanto ao da ministra da saúde não o consegui encontrar.
 






José Maria Alves

domingo, 26 de abril de 2020

CORONAVÍRUS – MENTIRAS – VISEIRAS - MÁSCARAS - MEDO






A OMS geriu muito mal, desde o início, a “pandemia”.

Alertada em 31 de Dezembro de 2019 por Taiwan para a existência de casos conhecidos de pneumonia atípica ocorridos na China, desvalorizou a informação, cometendo erros sobre erros (por incompetência ou para proteger interesses específicos de alguém…) - tratando-se de uma pneumonia atípica que em regra exige internamento, todos sabem, mesmo os menos esclarecidos dos médicos (apesar de já me ter acontecido perceber que um internista no hospital da Guarda desconhecia a patologia nos seus detalhes), coloca imediatamente a possibilidade de transmissão entre humanos; daí que a argumentação da OMS seja de todo patética.


Taiwan é o país no mundo com maior sucesso no combate ao Covid-19.
Com um pouco menos de 24 milhões de habitantes, faz parte dos denominados “Quatro Tigres Asiáticos”, não pertencendo à OMS por pressão da China.
A partir daquela data implementou um conjunto de medidas, que lhe permitiu nunca cessar a actividade nem a circulação interna de pessoas, num território onde muitos cientistas julgavam que seria o 2.º no mundo em casos (dista cerca de 130 km da China e tem mais de um milhão de cidadãos que residem nesse país).






No dia 26 do corrente mês tinha:
429 casos confirmados e
6 mortos.

Comparemos estes números com todos os outros de que dispomos.

Antes, vejamos também – Singapura, Hong Kong e Coreia do Sul (os restantes três tigres):

SINGAPURA – 13.624 confirmados e 12 mortes;
Singapura possui 5,612 mil hab/km², sendo o 2.º país mais povoado do mundo (o primeiro é o Mónaco).

HONG KONG – 1038 confirmados e 4 mortos;
Com cerca de 7,5 milhões de habitantes Hong Kong é uma das áreas mais densamente povoadas do mundo, com uma densidade total de cerca de 6.300 pessoas por quilómetro quadrado.

COREIA DO SUL – 10.728 confirmados e 242 mortos.
Com mais de 50 milhões de habitantes.

E Macau? Confirmados 45 e 0 mortes em cerca de 630.000 habitantes.
Impressionante.

Se devíamos seguir exemplos, aí os temos.
Mas ninguém fala deles; não convém. O presidente deixaria de se gabar do "milagre" português... Enfim!


*** 


Não é só na Ásia que temos bons exemplos.
Na Europa vejam-se os números da Eslováquia, da Bulgária e muito em especial da Checoslováquia, que teve o primeiro caso confirmado um ou dois dias antes de Portugal e condições em muito semelhantes ao nosso país:

ESLOVÁQUIA – 1379 confirmados e 18 mortos;
Com 5,45 milhões de habitantes.

BULGÁRIA – 1300 confirmados e 58 mortos;
Cerca de 7 milhões de habitantes.

REPÚBLICA CHECA – 7387 confirmados e 220 mortos. 
Com cerca de 10,6 milhões de habitantes e o primeiro na Europa a impor o uso obrigatório de máscaras nos locais públicos. 


O que é que estes países têm em comum que os outros não têm?
O USO OBRIGATÓRIO DE MÁSCARAS.

Em Portugal tal uso foi desaconselhado, com argumentos “vergonhosos”, da OMS, de alguns médicos especialistas, Direcção-Geral da Saúde, Ministra da Saúde, com a conivência do primeiro-ministro, do presidente da República e alguns outros ignorantes.

Mas ainda vão dizer o contrário. As “tontinhas” já aceitam o seu uso como “medida adicional de carácter altruísta” - quando as desaconselharam vivamente desde o início da então epidemia. Imagine-se.
Então se eu altruisticamente uso uma máscara para não contagiar os outros, e os outros usarem também a máscara altruisticamente, nenhum de nós será infectado ou temos muito menos probabilidades de o ser.
Assim sendo, o USO OBRIGATÓRIO é mais do que uma medida altruísta, mas de segurança. Tristes são as figurinhas desta gente, que defendem o indefensável só porque são incapazes de assegurar máscaras a um preço justo a 10 milhões de pessoas (desculpas de mau pagador), seguindo o exemplo de Taiwan, República Checa, Áustria, Macau, Singapura, entre outros.   
Portugal não se preparou. As autoridades chegaram a negar a hipótese da então epidemia atingir o nosso país - santa burrice


***

No dia 30 de Janeiro, quando escrevemos neste blogue o primeiro artigo sobre o Coronavírus alertámos para o USO DE MÁSCARAS quando enunciámos as medidas cautelares –


E não o escrevemos por se tratar de uma “invenção” nossa, antes pela experiência de países “confiáveis”, grupo do qual Portugal não faz parte.


Existiram fortes evidências durante a epidemia de Sars de 2003 apoiando o uso de máscaras em público. Um estudo de transmissão comunitária em Pequim descobriu que tal uso estava associado a uma redução de 70% no risco de contrair a Sars. Por outro lado, os dados em Hong Kong vieram demonstrar que usar uma máscara é provavelmente o factor mais importante em termos de controle de infecção.
Estes e outros bons exemplos foram seguidos pelos mencionados países asiáticos e por alguns europeus.
Portugal e todos os outros, desconheciam, ignoraram ou limitaram-se a tomar decisões em zigue-zague, tais crianças irresolutas e tacanhamente teimosas de creche-adulta.



Por outro lado é lamentável ver a triste figura de gente com “VISEIRAS”.
É evidente que não são as máscaras que dão a sensação de “falsa segurança” como afirmaram as autoridades de saúde, antes as asnáticas viseiras.




***


Os dois vídeos que se seguem demonstram que, quer a DISTÂNCIA RECOMENDADA pelas autoridades de saúde quer as estéticas VISEIRAS se estribam em pressupostos errados.


Em substituição do original (traduzido) que "desapareceu"







Este é o vídeo original em inglês, editado no dia 03/4/2020



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Veja-se ainda este vídeo da BBC editado em 9/4/2020 no respectivo canal -




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Veja-se ainda -




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Por último, ainda que muito sucintamente, deixo uma pequena nota sobre

A PANDEMIA E O MEDO

Temos vindo a afirmar que o medo, principalmente o patológico e o pânico, diminui a eficiência do sistema imunitáriohavemos de escrever sobre o assunto, apesar de estarmos conscientes de que poucos o irão ler ou valorar; a psiconeuroimunologia, não é infelizmente, matéria que desperte a atenção de especialistas e leigos.

Caso este esteja debilitado é óbvio que as defesas estão abertas às investidas dos microorganismos, nomeadamente do Coronavírus.





Os que conhecem os meus escritos sabem como prezo as histórias de Nasrudin, sábio sufi.

Ver HISTÓRIAS DE NASRUDIN I e II em –

Uma história de sabedoria do século XIII -

A peste deslocava-se para Bagdad tendo-se encontrado com Nasrudin, que de imediato a questionou:
- Para onde vais tu, Peste?
Ao que esta respondeu:
- Para Bagdad, onde tenciono matar dez mil pessoas.
Decorrido algum tempo, a Peste voltou a encontrar Nasrudin.
Nasrudin disse-lhe em tom de reprovação:
- Mentiste-me, Peste. Disseste que matarias dez mil pessoas e mataste cem mil.
A Peste respondeu sorrindo:
- Eu não menti, matei dez mil.
O resto morreu de MEDO.


***

Nesta pandemia o MEDO, a SUBNUTRIÇÃO e a FOME podem provocar mais mortos do que o próprio Coronavírus.

E vai abrir as portas a um NOVO VÍRUS que poderá eclodir nos próximos meses – espero sinceramente estar enganado…


Ninguém é profeta na sua própria terra.



José Maria Alves

sexta-feira, 27 de março de 2020

HOMEOPATIA - CORONAVÍRUS - PREVENÇÃO - ARSENICUM ALBUM E JUSTICIA ADHATODA









PREVENÇÃO PARA O CORONAVÍRUS (Covid-19) -

Existindo o RISCO DE CONTÁGIO deverá prescrever-se o medicamento homeopático de maior similitude sintomática com a epidemia, PREVENINDO o seu aparecimento no indivíduo.

Referimo-nos ao Genius epidemicus, teorizado por Hahnemann, que é um recurso prático de prescrição. Efectivamente, numa epidemia, pode verificar-se que a totalidade ou quase totalidade dos sintomas são comuns a todos os doentes, o que pode legitimar o uso generalizado de um só medicamento.




Sugerimos –

ARSENICUM ALBUM, 200 CH, 3 gotas duas vezes por dia, dois dias por semana e complementarmente
JUSTITIA ADHATODA, 30 CH, 3 gotas diárias.



Para a prevenção e tratamento homeopático do Coronavírus, veja –

e



NOTA - Estamos perante a possibilidade de uma SEGUNDA VAGA do Coronavírus. Cumpre-me alertar que poderá ser bem pior do que a actual, se apenas uma pequena parte da população for contagiada e não estiver ainda disponível uma vacina ou tratamento.
Ninguém quis seguir o exemplo de Taywan - que nem sequer pertence à OMS -, de que pouco ou nada se fala - não convém por vários motivos; vejam-se as estatísticas oficiais
Como não foram tomadas as medidas necessárias no início da epidemia, com a própria OMS a negligenciar grosseiramente os "avisos" de Taywan,  impõe-se agora, um esforço gigantesco para evitar uma devastação imprevisível - o Corona não é um vírus qualquer, mas um "ser" que desafia a arrogância do nosso conhecimento e a ineptidão de autoridades e políticos.

Se alguém disser que sabe alguma coisa sobre este vírus é porque nada sabe.

Isto para não falar de "gestão" de estatísticas, informações contraditórias constantes, mentiras infantis e aberrantes, bem como previsões e promessas asnáticas, que apenas servem para lançar o pânico, enfraquecendo o sistema imunitário daqueles que passam os dias a ouvir as mesmas notícias, a maioria repugnantes, e em consequência abrindo as "portas" a uma infecção, cujo agente pode ficar entre nós vários anos. 






sábado, 29 de fevereiro de 2020

MANUAL CLÍNICO PARA O NOVO CORONAVÍRUS



Num grupo subscrito por centenas de médicos portugueses, dos Grupos do Google, um dos membros, médico, colocou há cerca de dois dias, as seguintes questões:
"Alguém sabe qual é a clínica do coronavírus? Febre alta inicial? Febre baixa ao início e depois subindo gradualmente?
Começa por simples coriza e depois alastra? Ou começa logo com tosse?
E qual é a terapêutica que está a ser feita? Tamiflu?"

A resposta que obteve prende-se com informação brasileira - sim, que em Portugal existem apenas uns panfletos tipo turísticos:

O PROTOCOLO DO MANEJO CLÍNICO PARA O NOVO CORONOVÍRUS 
(2019-nCoV)


Download em -


Já nos perguntámos se está Portugal preparado para uma epidemia? Um país cujo SNS está depauperado e inundado de casos aberrantes, que seriam anedóticos não fora a sua gravidade e pejado de autoridades impróprias e ineficazes.
Claro que não.


No entanto, existem muitas formas de iludir as estatísticas de casos confirmados (não a de casos reais, impossível de contabilizar). Pensemos apenas numa:
Se
81% dos pacientes desenvolvem sintomas leves,
14% desenvolvem sintomas graves, e apenas 
5% ficam em estado crítico,
quantos milhares de pacientes acabam por não ser “valorados” por uma nova (à la carte) Saúde 24?
E qual a taxa de transmissão dos pacientes não identificados por terem sintomas leves?
E quais os efeitos da infecção na sobrevida futura desses mesmos pacientes?
E quais serão os efeitos colaterais de mortalidade para com muitos pacientes portadores de outras patologias, que não irão ter um tratamento conveniente por escassez de meios?

Como a taxa de mortalidade é elevada em indivíduos com mais de 60 anos, e muito elevada nos que têm mais de 80 anos, bem como nos que padecem de doenças cardiovasculares, diabetes, patologias respiratórias e hipertensão arterial, teremos um banquete económico para um Estado tecnicamente falido...

Portugal não está preparado, nem em estruturas nem em pessoal. Os que afirmam o contrário, tais como directores e ex-directores do SNS, primeiro-ministro, ministra da saúde, presidente da República - com a sua quase-anedótica e hipocondríaca quarentena voluntária -, mentem.
Um número incontável de aduladores fala do exemplo do presidente da República na sua quarentena voluntária. Se for um exemplo, a ser seguido, Portugal não terá decerto mais do que umas poucas centenas de cidadãos activos. Enfim...
Já devíamos estar preparados - agora já será tarde... - para uma epidemia que em poucos dias se irá transformar num PANDEMÓNIO. 



***

Para a prevenção e tratamento homeopático do Coronavírus, veja –
e


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29/02/2020




sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

ESTATÍSTICAS DO CORONAVÍRUS NO MUNDO – EM TEMPO REAL



Foi disponibilizado online pelo departamento de Ciências de Sistemas e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, dos EUA, um mapa com actualizações constantes sobre o Coronavírus que terá tido a sua origem na cidade de Wuhan, China.





Poder-se-á deste modo avaliar a evolução da propagação do vírus no planeta, da sua mortalidade, bem como do número de pacientes recuperados, em função dos casos declarados.
A análise destes dados leva-nos a “intuir” que o número de pacientes infectados será muito superior aos confirmados – tenha-se em consideração, que os confirmados, pecam sempre por defeito, seja qual for a epidemia ou pandemia.
Alguns virologistas apontam já para mais de uma ou duas centenas de milhar de casos, sendo alguns bem mais pessimistas.

Por outro lado, face a tudo o que vem noticiado e às estatísticas apresentadas, levantam-se-nos múltiplas dúvidas. Estaremos perante uma mera ignorância quanto ao tipo de vírus – natural por se tratar de um agente patogénico pouco conhecido - e suas consequências ou há algo que não está a ser divulgado?...
Se na China estão mais de 60 milhões de pessoas em quarentena, esperemos que o vírus, como afirmam alguns especialistas, não se propague com facilidade em climas quentes - em África assistiríamos a uma catástrofe absolutamente descontrolada.

Atente-se que em casos confirmados temos no dia de hoje, pelas 08h da manhã (hora de Portugal Continental) –
Casos confirmados – 31.487
Mortes – 638
Recuperados - 1610 

Qual a "direcção que o vírus vai tomar na sua luta pela sobrevivência?
Quantos casos existem nos países mais pobres e com sistemas de saúde deficientes - veja-se o mapa?

Estará Portugal preparado para uma eventual epidemia?
Um país onde doentes urgentes morrem após horas - seis e mais - sentados nas cadeiras da sala de espera dos hospitais. Um país com o Serviço Nacional de Saúde falido e onde uma qualquer directora da respectiva Direcção Geral - que já deveria ter sido demitida, tal a ineptidão - se comporta nos meios de comunicação social como se estivesse a falar para "imbecis" e a Ministra "vende" ideias falsas a um povo embrutecido pela comunicação social e pelo futebol, buscando seduzir as suas audiências pouco ou nada informadas.
Umas dúzias de casos serão suficientes para colocarem a nu a ineficácia absoluta do que já é lamentavelmente medíocre.
Como alertou a Federação Nacional dos Médicos, pela voz do seu presidente, Dr. João Proença, um tanto ironicamente, vai ser um "pandemónio" quando se confirmar o primeiro caso.

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Segundo Gabriel Leung, um reputado epidemiologista, o Coronavírus pode infectar cerca de 2/3 da população mundial (actualmente a rondar os 7,7 biliões), em virtude de estarmos perante uma ponta do iceberg.
Se cada pessoa infectada pode transmitir o vírus a 2,5 pessoas, cerca de 60% da população mundial (4,62 biliões) poderá ser atingida, o que com a taxa de mortalidade estimada em 2%, poderá originar um elevadíssimo número de mortes (cerca de 92,4 milhões).
Esperemos que o número peque por excesso. Julgamos pessimista qualquer comparação com a pandemia de 1918 que matou cerca de 50 milhões de pessoas.
Esperemos que a taxa de mortalidade baixe progressivamente e que o vírus se abstenha de se auto-destruir. Mais problemática será a sua disseminação por “vagas”. Que estas, a ocorrerem, o façam quando estiver testada uma vacina eficaz.
O COVID-19 é uma verdadeira incógnita. Não é o inimigo público n.º 1, como afirmou o director-geral da OMS, mas não pode ser descurado ou tratado levianamente por Estados que mentem descaradamente afirmando ter a situação controlada.

Depois de muitas leituras especializadas, de contactos com médicos especialistas estrangeiros, da “miséria” a que assisto quotidianamente no nosso SNS, globalmente avaliado, se me questionarem quanto às consequências da infecção nos casos confirmados, quanto ao eventual número de indivíduos que possam vir a ser contagiados no mundo inteiro, da mortalidade resultante da infecção, da mortalidade nos casos colaterais – aqueles que deixam de ser diligentemente assistidos noutras patologias por carência de meios –, nas possíveis reinfecções – algumas já confirmadas -, duração da epidemia, entre outros, dir-vos-ei:
NÃO SEI!, e julgo que ninguém verdadeiramente o sabe.
Mas há algo que SEI. O pânico constitui-se como a condição mais infecciosa que existe nas nossas vidas.


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Para a prevenção e tratamento homeopático do Coronavírus veja-se –

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                                     Imagem: Xinhua/Chen Jing


7/02/2020




JUSTICIA ADHATODA - CORONAVÍRUS






Contrária ou melhor, complementarmente ao que entendemos no artigo editado a 30 de Janeiro neste nosso blogue


o Dr. Farokh Master (médico homeopata indiano), considerando as premissas do tratamento homeopático, identificou o medicamento JUSTITIA ADHATODA como simillimum sintomático da epidemia causada pelo Corona Vírus. 


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Temos a convicção, por via quer da repertorização quer da experiência clínica de muitos homeopatas em patologias com idêntica sintomatologia, que o medicamento ARSENICUM ALBUM terá uma acção mais eficaz na prevenção e tratamento da infecção - até pela sua eficácia no tratamento de múltiplos medos, causa de imunossupressão, tais como o medo da morte, das doenças, de ter uma doença incurável.
No entanto, como nada obsta à administração dos dois medicamentos, não quisemos deixar de fazer uma referência à sua patogenesia, ainda que sinteticamente.

JUSTITIA ADHATODA, em manipulação homeopática, tem sido utilizado entre outros, nos resfriados, gripe, tosse, bronquite, pneumonia, e outras infecções respiratórias agudas.

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MATÉRIA MÉDICA


SINTOMAS MENTAIS


É um indivíduo que se encoleriza facilmente e apresenta um quadro ansioso.
Irritável e hipersensível aos ruídos externos.


SINTOMAS PARTICULARES


Sente calor na cabeça. Dor nos olhos do tipo ardente. Não tolera barulhos.
Coriza. Secreção líquida irritante. Obstrução nasal. Perda do gosto e do olfacto. Tosse.
A face está rosada, quente, chegando a ficar arroxeada, agravando por efeito dos acessos de tosse.
A boca seca-se-lhe, tal como a garganta. Tem sede. A língua está esbranquiçada. Dor ao engolir em seco.
Quando as tem, as mucosidades são do tipo aderentes.
Náuseas. Por vezes a tosse é acompanhada de vómitos.

Inflamação aguda do aparelho respiratório, com calafrios e febre. 
Dores do tipo pontada no tórax.
Tosse sufocante, paroxística, com sensação de constrição no tórax, com ruídos bronquiais, em regra seca – quando há expectoração, esta é pouco abundante, espessa e viscosa, podendo nalguns casos estar raiada de sangue.
Este medicamento tem sido usado com sucesso no início dos sintomas gripais e em múltiplas patologias do trato respiratório, nomeadamente pulmonares.

- Usar a 6 CH ou 30 CH.

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A JUSTICIA é um dos medicamentos mais antigos da Índia.
A própria medicina Ayurvédica assevera que os pacientes que fazem este medicamento com alguma regularidade dificilmente irão falecer de patologia pulmonar.
Um número considerável de homeopatas, aconselham as seguintes diluições e potências:
3 DH, 3 CH e 5 CH.

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07/02/2020