MEDICAÇÃO
HOMEOPÁTICA – COVID-19
Neste sítio, desde o dia
30 de Janeiro, em vários artigos, já dissemos tudo o que havia para dizer
quanto à pandemia, incompetência, contradições e mentiras de políticos e
autoridades de saúde. Não nos vamos repetir.
A situação vai-se agravar.
Vão existir “reacendimentos” de surtos e novas vagas. As consequências de uma
gestão inepta dos decisores irá ter consequências devastadoras.
As populações mais pobres
serão, como sempre, as mais afectadas.
Mesmo que considerem a
homeopatia placebo, porque não recorrer à mesma? É ou não eficaz em certos casos?
Pelo menos não matará como
inúmeros protocolos alopatas ministrados quase que aleatoriamente – basta lembrar a discussão que envolve a
hidroxicloroquina.
1
-
Para a PREVENÇÃO do Covid-19, em
casos normais, fazer -
ARSENICUM ALBUM, 200 CH, 3
gotas duas vezes por dia, dois dias por semana, e
JUSTICIA ADHATODA, 30 CH,
3 gotas diárias.
2
- PREVENÇÃO em casos com grande exposição ao vírus,
nomeadamente pessoal de saúde, cuidadores, zonas de surtos críticos –
ARSENICUM ALBUM, 200 CH, 3
gotas diárias, e
JUSTICIA ADHATODA, 30 CH,
3 gotas diárias.
3
-
Para estimular o SITEMA IMUNITÁRIO -
HYDRASTIS 200 CH, 5 gotas
duas vezes por dia e
ECHINACEA 5 CH, 3 gotas de 3 a 5 vezes ao dia.
4
– Para
o ESGOTAMENTO FÍSICO E PSÍQUICO -
ALFALFA D1, 3 gotas de 3 a
6 vezes ao dia;
AVENA SATIVA D1, 3 gotas
de 3 a 6 vezes ao dia.
A ALFALFA é um
medicamento fortificante e estimulante.
Consagrado na astenia
física e psíquica, tal como a AVENA.
Remineralizante. Deficit de vitaminas e de cálcio.
A AVENA SATIVA age
na fadiga. Astenia e insónia. Ansiedade.
É interessante realçar o
seu efeito tónico e simultaneamente sedativo – de manhã tonifica e à noite favorece o sono.
5
– Na PNEUMONIA -
CHELIDONIUM 3 CH, 2 gotas
de 3 em 3 horas, alternando com HEPAR SULFUR 6 CH, 5 gotas de 3 em 3 horas.
ARSENICUM ALBUM 6 CH, 3
gotas 5 vezes por dia.
PHOSPHORUS 30 CH, 5 gotas
duas vezes por dia.
Numa pneumonia resistente, ou seja, de difícil resolução, pensar em MERCURIUS
12 DH.
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ADMINISTRAÇÃO
Os medicamentos podem ser
ministrados como indicado supra ou preferencialmente pelo MÉTODO PLUS –
MÉTODO PLUS – HOMEOPATIA – EFEITOS COLATERAIS
O procedimento tem as suas raízes na doutrina
hahnemanniana e na sua abordagem das potências cinquenta milesimais (LM), processo que foi adoptado por alguns discípulos de Hahnemann.
O método Plus
é um dos mais eficazes na prática homeopática.
Também obvia a que específicos efeitos adversos possam
eventualmente ocorrer em alguns pacientes, muito especialmente nos sensíveis, para além de permitir uma
poupança financeira substancial.
Consiste em dissolver dois grânulos ou gotas, número
que poderá ser modificado em função das necessidades clínicas (2 a 6), em meio
copo de água com tampa, com um máximo de 100 ml.
O paciente deve tomar uma colher de chá, agitando o
líquido pelo menos 10X antes de cada toma, em conformidade com a gravidade dos
sintomas.
Exemplificando:
Nas doenças agudas –
uma colher de chá de dez em dez ou de 15 em 15
minutos.
Nas doenças com sintomas medianamente intensos –
uma colher de chá de 30 em 30 minutos ou de hora em
hora.
Nas doenças com sintomas pouco intensos –
uma colher de chá de 2 em 2 ou de 3 em 3 horas.
Nas doenças crónicas o paciente deverá observar
as melhorias e agir em conformidade com a situação clínica – ex. de 3 a 8 ou mais colheres de chá
diárias.
Em todos os casos mencionados devem espaçar-se as
tomas em função das melhorias, especialmente nos crónicos, para não
sobrecarregar o organismo com a medicação.
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MULTIPLICAÇÃO DOS MEDICAMENTOS – MÉTODO EXPEDITO
Por uma questão económica,
e para que se possam ministrar os medicamentos mencionados a um grande número
de indivíduos, podemos proceder à sua multiplicação, aumentando as potências
num, dois ou mais expoentes, sem que isso diminua significativamente o seu
efeito terapêutico.
1 – Adquirindo frascos com
30 ml (podem ser de 60 ml, havendo nesse caso que corrigir as proporções
indicadas), retiramos 8 gotas do frasco da farmácia, que retém o medicamento na
potência adquirida.
2 – Vertemos num outro
frasco, de maior capacidade (50 ou 60 ml) que nomeamos novo frasco-medicamento,
previamente lavado, as oito gotas numa solução alcoólica de 20 ou 30%.
O novo frasco tem de ter
uma capacidade maior – pelo menos 1/3 terá de ficar sem líquido – para que se
possa realizar o procedimento enunciado no número seguinte.
3 - Agitamos 100X o soluto
do frasco citado em 2.
Obtemos deste modo uma
nova potência – a inicial acrescida de 1 (ex. uma 200 que passa a 201 CH).
4 – E assim sucessivamente
Nas potências baixas
evitar mais do que 3 diluições. Nas altas potências pode este número ser
largamente ultrapassado.
Referimo-nos às diluições
centesimais de Hahnemann – 1 para 100.
Se forem diluições
decimais (de Hering) teremos de manipular o medicamento respeitando a
proporcionalidade – 1 para 10.
José Maria Alves