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OS TRATAMENTOS SUGERIDOS NÃO DISPENSAM A INTERVENÇÃO DE TERAPEUTA OU MÉDICO ASSISTENTE.

ARTE

sábado, 29 de fevereiro de 2020

MANUAL CLÍNICO PARA O NOVO CORONAVÍRUS



Num grupo subscrito por centenas de médicos portugueses, dos Grupos do Google, um dos membros, médico, colocou há cerca de dois dias, as seguintes questões:
"Alguém sabe qual é a clínica do coronavírus? Febre alta inicial? Febre baixa ao início e depois subindo gradualmente?
Começa por simples coriza e depois alastra? Ou começa logo com tosse?
E qual é a terapêutica que está a ser feita? Tamiflu?"

A resposta que obteve prende-se com informação brasileira - sim, que em Portugal existem apenas uns panfletos tipo turísticos:

O PROTOCOLO DO MANEJO CLÍNICO PARA O NOVO CORONOVÍRUS 
(2019-nCoV)


Download em -


Já nos perguntámos se está Portugal preparado para uma epidemia? Um país cujo SNS está depauperado e inundado de casos aberrantes, que seriam anedóticos não fora a sua gravidade e pejado de autoridades impróprias e ineficazes.
Claro que não.


No entanto, existem muitas formas de iludir as estatísticas de casos confirmados (não a de casos reais, impossível de contabilizar). Pensemos apenas numa:
Se
81% dos pacientes desenvolvem sintomas leves,
14% desenvolvem sintomas graves, e apenas 
5% ficam em estado crítico,
quantos milhares de pacientes acabam por não ser “valorados” por uma nova (à la carte) Saúde 24?
E qual a taxa de transmissão dos pacientes não identificados por terem sintomas leves?
E quais os efeitos da infecção na sobrevida futura desses mesmos pacientes?
E quais serão os efeitos colaterais de mortalidade para com muitos pacientes portadores de outras patologias, que não irão ter um tratamento conveniente por escassez de meios?

Como a taxa de mortalidade é elevada em indivíduos com mais de 60 anos, e muito elevada nos que têm mais de 80 anos, bem como nos que padecem de doenças cardiovasculares, diabetes, patologias respiratórias e hipertensão arterial, teremos um banquete económico para um Estado tecnicamente falido...

Portugal não está preparado, nem em estruturas nem em pessoal. Os que afirmam o contrário, tais como directores e ex-directores do SNS, primeiro-ministro, ministra da saúde, presidente da República - com a sua quase-anedótica e hipocondríaca quarentena voluntária -, mentem.
Um número incontável de aduladores fala do exemplo do presidente da República na sua quarentena voluntária. Se for um exemplo, a ser seguido, Portugal não terá decerto mais do que umas poucas centenas de cidadãos activos. Enfim...
Já devíamos estar preparados - agora já será tarde... - para uma epidemia que em poucos dias se irá transformar num PANDEMÓNIO. 



***

Para a prevenção e tratamento homeopático do Coronavírus, veja –
e


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29/02/2020




sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

ESTATÍSTICAS DO CORONAVÍRUS NO MUNDO – EM TEMPO REAL



Foi disponibilizado online pelo departamento de Ciências de Sistemas e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, dos EUA, um mapa com actualizações constantes sobre o Coronavírus que terá tido a sua origem na cidade de Wuhan, China.





Poder-se-á deste modo avaliar a evolução da propagação do vírus no planeta, da sua mortalidade, bem como do número de pacientes recuperados, em função dos casos declarados.
A análise destes dados leva-nos a “intuir” que o número de pacientes infectados será muito superior aos confirmados – tenha-se em consideração, que os confirmados, pecam sempre por defeito, seja qual for a epidemia ou pandemia.
Alguns virologistas apontam já para mais de uma ou duas centenas de milhar de casos, sendo alguns bem mais pessimistas.

Por outro lado, face a tudo o que vem noticiado e às estatísticas apresentadas, levantam-se-nos múltiplas dúvidas. Estaremos perante uma mera ignorância quanto ao tipo de vírus – natural por se tratar de um agente patogénico pouco conhecido - e suas consequências ou há algo que não está a ser divulgado?...
Se na China estão mais de 60 milhões de pessoas em quarentena, esperemos que o vírus, como afirmam alguns especialistas, não se propague com facilidade em climas quentes - em África assistiríamos a uma catástrofe absolutamente descontrolada.

Atente-se que em casos confirmados temos no dia de hoje, pelas 08h da manhã (hora de Portugal Continental) –
Casos confirmados – 31.487
Mortes – 638
Recuperados - 1610 

Qual a "direcção que o vírus vai tomar na sua luta pela sobrevivência?
Quantos casos existem nos países mais pobres e com sistemas de saúde deficientes - veja-se o mapa?

Estará Portugal preparado para uma eventual epidemia?
Um país onde doentes urgentes morrem após horas - seis e mais - sentados nas cadeiras da sala de espera dos hospitais. Um país com o Serviço Nacional de Saúde falido e onde uma qualquer directora da respectiva Direcção Geral - que já deveria ter sido demitida, tal a ineptidão - se comporta nos meios de comunicação social como se estivesse a falar para "imbecis" e a Ministra "vende" ideias falsas a um povo embrutecido pela comunicação social e pelo futebol, buscando seduzir as suas audiências pouco ou nada informadas.
Umas dúzias de casos serão suficientes para colocarem a nu a ineficácia absoluta do que já é lamentavelmente medíocre.
Como alertou a Federação Nacional dos Médicos, pela voz do seu presidente, Dr. João Proença, um tanto ironicamente, vai ser um "pandemónio" quando se confirmar o primeiro caso.

***

Segundo Gabriel Leung, um reputado epidemiologista, o Coronavírus pode infectar cerca de 2/3 da população mundial (actualmente a rondar os 7,7 biliões), em virtude de estarmos perante uma ponta do iceberg.
Se cada pessoa infectada pode transmitir o vírus a 2,5 pessoas, cerca de 60% da população mundial (4,62 biliões) poderá ser atingida, o que com a taxa de mortalidade estimada em 2%, poderá originar um elevadíssimo número de mortes (cerca de 92,4 milhões).
Esperemos que o número peque por excesso. Julgamos pessimista qualquer comparação com a pandemia de 1918 que matou cerca de 50 milhões de pessoas.
Esperemos que a taxa de mortalidade baixe progressivamente e que o vírus se abstenha de se auto-destruir. Mais problemática será a sua disseminação por “vagas”. Que estas, a ocorrerem, o façam quando estiver testada uma vacina eficaz.
O COVID-19 é uma verdadeira incógnita. Não é o inimigo público n.º 1, como afirmou o director-geral da OMS, mas não pode ser descurado ou tratado levianamente por Estados que mentem descaradamente afirmando ter a situação controlada.

Depois de muitas leituras especializadas, de contactos com médicos especialistas estrangeiros, da “miséria” a que assisto quotidianamente no nosso SNS, globalmente avaliado, se me questionarem quanto às consequências da infecção nos casos confirmados, quanto ao eventual número de indivíduos que possam vir a ser contagiados no mundo inteiro, da mortalidade resultante da infecção, da mortalidade nos casos colaterais – aqueles que deixam de ser diligentemente assistidos noutras patologias por carência de meios –, nas possíveis reinfecções – algumas já confirmadas -, duração da epidemia, entre outros, dir-vos-ei:
NÃO SEI!, e julgo que ninguém verdadeiramente o sabe.
Mas há algo que SEI. O pânico constitui-se como a condição mais infecciosa que existe nas nossas vidas.


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Para a prevenção e tratamento homeopático do Coronavírus veja-se –

e


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                                     Imagem: Xinhua/Chen Jing


7/02/2020




JUSTICIA ADHATODA - CORONAVÍRUS






Contrária ou melhor, complementarmente ao que entendemos no artigo editado a 30 de Janeiro neste nosso blogue


o Dr. Farokh Master (médico homeopata indiano), considerando as premissas do tratamento homeopático, identificou o medicamento JUSTITIA ADHATODA como simillimum sintomático da epidemia causada pelo Corona Vírus. 


***


Temos a convicção, por via quer da repertorização quer da experiência clínica de muitos homeopatas em patologias com idêntica sintomatologia, que o medicamento ARSENICUM ALBUM terá uma acção mais eficaz na prevenção e tratamento da infecção - até pela sua eficácia no tratamento de múltiplos medos, causa de imunossupressão, tais como o medo da morte, das doenças, de ter uma doença incurável.
No entanto, como nada obsta à administração dos dois medicamentos, não quisemos deixar de fazer uma referência à sua patogenesia, ainda que sinteticamente.

JUSTITIA ADHATODA, em manipulação homeopática, tem sido utilizado entre outros, nos resfriados, gripe, tosse, bronquite, pneumonia, e outras infecções respiratórias agudas.

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MATÉRIA MÉDICA


SINTOMAS MENTAIS


É um indivíduo que se encoleriza facilmente e apresenta um quadro ansioso.
Irritável e hipersensível aos ruídos externos.


SINTOMAS PARTICULARES


Sente calor na cabeça. Dor nos olhos do tipo ardente. Não tolera barulhos.
Coriza. Secreção líquida irritante. Obstrução nasal. Perda do gosto e do olfacto. Tosse.
A face está rosada, quente, chegando a ficar arroxeada, agravando por efeito dos acessos de tosse.
A boca seca-se-lhe, tal como a garganta. Tem sede. A língua está esbranquiçada. Dor ao engolir em seco.
Quando as tem, as mucosidades são do tipo aderentes.
Náuseas. Por vezes a tosse é acompanhada de vómitos.

Inflamação aguda do aparelho respiratório, com calafrios e febre. 
Dores do tipo pontada no tórax.
Tosse sufocante, paroxística, com sensação de constrição no tórax, com ruídos bronquiais, em regra seca – quando há expectoração, esta é pouco abundante, espessa e viscosa, podendo nalguns casos estar raiada de sangue.
Este medicamento tem sido usado com sucesso no início dos sintomas gripais e em múltiplas patologias do trato respiratório, nomeadamente pulmonares.

- Usar a 6 CH ou 30 CH.

***

A JUSTICIA é um dos medicamentos mais antigos da Índia.
A própria medicina Ayurvédica assevera que os pacientes que fazem este medicamento com alguma regularidade dificilmente irão falecer de patologia pulmonar.
Um número considerável de homeopatas, aconselham as seguintes diluições e potências:
3 DH, 3 CH e 5 CH.

***



07/02/2020



quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

CORONAVÍRUS - PREVENÇÃO - TRATAMENTO - HOMEOPATIA







***


Os CORONAVÍRUS são uma grande família de vírus causadores de infecções em seres humanos e em animais. Os Coronavírus humanos provocam uma doença respiratória, que quando leve ou moderada, se assemelha à gripe comum. 
Antes da actual ocorreram algumas epidemias que causaram algum pânico na comunidade internacional:
- A Síndrome Respiratória Aguda Grave - conhecida pela sigla em inglês SARS -, que matou 774 das 8.098 infectadas, numa epidemia que começou na China em 2002; e
- A Síndrome Respiratória do Oriente Médio – MERS -, que matou 858 dos 2.494 pacientes identificados com a infecção desde 2012 e, que começou a ser transmitida para o ser humano por dromedários.

O NOVO CORONAVÍRUS, denominado 2019-nCoV, foi identificado a 7 de Janeiro de 2020, na China, mais especificamente na cidade de Wuhan, província de Hubei, não existindo vacina para o mesmo nem tratamento específico, sendo meramente sintomático e de suporte de órgãos, relevando que os antivirais prescritos para as pneumonias actualmente causadas por outros vírus não são adequados para o seu tratamento.

Existem ainda muitas DÚVIDAS quanto ao novo vírus. No entanto sabemos que pode ser transmitido de pessoa a pessoa e as opiniões divergem quanto à gravidade da sua disseminação.
Podemos questionar-nos quanto à fiabilidade dos dados que são divulgados oficialmente, podendo o governo chinês estar a ocultar deliberadamente a verdade quanto à extensão da epidemia e aos danos da patologia nos infectados, bem como, no que toca à propagação de inquietantes notícias falsas divulgadas nas redes sociais.
Não obstante, podem ocorrer mutações rápidas que dificultem o controlo da epidemia - os vírus têm a característica de sofrer mutações num curto espaço de tempo – e das suas consequências ao nível da saúde dos infectados. Estamos perante variáveis desconhecidas.

O coronavírus é TRANSMITIDO pelo ar, por intermédio da tosse ou de espirros, pelo contacto pessoal com outras pessoas contagiadas, como pelo toque ou pelo aperto de mão, e pelo contacto com objectos contaminados, seguido de um novo contacto com a boca, com o nariz ou com os olhos.

O PERÍODO DE INCUBAÇÃO, que é o período que decorre entre a infecção e o aparecimento dos sintomas calcula-se entre 2 e 14 dias. 
Julga-se que as pessoas infectadas podem TRANSMITIR a doença durante o período sintomático - mesmo que apenas estejam presentes sintomas ligeiros -, pré-sintomático e  no período em que o vírus ainda não foi detectado, bem como a possibilidade de existirem reinfecções, o que parece confirmar um elevado número de pacientes contaminados em curto espaço de tempo – compare-se com a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS).
Saliente-se que a percentagem de mortalidade é baixa, quando comparada com a dita SARS e a MERS.
Na infecção por coronavírus 2019-nCoV a TAXA DE MORTALIDADE é de cerca de 3 em 100 pessoas. A gripe sazonal tem uma taxa de 0,1 pessoa por cada 100 infectadas. Nos outros dois coronavírus já mencionados, a Sars matou cerca de 10 pessoas em cada 100 e a Mers, 35 também em 100.

Doentes infectados, tornando-se anunciativos da acção viral, apresentam em regra os seguintes SINTOMAS:

Febre;
Tosse (seca); e
Falta de ar.
Podem coexistir outros sintomas que não estão totalmente determinados, como diarreia, náuseas, vómitos, exaustão, etc.
Em pacientes que apresentam um comprometimento do sistema imunitário, idosos ou indivíduos com doenças respiratórias crónicas ou outras, o quadro clínico pode evoluir para patologias potencialmente graves como a pneumonia, bronquite e outros transtornos pulmonares, que podem conduzir à morte.
A uma pneumonia grave pode seguir-se um estado de insuficiência respiratória aguda, falência renal, falência de outros órgãos, e eventualmente a morte.

Os pacientes devem cumprir escrupulosamente as MEDIDAS DE SEGURANÇA das autoridades de saúde dos respectivos países e acatar as determinações dos profissionais competentes – médicos assistentes, dos centros de saúde e das urgências hospitalares.
Entre elas – não deixe em caso algum de se informar quanto às medidas sugeridas pelas autoridades competentes do seu país – podemos enunciar:


- Lavar as mãos com frequência com água e sabão, muito em especial depois de ter um contacto directo com pacientes e sempre antes de comer.
- Cozinhar muito bem os alimentos.
- Não tocar com as mãos por lavar, nos olhos, nariz e boca e depois de se ter assoado.
- Evitar o contacto com pessoas doentes – quadro sintomático do tipo gripal ou de infecção respiratória.
- Não compartilhar objectos de uso pessoal.
- Evitar o contacto, sem protecção, com animais selvagens e domésticos, estes principalmente das quintas ou fazendas.
- Não sair de casa se se sentir doente e com os sintomas enunciados supra.
- Manter a casa ventilada.
- Proteger o rosto quando tosse ou espirra com um lenço ou com o próprio braço – não utilizar as mãos.
- Lavar de imediato as mãos após tossir ou espirrar.
- Limpar e desinfectar todos os objetos e superfícies usados com frequência.
- Usar uma máscara em lugares públicos, enquanto viaja, protegendo-se a si e aos outros, especialmente quando esteja com os sintomas característicos da doença,
- Se suspeitar de infecção por Coronavírus, colocar uma máscara dirigindo-se ao Centro de Saúde ou Hospital mais próximo ou ligando de imediato para qualquer linha de saúde disponível.

- Tenha, para além dos enunciados, um cuidado acrescido no CONTACTO COM OS OLHOS - 
Se compararmos o número de infectados – casos confirmados -, a velocidade da transmissão e direccionamento do Coronavírus, bem como de todas as medidas extraordinárias que têm sido tomadas a nível mundial, com a SARS e a MERS, podemos intuir que independentemente dessas medidas, nomeadamente máscaras, o vírus poderá ter uma “entrada” privilegiada pela mucosa dos olhos. 

Face à gravidade da doença, velocidade de disseminação e a capacidade de a combater, o RISCO GLOBAL deve ser considerado elevado.
Pense-se em todos os Estados pobres do mundo, sem recursos, onde os meios de saúde são praticamente inexistentes ou simplesmente deploráveis e as consequências da disseminação do vírus são indetermináveis.
Assim a OMS acabou por declarar, ainda que tardiamente, a emergência de saúde pública global.


***

Os MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS para prevenção e tratamento da epidemia e de alguns sintomas da mesma, terão de ser considerados complementares do procedimento convencional.
Em caso algum, deixe de cumprir escrupulosamente as recomendações das autoridades de saúde do país, do seu médico assistente e outros.


***


Os sintomas começam em geral com febre, passando depois a abranger tosse seca e falta de ar (podem coexistir outros sintomas de maior ou menor gravidade).
Se a situação não se deteriorar ou agravar substancialmente, os indivíduos contagiados acabam por recuperar.
Mas, complicando-se, o vírus pode provocar pneumonia, insuficiência respiratória aguda e até a morte, tal como já referimos supra. 

***

PREVENÇÃO

Existindo o RISCO DE CONTÁGIO deverá prescrever-se o medicamento homeopático de maior similitude sintomática com a epidemia, PREVENINDO o seu aparecimento no indivíduo.

Sugerimos –

ARSENICUM ALBUM, 200 CH, 3 gotas duas vezes por dia, dois dias por semana.
- Tomar até que o risco de infecção desapareça.


***

Em pacientes que apresentam um comprometimento do SISTEMA IMUNITÁRIO, nomeadamente idosos ou indivíduos com outras doenças crónicas, o reforço do mesmo constitui-se como uma medida cautelar de excelência.
Veja-se “O REFORÇO DO SISTEMA IMUNITÁRIO” em –

Podem ainda fazer-se –

PROTOCOLO PARA A IMUNODEFICIÊNCIA – DEBILIDADE DAS DEFESAS EM PACIENTES DE RISCO

Medicamentos homeopáticos complexos dos Laboratórios Heel - Alemanha

ARNICA-HEEL NP – gotas
MERCURIUS-HEEL S – comprimidos
ECHINACEA COMPOSITUM SN
ENGISTOL N

- Tomar em conformidade com as orientações das bulas.

------------------
Ou por uma questão de “custos” –
HYDRASTIS 200 CH, 5 gotas duas vezes por dia e
ECHINACEA 5 CH, 3 gotas de 3 a 5 vezes ao dia. 
------------------

***

No caso de a patologia evoluir para infecções respiratórias graves, em especial a PNEUMONIA, sugere-se –

CHELIDONIUM 3 CH, 2 gotas de 3 em 3 horas, alternando com
HEPAR SULFUR 6 CH, 5 gotas de 3 em 3 horas. ARSENICUM ALBUM 6 CH, 3 gotas 5 vezes por dia.
PHOSPHORUS 30 CH, 5 gotas duas vezes por dia 

Numa pneumonia resistente, ou seja, de difícil resolução, poderá ministrar-se MERCURIUS 12 DH.


***

- Mantenha os frascos e tubos de medicamentos afastados de telemóveis e de aparelhos eléctricos.
- Não ingira qualquer tipo de alimento 15 minutos antes e 15 depois de tomar o medicamento.
- Quando lava os dentes deve guardar 30 minutos – antes e depois – para que o seu efeito não seja antidotado pelas substâncias que compõem a pasta dentífrica. 
- Salvo indicação em contrário, entre as tomas de medicamentos diferentes faça um intervalo de pelo menos 10 minutos.
- Não dilua ou tome o medicamento com chá, sumos ou leite.
- Pode tomá-lo na sua forma original, sublingualmente, ou diluí-lo num pouco de água – colher de café ou de chá.



***

NOTA -  

O Dr. Farokh Master (médico homeopata indiano), considerando as premissas do tratamento homeopático, identificou o medicamento JUSTITIA ADHATODA como simillimum sintomático da epidemia causada pelo Coronavírus.
Para além do ARSENICUM ALBUM nada obsta à administração deste medicamento cuja acção incide predominantemente nas patologias do trato respiratório, nomeadamente nos pulmões.

ARSENICUM ALBUM, 200 CH, 3 gotas duas vezes por dia, dois dias por semana e
JUSTICIA ADHATODA, 30 CH, 3 gotas diárias.


Veja-se -
https://josemariaalves.blogspot.com/2020/02/justicia-adhatoda-coronavirus.html


***


Nota adicional ao texto -


ARTIGOS SOBRE A COVID-19 PUBLICADOS NESTE BLOGUE

Ver a nova listagem de artigos em -




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MEDICAÇÃO HOMEOPÁTICA – COVID-19

HOMEOPATIA E EPIDEMIAS – COVID-19

COVID-19 – O FUTURO

MÁSCARAS OBRIGATÓRIAS – MAIS VALE TARDE QUE NUNCA

CORONAVÍRUS – MENTIRAS – O PERIGO DAS VISEIRAS – O PAPEL DO MEDO NAS EPIDEMIAS

HOMEOPATIA - CORONAVÍRUS - PREVENÇÃO - ARSENICUM ALBUM E JUSTICIA ADHATODA

MANUAL CLÍNICO PARA O NOVO CORAVÍRUS

ESTATÍSTICAS DO CORONAVÍRUS NO MUNDO EM TEMPO REAL

JUSTICIA ADHATODA – HOMEOPATIA - CORONAVÍRUS






30/01/2020




sábado, 11 de maio de 2019

FADIGA CRÓNICA - ESGOTAMENTO






PROTOCOLO -

ALFALFA D1, 3 gotas de 3 a 6 vezes ao dia;
AVENA SATIVA D1, 3 gotas de 3 a 6 vezes ao dia; e
ADN e ARN 9 CH (manipulados no mesmo frasco), 5 gotas dia sim, dia não durante os primeiros 30 dias. Depois, em função das melhorias fazer doses únicas de 10 em 10 dias.


A ALFALFA é um medicamento fortificante e estimulante.
Consagrado na astenia física e psíquica, tal como a AVENA.
Remineralizante. Deficit de vitaminas e de cálcio.

A AVENA SATIVA age na fadiga. Astenia e insónia. Ansiedade.
É interessante realçar o seu efeito tónico e simultaneamente sedativo – de manhã tonifica e à noite favorece o sono.


O ADN e o ARN (ácidos nucleicos) agem em todas as patologias onde existam perturbações imunitárias.
Nomeadamente herpes, hepatite, mononucleose infecciosa, papilomas, verrugas e viroses diversas.
São também eficazes nos estados cancerosos e muito especialmente nos pré-cancerosos e leucemia.
Na cicatrização difícil de úlceras e nos transplantes. Auxilia na consolidação de fracturas.

Tem uma acção preventiva no cancro.
Deve ser utilizado em cancerosos que já foram tratados (utilizar doses de 9 CH de 10 em 10 ou de 15 em 15 dias – não utilizar 15 CH pois esta potência pode ter um efeito imunossupressor).

Efeitos indesejáveis da quimioterapia e da radioterapia – alergias, anemia, hemorragias, leucopenia, queda de cabelo, etc.

No aspecto geral complementa a ALFALFA e a AVENA SATIVA – abulia, apatia, astenia, anergia, depressão. Sintomas que podem inclusivamente preceder um estado canceroso. 



Download do NOVO REPERTÓRIO HOMEOPÁTICO (Por patologias) em




RAMANA MAHARSHI - VICHARASANGRAHAM - NAN YAR







Download do texto integral em –


RAMANA MAHARSHI – BIOGRAFIA BREVE 

Ramana Maharshi nasceu em 30 de Dezembro de 1879 em Tiruchuzhi, no sul da Índia, e faleceu no dia 14 de Abril de 1950.  
Veio a ser reconhecido como mestre do Advaita Vedanta e homem de enorme santidade, quer na Índia quer no Ocidente. 
Teve uma infância normal, mas duas características chamaram a atenção da família: um sono excessivamente profundo e uma força física anormal para a sua idade. Nada fazia prever que estaríamos perante um dos maiores místicos dos séculos XIX e XX. 

O pai de Ramana faleceu quando este tinha quinze anos e Ramana foi viver com um tio para a cidade de Madura.
Aos 16 anos, passou por uma extraordinária experiência relacionada com a morte, sem que nada tivesse praticado para a obter.
Estando só, sentado numa sala da residência foi acometido por um intenso medo da morte. Sentiu que iria morrer. Não obstante, não entrou em pânico e começou a pensar nesse novo facto que ocorria na sua existência. Interiorizou o medo terrível que o afligia e perguntou a si mesmo: - A morte veio, o que é que essa morte representa? O que é que está a morrer?
O corpo morre, pensou.
Estendeu-se e começou a imitar um cadáver. Reteve a respiração e disse para si mesmo, ‘este corpo está morto, será cremado e reduzido a cinzas’.
Continuou a inquirir-se:
- Com a morte deste corpo eu também morro?
- Este corpo é o “Eu”?
Apesar do corpo imitar com perfeição a morte, Ramana não deixou de sentir a sua existência e o próprio “Eu”. O “Eu” que se manifestava não fazia parte do corpo, estava separado dele.
Aí, intuiu, experimentando uma verdade inquestionável:
- Eu sou Espírito que não pode ser afectado pela morte. O Espírito está para além do corpo e de todas as suas funções e é imortal.
A partir desse momento o medo da morte extinguiu-se por completo e Ramana passou a desfrutar de uma contínua imersão no Ser.
O ego permitira-lhe ter medo da morte. Mas este desapareceu quando o jovem Ramana fundiu o seu “Eu” com o Self (Si) infinito e eterno ou seja com o Espírito.
Nunca mais teria medo da morte. O seu “eu” extinguir-se-ia com a destruição do corpo, mas o “Eu” verdadeiro não estava submetido às leis da dissolução.  

Segundo o jovem mestre, o primeiro de todos os pensamentos é o pensamento “eu”. É após este que surgem todos os outros. Se perseguirmos o “eu” até à sua origem, este que é o primeiro e último pensamento, acabará por se dissipar.
Quando negamos o facto de sermos este corpo e tudo o que o compõe, mesmo a mente donde nasce o ego, afirmando ‘Eu não sou este corpo’, podemos constatar que resta a Consciência pura que permanece em nós, só e por si mesma. Aí declaramos: “Eu sou”. Eu sou essa consciência que é Existência, Consciência e Felicidade.
Dissipados que estejam os pensamentos, poderemos despertar para o Si, natureza real de todos os homens, que está para além da mente e que é eterno e infinito. 

Ramana atingira a Libertação e com ela toda a sua vida se modificou, renunciando ao mundo exterior.
É interessante anotar que afirmava ter sido feliz por nunca se ter interessado pela filosofia e que se o tivesse feito não teria chegado a lugar algum.

Um dia, tomou a decisão de abandonar a casa onde vivia com os seus tios deixando uma carta onde referiu ter partido em busca do seu Pai e pediu para que não se preocupassem com o facto, nomeadamente desperdiçando dinheiro à sua procura.
Partiu para Tiruvannamalai, 190 Km ao Sul de Madras, perto da montanha de Arunachala onde por renúncia se libertou do dinheiro que transportava, nunca mais tocando em qualquer moeda ou nota e do colar sagrado, passando apenas a vestir uma tanga. 
Ramana desapegou-se do mundo e estabeleceu-se definitivamente no Si, descurando por completo o seu corpo quer na alimentação quer na higiene, comendo apenas uma tigela de comida diariamente e não tomando banho.
Passava a maior parte do tempo em silêncio e imerso no Si.

Alguns anos depois de ter abandonado a casa foi encontrado pelos seus parentes que tudo fizeram para que retornasse a Madura, o que não fez.
A sua mãe permaneceu com ele durante bastante tempo, mas Ramana não lhe prestava qualquer atenção especial.
Por essa altura tinha feito um voto de silêncio e limitou-se a escrever algumas linhas: “O que tudo ordena controla os destinos das almas segundo o seu Prarabdhakarma. Tudo o que não está destinado a acontecer não acontecerá, tente-se fazer o que se quiser. Tudo o que está destinado a acontecer acontecerá, faça-se seja o que for para o impedir. Isto é verdadeiro. O melhor caminho, portanto é ficar calado.”

A mãe de Ramana voltou para casa. Por seu turno, Ramana começou a ter um comportamento diferente, minimizando o ascetismo a que se devotara.

Depois de ter passado dois anos em Tiruvannamalai, vivendo ao relento e em templos, estabeleceu a sua morada em Arunachala, monte sagrado da Índia. 


Em Arunachala, onde já tinha um grupo de devotos foi construído um Ashram.
O número de devotos aumentava, os seus ensinamentos disseminaram-se pelo mundo e o Ashram era cada vez mais conhecido.
A partir do ano de 1947 a saúde de Ramana deteriorou-se. Em 1949 foi-lhe diagnosticado um tumor maligno. Ramana aceitou a doença e a morte inevitável. Ele nunca iria valorizar o corpo e o tempo de vida deste.
Faleceu no dia 14 de Abril de 1950 com a certeza de que apenas o corpo morre, o que não constitui qualquer tragédia.

Contrariamente a muitos sábios e santos hindus nunca se referiu à sua eventual reencarnação ou libertação definitiva do ciclo de nascimento e morte.
Questionado sobre o assunto limitou-se a responder:
“Quando morrer não me irei embora. Para onde haveria eu de ir?” ou “Não me irei embora, estou aqui”.

Ramana, místico hindu, está aqui no eterno agora.



***



RAMANA MAHARSHI - MEDITAÇÃO – QUEM SOU EU?



O caminho directo para a iluminação é a Auto-investigação (Autoconhecimento).


Iremos explanar o método preconizado por Maharshi de uma forma sucinta e imediatamente compreensível.
Quem pretender aprofundar os seus ensinamentos tem uma vasta bibliografia ao seu dispor, principalmente em edições inglesas.
No entanto, tenha-se em consideração que Ramana escreveu tão-somente dois textos em prosa que são um conjunto de instruções do seu ensinamento:
- Vicharasangraham (Self-Enquiry); e
- Nan Yar (Quem sou Eu?).
Como se refere na introdução ao livrinho ‘Quem sou Eu?’ os ensinamentos de Bhagavan Sri Ramana Maharshi estão nele condensados, indicando-nos a forma correcta como a ‘investigação’ deve ser realizada:
“A mente é a sede dos pensamentos. O pensamento “Eu” é o primeiro a surgir na mente. Só depois do pensamento “Eu” surgem os outros pensamentos.
Quando a investigação “Quem sou Eu?” é insistentemente perseguida, todos os outros pensamentos são destruídos, e finalmente o próprio pensamento “Eu” desaparece restando apenas o supremo não-dual Self (Si). Assim acaba a falsa identificação do Self (Si) com os fenómenos do não-Self, tais como o corpo e a mente, e dá-se a iluminação.
Apesar de tudo, este processo não é propriamente fácil. À medida que nos questionamos ‘Quem sou Eu?’, outros pensamentos surgirão, mas não se lhes deve ceder, e devemos segui-los, perguntando: ‘A quem surgem estes pensamentos?’.
Através de uma investigação constante, deve fazer-se com que a mente permaneça na sua fonte, sem permitir a sua dispersão e que se perca nos labirintos do pensamento, por si própria criados.
Todas as outras disciplinas meditacionais devem ser consideradas como práticas auxiliares, já que auxiliam a mente a restar calma e focada.
Para a mente que adquiriu uma grande capacidade de concentração, a Auto-investigação (Autoconhecimento) torna-se relativamente fácil. É através da investigação contínua que os pensamentos são destruídos e o Self (Si) se realiza – a Realidade plena, felicidade absoluta na qual não existe sequer o pensamento “Eu”, experiência que é referida como “Silêncio”.
Não havendo aí, felicidade alguma em qualquer dos objectos do mundo.
Este é na essência o ensinamento de Ramana Maharshi em Nan Yar.”


***
     

Se o nosso espírito já tiver atingido um grau mínimo de conhecimento ou intuição das coisas do espírito, começamos por nos questionar incessantemente:

Quem sou Eu?

- Serei este corpo?
O corpo transitório com as suas funções orgânicas, emoções, sentimentos, pensamentos e ego não pode ser o “Eu” real.
É natural que o homem identifique o “eu” com o corpo. Quando diz “eu estou aqui”, “eu já fui…”, ”eu serei…”, “eu sou…”, identifica-se com o corpo.
Mas o corpo físico composto pelos cinco órgãos dos sentidos (tacto, visão, paladar, audição e olfacto) e respectivos objectos (toque, cor, sabor, som e cheiro), pelos cinco órgãos de cognição dos sentidos (agarrar, fala, locomoção, excreção e procriação), pela respiração, pela mente que gera os pensamentos, a memória, a vontade e o ego, não se constitui como o “Eu” verdadeiro. O corpo não pode ser a “Consciência do Eu”. 
Existe um sentimento do “eu” que tem a sua origem no corpo e pode ser definido pela palavra “ego”. O iniciado deve perquirir qual o seu “Eu”, que não se confunde com o ego. O ego é a raiz da árvore da ilusão e como tal deve ser destruído para que o “Eu” possa cintilar no âmago do Coração.


Enquanto meditamos é normal que a mente seja assolada por inúmeros pensamentos. Aí devemos perguntar-nos de onde vem este pensamento, ‘A quem surgiu este pensamento?’. A resposta será sempre ‘A mim’. Se necessário seguimo-lo até à raiz. Logo que a mente se aquiete retornamos à meditação inicial: Quem sou Eu? 
Evidentemente que no princípio os momentos de liberdade e beatitude serão curtos e escassos, mas irão aumentando progressivamente com a continuação da Auto-investigação.


- Serei a consciência?
A consciência pela qual entro em contacto com o universo e com o universo próprio do sonho?
Já vimos que não.


- Serei o intelecto? O “ego”?
Também já concluímos que não.
A mente contém em si a memória, o intelecto, a vontade e o ego. É o intelecto que gera os pensamentos. A mente identifica-se com o “eu”. Mente e ego são uma só coisa, mente que gera a escolha, o amor, o ódio, a inveja, o ciúme, o desejo, a rejeição e a repulsa, entre outros.
A mente ou o ego também não pode ser o “Eu” verdadeiro.



- Quem sou Eu?
Eu só posso ser aquele Algo que subjaz aos três estados por que passamos nesta vida mortal: vigília, sonho e sono profundo.

Poderá existir maior paz do que a obtida por intermédio do sono profundo? Neste o “eu” deixa de existir com todas as suas funções e qualquer sofrimento, seja físico seja psicológico cessa naturalmente. Nesse sono profundo a nossa mente vazia de todos os pensamentos, sentimentos, afeições, padecimentos e ilusões retorna à unidade inicial ainda que de forma temporária, não sendo por isso que deixamos de ser.
Concentrando-nos continuada e persistentemente no Self (Si), que é Deus, o devoto atingirá a Consciência Pura, o Ser real e único, cintilando nele por toda a eternidade, como cintilava quando ainda o não era, por não ter sido ainda criado.


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