FAUCI RELACIONADO COM A CRIAÇÃO DE UM NOVO CORONAVÍRUS
SENADOR RAND PAUL QUER FAUCI RESPONSABILIZADO POR TER MENTIDO
A Revista Visão publicou um artigo com base em notícias do Jornal The Intercept, que teve acesso a mais de 900 páginas de documentos que indicam o facto de entidades norte-americanas terem financiado em Wuhan estudos sobre a emergência de coronavírus.
Tais documentos, recentemente divulgados, evidenciam o trabalho da EcoHealth Alliance, empresa que tem sido escrutinada devido ao interesse crescente no conhecimento das origens da pandemia, com sede nos EUA, que terá utilizado dinheiro do Estado Americano para financiar a investigação do coronavírus em morcegos no laboratório de Wuhan, donde constam também duas propostas de financiamento realizadas pelo Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, dirigido por Anthony Fauci.
Os documentos descrevem procedimentos experimentais em Wuhan e levantam uma série de dúvidas legítimas – não nos vamos alongar sobre esta matéria; só nos devemos pronunciar quanto às nossas intuições quando os factos as confirmarem.
São muitos os cientistas que acreditam que a pandemia surgiu de forma natural. Mas também existem investigadores que continuam a defender que o vírus foi criado em laboratório. Provavelmente nunca iremos saber a origem precisa da pandemia, até porque o tempo continua a destruir provas que poderiam ser essenciais para a sua determinação.
Nos últimos meses, alguns investigadores mais arrojados, solicitaram uma investigação mais detalhada às origens da pandemia. Joe Biden, em Maio, ordenou aos serviços secretos que estudassem o caso. No dia 27 de Agosto, Biden anunciou que o inquérito foi inconclusivo, para regozijo de uns e tristeza de outros.
As descobertas de documentos comprometedores têm gerado grandes contestações entre os republicanos, que apelam à renúncia de Anthony Fauci ao cargo na Casa Branca, por este ter negado que o seu Instituto financiou pesquisas perigosas de “ganho de função”, isto é, que intentavam desenvolver um novo coronavírus capaz de infectar os humanos.
Outros pedem uma investigação mais aprofundada sobre a relação de Fauci com as pesquisas realizadas no laboratório chinês.
O senador Rand Paul, que entrou repetidamente em acesas discussões com Fauci, durante a pandemia, elogiou, a divulgação dos documentos, dizendo que os materiais “deixam bem claro que (Fauci) precisa de ser responsabilizado”.
Num confronto entre ambos, em Maio, Fauci tinha afirmado que o “Instituto Nacional de Saúde nunca, nem agora, financia a pesquisa de `ganho de função´ no Instituto de Virologia de Wuhan.”
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A questão do Coronavírus está a tornar-se num episódio vergonhoso e sem precedentes.
Mentiras, omissões, informações contraditórias e falsas, interesses económicos de particulares, das farmacêuticas e dos próprios Estados, má-gestão da pandemia com a informação manipulada pelos próprios governos e autoridades de saúde, e com a conivência dos órgãos de comunicação social, uma censura sem critérios que só pode ser compreendida em estados autocráticos, e por fim, algo que não atingimos, mas intuímos.
O tempo irá esclarecer o muito que está por esclarecer.
OS ASSINTOMÁTICOS SÓ SÃO TRANSMISSORES DA DOENÇA QUANDO RESPIRAM
Terei visto e ouvido o que vamos ouvir a seguir? Não é possível!
Isto, com todo o respeito por todos aqueles que sofreram, faleceram e continuam a sofrer com a COVID 19.
Assim:
Os assintomáticos só são transmissores quando respiram;
Quando os assintomáticos estão mortos não respiram e não são transmissores.
Logo, quando estão mortos e respiram são transmissores.
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OS VACINADOS DEIXAM DE ESTAR SUJEITOS AO ISOLAMENTO PROFILÁTICO
Graça Freitas quer acabar com o isolamento profilático para os cidadãos vacinados. É uma medida defendida por muitos especialistas, incluindo os consultores do governo no que toca à covid-19.
Digo:
Os vacinados não são passíveis de contágio.
Os vacinados não contagiam praticamente ninguém.
Logo, não há que proteger os restantes cidadãos (vacinados ou não) dos vacinados, nem se justifica que os vacinados se protejam.
Já vimos em artigos anteriores que nada do que escrevi é verdadeiro. Os estudos científicos têm demonstrado precisamente o contrário.
“Em Portugal a DGS indica a existência de 39.910 casos activos e em vigilância 40.335.
Repetindo o que já disse em artigos anteriores e que não vejo nenhum “especialista” analisar, das duas, uma:
Ou os números estão correctos e os portugueses são eremitas (não podem ser sequer semi-anacoretas) – não me vou alongar: cada português infectado contacta apenas uma pessoa e um pedacinho de outra, que possa eventualmente ser infectada e que justifique a vigilância… Enfim!
Ou não há qualquer controlo por parte das autoridades de saúde, o que irá dar muito mau resultado dentro em breve.
A negligência é algo que tem um preço muito elevado.
Eu, pessoalmente, já não me acredito em nada que venha do Ministério da Saúde ou da DGS.”
Graça Freitas ou nos ouviu ou teve um “acesso súbito de inteligência periódica”.
Confirmou numa entrevista publicada no dia 13 do mesmo mês, que a DGS está a reconsiderar o esquema de publicação diária de relatórios de situação com o número de novos casos de infecção pelo SARS-CoV-2 – e outros elementos, dizemos nós, uns que apenas geram dúvidas e outros que são omissos, como o número de testes realizados.
“O foco vai tender a ser na doença propriamente dita e não tanto na infeção”, disse a directora-geral da saúde, dizendo também que a frequência do documento está a ser “equacionada” para “aumentar o intervalo desta publicação”.
Parece que estamos a estabelecer prioridades:
É necessário tratar a doença.
A infecção é secundária.
Logo, ou não vai haver prevenção ou os doentes não são infectados...
Será? Há aqui algo que não bate certo. Até eu começo a ficar confuso.
De qualquer forma é melhor, muito melhor do que ter uma publicação diária de que muitos duvidam ou que demonstra inequivocamente a ineficácia do controlo epidemiológico e de rastreamento, que vai ou poderá ter graves consequências no Outono/Inverno.
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O MINISTRO DA SAÚDE DE ISRAEL E O “PASSAPORTE VERDE”
O Ministro da Saúde de Israel, Nitzan Horowitz não sabendo que estava com o microfone ligado e em transmissão directa para uma estação de televisão, admitiu hoje que os Passaportes de Vacinas servem principalmente para “coagir” os cépticos a deixarem-se vacinar.
As motivações de tais documentos não eram as invocadas. Bastaria um simples raciocínio para o entender...
A imposição de regras do “passe verde” é necessário para que mais pessoas se vacinem, e não por razões médicas.
Mas sendo desnecessária a sua imposição, alega que o problema são os não-vacinados, que precisam de ser influenciados sob pena de não sairmos desta situação (pandémica).
Não foi ninguém a ver que o rei ia nu, mas o próprio rei que o afirmou sem que o quisesse fazer, já que nem governantes, especialistas e povo o viu na sua "nudez", por ignorância ou por "interesse".
O responsável pela gestão da pandemia em Israel pediu aos israelitas que se comecem a preparar para uma nova dose da vacina, já que o vírus está entre nós e aqui continuará – a quarta, enquanto ainda há dias começaram a vacinar a 3.ª dose…
Salman Zarka diz que a COVID-19 veio para ficar e que a próxima dose de reforço deverá ser ajustada para as novas variantes, referindo-se à variante delta – não tenhamos dúvidas que virá a lambda e outras, até que esgotemos o alfabeto grego.
Segundo ele, esta será a nossa vida de agora em diante, provavelmente, digo eu, como já me tinha apercebido há muito, com vacinações sucessivas.
Disse ainda, “que pensando na ineficácia das vacinas e dos anticorpos, parece que a cada poucos meses - pode ser uma vez por ano ou cinco ou seis meses - vamos necessitar de uma nova vacinação.”
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Em Portugal a DGS indica a existência de 39.910 casos activos e em vigilância 40.335.
Repetindo o que já disse em artigos anteriores e que não vejo nenhum “especialista” analisar, das duas uma:
Ou os números estão correctos e os portugueses são eremitas (não podem ser sequer semi-anacoretas) – não me vou alongar: cada português infectado contacta apenas uma pessoa e um pedacinho de outra, que possa eventualmente ser infectada e que justifique a vigilância… Enfim!
Ou não há qualquer controlo por parte das autoridades de saúde, o que irá dar muito mau resultado dentro em breve.
A negligência é algo que tem um preço muito elevado.
Eu, pessoalmente, já não me acredito em nada que venha do Ministério da Saúde ou da DGS.
VERTIGEM POSICIONAL PAROXÍSTICA BENIGNA (VPPB) – MANOBRA DE EPLEY -
VERTIGEM - HOMEOPATIA
É a sensação de tontura agoniante que ocorre quando os nossos órgãos do equilíbrio e os olhos transmitem mensagens contraditórias relativamente ao nosso movimento.
A vertigem é normalmente acompanhada de uma sensação de náusea – que pode ser provocada por infecções do ouvido interno, tumores, e até por lavagens do tímpano com água morna - extraordinariamente incomodativa.
Quando a vertigem ocorre apenas numa determinada posição, definimo-la como posicional.
Quando surge em surtos rápidos e muito intensos, denomina-se paroxística.
Na Vertigem Posicional Paroxística Benigna (VPPB), o paciente deve utilizar o método do otorrinolaringologista John Epley.
Qualquer pessoa pode com facilidade executar as manobras de Eply,
que é praticamente infalível na cura desta patologia.
(Tem outros vídeos explicativos disponíveis no You Tube)
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A medicina tentou durante milhares de anos resolver o problema da VPPB sem sucesso.
Epley, em 1980, com um método simples e acessível superou todos os esforços e pesquisas.
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HOMEOPATIA
Para outros tipos de vertigens ver (diagnóstico diferencial):
O comércio de escravos do Médio Oriente, entre o século VII e IX, foi realizado pelos árabes que escravizaram sobretudo africanos, o que levou à morte de cerca de 18 milhões deles.
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O comércio de escravos do Atlântico terá começado por volta de 1434, findando em finais do século XIX – não obstante a escravatura de “facto” não tenha terminado de imediato.
Os escravos eram transportados da África para a América do Sul e do Norte por navios negreiros, também denominados "tumbeiros" (o nome diz tudo - tumbeiro » tumba) pertencentes a comerciantes portugueses, espanhóis, franceses, ingleses, holandeses e alguns americanos.
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O COMÉRCIO DE ESCRAVOS EM PORTUGAL
Alguns historiadores referem que foi a partir da viagem de Gil Eanes, que trouxe para Portugal a primeira “carga” de escravos, que os portugueses os começaram a traficar, detendo o domínio deste comércio durante o século XV.
No entanto, a criação de feitorias como a de Arguim no ano de 1450, permitiu que fossem vendidos em segurança os produtos portugueses, em troca de ouro, especiarias e escravos.
Foram inclusivamente criadas "legalmente" várias companhias para o efeito, como a de Lagos, no ano de 1444.
A própria Igreja de Roma pela Bula Dum Diversas de 18 de Junho de 1452, do papa Nicolau V, concedia a D. Afonso V e seus sucessores, a faculdade de conquistar e subjugar as terras dos infiéis e de os tornar escravos.
Aos portugueses, neste próspero negócio em terras de África, apadrinhado pela Igreja e pela monarquia, que apesar de tudo se manteve ainda que encapotado quase até ao fim do Império, seguiram-se-lhe os espanhóis, ingleses, holandeses e franceses.
Crianças em navio negreiro - 1840
Os escravos foram transportados até ao século XIX em navios vindos de África, apelidados de “negreiros” ou “tumbeiros”. Os comerciantes compravam escravos já escravizados por outros africanos, aprisionados nas guerras tribais.
Homens, mulheres e crianças, todos acorrentados, eram literalmente amontoados em pequenos compartimentos do porão onde grande parte sucumbia à demorada viagem. Nesse local de transporte, faziam as suas necessidades, vomitavam por enjoo de mar ou doença, comiam a parca comida que lhes era atirada do convés e conviviam com os corpos dos que iam morrendo e rapidamente entravam em putrefacção, no meio das fezes, urina e vómitos.
Por vezes, em temporais de mar grosso, desfeito, os capitães ordenavam que fossem alijados ao oceano os corpos dos mortos e dos moribundos, aliviando assim a carga do navio para que melhor pudesse suportar a fúria do mar.
No século XVI os escravos passariam a ser exportados para o Brasil nessa abominação denominada “navios-negreiros”. No século XVII, Angola, pelo porto de Luanda, foi um dos mais importantes centros de comércio de escravos para o Brasil.
Escrava com menino branco no Brasil em 1860
Cerca de 12 milhões de homens, mulheres e crianças, atravessaram o Atlântico rumo às Américas, de molde a satisfazer as necessidades de mão-de-obra e libidinosas de colonos sem escrúpulos.
No reinado de D. José, em 12 de Fevereiro de 1761, por obra do Marquês de Pombal foi abolida no Reino de Portugal (só na Metrópole) e na Índia a escravatura. Nada como parecer o que se não é…
Em 1807 a Inglaterra decreta o Acto contra o Comércio de Escravos, seguindo-se o Acto da Abolição da Escravatura de 1833.
Não fora a actuação da maior potência naval do mundo à época e a escravatura ter-se-ia mantido por mais umas dezenas de anos.
Como escreveu Sá da Bandeira em 10 de Dezembro de 1836, aquando da abolição quase integral da escravatura, “O infame tráfico dos negros é certamente uma nódoa indelével na história das Nações modernas”.
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PEDIDO DE DESCULPA
Já que nenhum chefe de estado ou governante português teve a coragem de pedir desculpa pública pelos hediondos crimes cometidos por portugueses (cristãos…) na colonização do Brasil por escravos africanos, faço-o eu, a todos os que faleceram e a todos os que deles descendem.
A todos os africanos que foram afastados das suas famílias e origens, transportados e vendidos por comerciantes ignominiosos, como "animais" em mercados de escravos.
A todos os que morreram nas terríveis viagens que tiveram de fazer acorrentados como animais selvagens.
A todos os que foram mortos e torturados física e psicologicamente pelos seus "donos" inumanos.
A todos os que foram desumanamente explorados na sua força de trabalho, incluindo crianças.
A todas as mulheres e crianças escravizadas, criminosamente violadas pelos "donos" e seus familiares, capatazes, feitores, entre outros.
A todos os seus descendentes, que carregam nas suas memórias e genes, um dos actos mais cruéis da história.
Sinto muito. Quem o fez não pode de modo algum ser cristão, merecendo o desprezo dos que tanto sofreram e morreram às mãos do lucro, da ganância e da lascívia, apadrinhada pelo Papa Nicolau V e pelos reis portugueses, e não podem de modo algum ser considerados pessoas de bem, quanto mais heróis neste seu país.
Conheciam e apregoavam o Evangelho, mas deles pode dizer-se como disse Ghandi: "Amo o cristianismo, mas odeio os cristãos, pois não vivem segundo os ensinamentos de Cristo."
Os "negreiros" e os que permitiram o tráfico de escravos não eram cristãos, eram criminosos.
Sinto-me envergonhado pelos “negreiros” e por todos os que são incapazes de assumir os erros da história.
Menino escravo
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CASTRO ALVES - NAVIO NEGREIRO
Vídeo I
Vídeo II
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Portugal foi quem deu início ao comércio de escravos no Atlântico.
Portugal é o principal responsável e instigador da concorrência neste infame comércio por parte de outras nações.
Estou convencido de que foram muito mais de 12 milhões de africanos escravizados e de que podem ter morrido cerca de 3 milhões na travessia do Atlântico.
Quer se queira quer não, ouve uma verdadeira hegemonia de portugueses e brasileiros no comércio de escravos.
Há um estudo publicado na revista “Stvdia”, nº 50, de 1991, intitulado “Para o estudo do tráfico de escravos de Angola (1640-1668)”, da autoria de Maria Luísa Esteves, do Centro de Estudos de História e Cartografia Antiga, do Instituto de Investigação Científica Tropical, onde se pode ler: (…)“era verdadeiramente desumana” a maneira como, naquela época, os escravos originários de Angola eram transportados para o Brasil.
“A fim de evitar os suicídios em massa, pois muitos deles preferiam a morte a ir trabalhar para a América, metiam-nos na coberta do navio, aferrolhados e apertados uns contra os outros, mal podendo respirar. Nestas condições e com uma alimentação insuficiente e má, feita quase sempre com géneros deteriorados, não era para admirar que grande parte deles morresse pelo caminho. A percentagem de 30 a 40 por cento era considerada normal e a designação dada aos navios empregados neste tráfico – ‘tumbeiros’, de tumba – mostra eloquentemente, tornando desnecessárias mais explicações, o que seriam tais viagens nessa espécie de ‘esquifes flutuantes’.”
Em Fevereiro de 1992, na Ilha de Gorée (Senegal), o Papa João Paulo II referiu que o comércio de escravos teve a participação de “pessoas baptizadas, mas que não viveram a sua fé”, e declarou: “A partir deste santuário africano do sofrimento negro, imploramos o perdão do céu”.
Em 30 de Janeiro de 2006, o ex-presidente francês Jacques Chirac destacou o dia 10 de Maio como um dia nacional em memória das vítimas da escravidão promovida pela França.
Em 31 de Maio de 2007, o governador do Alabama, Bob Riley, assinou uma resolução expressando “profundo pesar” pelo papel do Estado na escravidão e pediu desculpas pelos erros e efeitos remanescentes. O Alabama foi o quarto estado do Sul a fazer um pedido de desculpas formal pela escravidão, após Maryland, Virgínia e Carolina do Norte.
Em 30 de Julho de 2008, a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou uma resolução pedindo desculpas pela escravidão e por leis discriminatórias posteriores.
Em 18 de Junho de 2009, o Senado dos Estados Unidos emitiu um comunicado pedindo desculpas e condenando as “fundamentais injustiças, crueldades, brutalidades e desumanidades da escravidão”, uma notícia bem recebida por Barack Obama.
A 23 de Abril de 2017, Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da República Portuguesa, afirmou que o poder político português reconheceu a injustiça da escravatura quando a aboliu, em parte, do seu território pela mão do Marquês de Pombal, em 1761.
Esqueceu-se o presidente que alardeava tanta cultura e conhecimentos, enquanto comentador de um canal televisivo, de que só em 1836 foi oficialmente decretada a abolição da escravatura e de que só a partir do ano de 1869 deixou de haver escravos – se deixou…- em todo o território português? Não, não se esqueceu. Mas ter conhecimentos não implica sabedoria. E quanto a sabedoria o presidente português é “analfabeto”.
Nunca deveria ter ido à Ilha de Gorée, nem em Julho ao Brasil, sem que reconhecesse expressamente o infame papel português no tráfico de escravos, com o inevitável pedido de desculpas.
É isso que se pede a um homem de carácter e não “desculpas esfarrapadas”.
Jeffrey Long, na sequência do livro Vida Depois da Morte*, de Raymond Moody, escreveu Provas da Vida Depois da Morte*, onde intenta demonstrar “cientificamente” a existência de outra vida depois da morte física.
-* Existem traduções em português dos dois livros, que podem ser adquiridos por quem queira aprofundar a matéria.
As EQM são acontecimentos que ocorrem quando uma pessoa está a morrer ou quando já está de facto clinicamente morta. A Quase Morte pode considerar-se um estado clínico tão grave, que as probabilidades de eventual melhoria são praticamente nulas. Está CLINICAMENTE MORTA quando existe uma paragem cardíaca e respiratória, que ainda pode ser revertida, mas com recurso à reanimação.
A esperança e a crença na existência da vida depois da morte é um dos efeitos mais comuns da EQM. Alguns dos que vivenciaram esta experiência, consideram a vida nesta terra, estreita, suja e hedionda e muitos pretendem voltar para o estado da experiência, ou seja, querem “ingressar” na morte.
Long, depois de ter estudado múltiplos casos de EQM, definiu aquilo que considera serem as nove provas que estribam a sua teoria:
1. – O nível de consciência durante as experiências é geralmente maior do que o que se tem na vida quotidiana, embora ocorram enquanto a pessoa está inconsciente.
2. – Aquilo que os indivíduos vêem e ouvem no estado de fora do corpo (EFC) é, em geral real e, em muitos casos, a própria pessoa ou outras comprovam a sua realidade.
3. – As pessoas que vêem mal, ou mesmo com cegueira total, têm uma visão normal ou superior à normal nas suas experiências de quase morte.
4. – As experiências acontecem sob anestesia geral, quando seria impossível uma experiência inconsciente.
5. – As revisões de vida nas EQM incluem factos reais, mesmo que os acontecimentos tenham sido esquecidos.
6. – Quando as pessoas encontram conhecidos da sua vida terrena, são quase sempre falecidos e, em geral, parentes.
7. – As experiências das crianças, incluindo das muito pequenas, são surpreendentemente semelhantes às dos jovens e às dos adultos.
8. – Acontecem em todo o mundo.
9. – É comum que as pessoas passem por mudanças poderosas na vida, como consequência posterior da sua experiência.
Os vários investigadores das EQM chegaram à conclusão de que podem ocorrer vários dos doze elementos seguintes, ou todos eles:
1. – Experiência fora do corpo (EFC); a consciência separa-se do corpo físico.
2. – Agudização dos sentidos.
3. – Emoções, sentimentos intensos, geralmente positivos.
4. – Entrar ou passar num túnel.
5. – Encontro com uma luz mística ou muito brilhante.
6. – Encontro com outros seres, que podem ser seres espirituais, ou parentes ou amigos falecidos.
7. – Sensação de alteração do tempo ou do espaço.
8. – Revisão da vida.
9. – Encontro com planos ultraterrenos – celestiais.
10. – Aprendizagem de conhecimentos especiais.
11. – Encontro com um limite ou barreira, o qual não consegue ultrapassar.
12. – Regresso voluntário ou involuntário ao corpo.
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Jeffrey Long, no seu livro, narra um caso de EQM, que pelas suas particularidades merece ser mencionado.
Trata-se de Hafur, na Colômbia. Eis um resumo do seu depoimento:
1. – Viu projectada toda a sua vida várias vezes.
2. – Reparou que entendia tudo com grande clareza e hiperlucidez.
3. – Descobriu que tinha sido ela, pessoalmente, que tinha escolhido assumir um corpo físico e passar pelas experiências de vida que estava a ter*.
1. – Nós vivemos numa “unidade plural” ou “unicidade”. Por outras palavras, a nossa realidade é “unidade na pluralidade e pluralidade na unidade”.
2. – Que ela era tudo e tudo era ela, sem diferenças, senão nas aparências terrenas.
3. – Que não há Deus fora de nós mesmos, mas Deus está em tudo, e tudo, a própria vida faz parte de Deus.
4. – Vivemos pelo amor verdadeiro – incondicional e universal.
5. – Que tudo é experiência e que esta vida e a próxima são essencialmente uma só, porque tudo é Deus.
6. – A morte é uma metamorfose do tempo – mais uma ilusão, fruto dos nossos conceitos mentais.
7. – Que “eu” inclui “nós”.
8. – Que o criador cria eternamente e uma das criações é a prática do amor consciente. Aprende-se a pintar, pintando.
9. – Viver conscientemente pelo amor é a essência da própria vida.
Hafur disse ainda ter aprendido milhares de coisas, coisas sem fim…
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John Eccles foi um neurocientista laureado com o prémio Nobel que estudou a consciência. Aventou que a consciência pode existir separadamente do cérebro.
Terá declarado:
“Eu sustento que o mistério humano está incrivelmente degradado pelo reducionismo científico, com a sua crença de que o materialismo explicará, mais tarde ou mais cedo, todo o mundo espiritual em termos de actividade neuronal.”
Para Eccles, somos tanto seres espirituais com alma, quanto materiais com corpo e cérebro e com existências nos dois planos. Acreditava-se que a alma liberta pudesse encontrar um outro futuro.
Na EQM, estado de quase morte ou de morte eminente, surgem-nos relatos de experiências vivenciadas, que apresentam características “sobrenaturais”.
Contactos com seres celestiais, ouvir o anúncio da própria morte, sair fora do corpo e visualizar o próprio corpo e o que se passa ao redor, ausência súbita de dor acompanhada por uma paz indescritível, ver e percorrer um túnel com uma luz resplandecente no seu final, entrar em jardins celestiais, encontros com amigos e familiares já falecidos, visualização de seres de luz, retornar à vida por lhe terem sido colocados obstáculos na continuação do caminho na direcção do “paraíso”, adquirir conhecimentos e aptidões que não poderiam ser adquiridos por intermédio da percepção normal.
Alguns cientistas têm-se debruçado sobre esta questão. Não podemos enunciar as múltiplas teses apresentadas, mas todas tendem a explicar o fenómeno com recurso aos fenómenos fisiológicos inerentes à própria morte.
A isquemia cerebral e a inactividade eléctrica ou a actividade eléctrica desorganizada do cérebro, que podem conduzir a múltiplas alucinações. A existência de neurotransmissores no cérebro, em especial as endorfinas ou outros opióides endógenos que são libertados numa situação de stress, tal como a de morte iminente, podem conduzir ao alívio da dor e a uma sensação de bem-estar.
Num modelo mais abrangente, sugere-se que um agente endógeno do tipo neuroprotector idêntico à quetamina pode ser libertado, provocando a sensação de se estar fora do corpo e estar a atravessar um túnel escuro em direcção a uma luz radiosa ou fazer com que o indivíduo se acredite que está a comunicar com pessoas falecidas e até com o seu Deus.
Existem outras explicações sobre as EQMs.
Mas existe um fenómeno que confunde os cientistas:
A experiência fora do corpo (EFC); a consciência separa-se do corpo físico.
Aquilo que os indivíduos vêem e ouvem no estado de fora do corpo (EFC) é, em geral real e, em muitos casos, a própria pessoa ou outras comprovam a sua realidade.
O que sabemos é que muitos mecanismos de redes cerebrais complexas, que podem ter uma eventual relação com as Experiências de Quase Morte, ainda não foram cientificamente elucidados e não sabemos quando e se o virão a ser.
Depois de analisar os questionários de pessoas do mundo inteiro, Long fez um grande esforço para demonstrar cientificamente nas suas proposições a evidência da Vida Depois Da Morte. No entanto, no seu livro, há algo que falta. As menções às várias divindades e às várias religiões dos inquiridos. Certamente, muitos deles, terão referido visões dos seus deuses e santos. Em toda a obra, julgo que apenas se refere por uma única vez à visão de Jesus por um dos inquiridos.
Existem trabalhos que se dedicaram a comparar relatos de EQM de pessoas de diferentes culturas e religiões, sugerindo que as crenças individuais têm inegável influência no tipo de experiência que uma pessoa relatará, o que não é totalmente confirmado pelo trabalho de Long.
Este tema, no meu entender e segundo a minha intuição, manter-se-á quando muito no domínio da mística e da parapsicologia, acabando por escapar à investigação científica, pelo menos num ou dois dos seus aspectos essenciais.
Raramente vejo televisão. Raramente ouvi o Simas, que é uma espécie de ídolo do povo e do coronavírus, povo que é soberano nas audiências que gera na comunicação social, principalmente nas televisões.
No entanto, depois de ponderar melhor, e apesar do dito Simas dever ser confrontado com todas as suas contradições, fake news e ambição, decidi retirar o artigo:
1 – Na realidade, não tenho nada contra o moço;
2 – Sendo o artigo contundente, poderia parecer aos portugueses, que não gosto do Simas. Em termos estritamente pessoais não gosto nem desgosto: é-me indiferente;
3 - A pandemia de oportunidades não é o lugar próprio para comentadores sem poder decisório serem confrontados, principalmente quando se vive no meio de um povo acrítico e embrutecido, incapaz de distinguir factos de argumentos. É notório que qualquer crítica, por muito bem fundamentada que esteja, não produzirá quaisquer efeitos, mesmo no espaço mediático de jornais e televisões, que não o irão “censurar”;
4 – Por outro lado, sendo a maior parte dos meus leitores brasileiros, não se irão preocupar com as idiotices infantis de um português. Têm com que se preocupar – e muito – na sua terra.
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Se o conhecesse, creiam, ter-lhe-ia dado gratuitamente dois conselhos, antes que ele tivesse feito tão triste figura:
- Um homem em bicos de pé, tal bailarina, só consegue suportar o peso do corpo por escassos minutos, enquanto, que assente nos dois pés, se saudável, consegue atingir no mínimo 72 horas, apesar do esforço;
- A maioria dos que querem subir rapidamente na vida, descem tão baixo ou mais dos que criticam, acabando por chafurdar na lama.
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Não pensem que nutro alguma animosidade contra o moço, não obstante tenha tido um comportamento infantilmente desprezível, até porque como já disse não tem poder decisório, nem me parece que influencie os decisores, desejando-lhe as maiores felicidades na carreira publicitária e política.
Quando muito, poderá influenciar o “povo” que o ouve.
Eu sei que sim, sei que a falta de vergonha é uma característica da sociedade portuguesa.
Que as audiências exigem "quem saltite mais do que esquilo e de galho em galho seja artista".
A vida continua e “o povo tem o que merece”.
Um poema do saudoso Vasco Graça Moura, que é de todo aplicável aos tempos actuais.