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ARTE

segunda-feira, 24 de maio de 2021

VACINAS COVID-19 – INDÚSTRIA FARMACÊUTICA - CONTRADIÇÕES - UMA VERDADEIRA "BALBÚRDIA" E MENTIRAS


VACINAS COVID-19 – INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

CONTRADIÇÕES - UMA VERDADEIRA "BALBÚRDIA" E FALSIDADES SOBRE FALSIDADES




Nunca assistimos a uma desorganização na indústria farmacêutica, como a que temos vindo a assistir nos últimos tempos com as vacinas Covid-19.

São sempre seguras e eficazes – quem disser o contrário ou questione tal asserção é qualificado como parte activa nas múltiplas teorias da conspiração e como alguém que propala notícias falsas, que são prontamente censuradas, quer nos meios de comunicação social quer nas redes sociais.

Mesmo grandes especialistas mundiais, que não são anti-vacinação – bem pelo contrário -, mas antes críticos de todo um processo atabalhoado de criação de vacinas profiláticas, duvidosas quanto à sua eficácia e segurança, são censurados e vilipendiados pelo poder instituído, nomeadamente:


Geert Vanden Bossche


Steve Hotsy


Sucharit Bhakdi



Mas a realidade, é que todos os dias vicejam contradições sobre contradições, na eficácia, na idade dos vacinados, nos efeitos colaterais, nas mortes, na responsabilidade por eventuais danos, sempre com a ressalva do famoso nexo de causalidade, que atribui quase sempre ao vacinado a causa da enfermidade que apresentar, seja ou não consequência da vacina – vacinose.

Veja-se o caso das Seychelles que depois de terem toda a população elegível vacinada se viram obrigadas a um confinamento similar ao de Janeiro.

Os estudos realizados no Brasil que vieram apontar no sentido de que a eficácia da vacina contra a covid-19, Coronavac, tem menor eficácia a partir dos 70 anos e atinge um patamar mínimo, de 28%, em pessoas com 80 anos ou mais.

Vacina que teve uma eficácia média de 42% contra a covid-19, no cenário de mundo real, ou seja, em relação à protecção da vacina quando esta é aplicada em massa na população e fora do ambiente controlado de um teste clínico.

Vacinas que irão continuar a ser ministradas numa terceira, quarta, quinta e sabemos lá em quantas mais doses.

Vacina que não é verdadeiramente uma vacina na sua  definição estrictamente científica e cujas cobaias são os seres humanos, com consequências imprevisíveis.


E tantas outras situações análogas, a maior parte muito bem ocultada ou dolosamente desvalorizada - algumas delas já tratadas por nós em artigos anteriores.

Um "negócio da China" que alimenta faustosamente as farmacêuticas ocidentais, muito, mas muito mais rentável do que as pobres vacinas da gripe.


***


Como escreveu no ano de 2005, Richard Robinson, na Lei de Todas as Coisas, doutrina que pode ser aplicada às mencionadas vacinas, pesquisa a mais tenderá a garantir a teoria que se pretende demonstrar. Tal também acontece quando a pesquisa é escassa e são realizados estudos sobre estudos, posteriormente a uma deficiente pesquisa inicial, que garantem ou dizem garantir cientificamente a segurança e eficácia de um determinado medicamento.

Ou seja: “Isto é especialmente verdade para a indústria farmacêutica, que investe muito em testes para aferir a validade de cada novo suplemento dietético ou anti-depressivo – ou qualquer outro medicamento ou vacina – que deseja comercializar.

Muitos dos testes não são publicados pelas empresas. Dos que o são, um número significativo é favorável. E como acaba por acontecer, sim, os testes desfavoráveis são firme e cuidadosamente abafados.


- Veja-se  

NEWSCIENTIST

THE WHOLE TRUTH


A empresa de pesquisa está envolvida na causa e efeito. A causa é o medicamento, o efeito deverá ser um paciente em recuperação – ou que pretende prevenir determinada patologia. Se tal não acontecer, o paciente é que está ‘errado’ e não o medicamento. Os testes continuam até que um paciente recupere por ter tomado aquele medicamento, e então sim, a empresa corre para as impressoras.” 

(pág. 60 da mencionada obra)


Os especialistas a soldo do poder instituído falam com uma determinação inabalável em ciência onde apenas vejo balbúrdia e mentira.


O tempo encarregar-se-á de retirar a venda que foi implantada nos olhos do povo. 


***


 Veja-se o artigo

HOMEOPATIA E COVID-19 – PREVENÇÃO E TRATAMENTO

E os restantes artigos citados no fim do mencionado artigo.





***



José Maria Alves

https://homeoesp.blogspot.com/

https://homeoesp.org/


2 comentários:

JOSÉ MARIA ALVES disse...

PANDEMIA E ÓNUS DA PROVA


Certo. Todos nós já entendemos. Inverteram-se as regras do ónus da prova.
Tratando-se de catedráticos, médicos, virologistas, especialistas e comentadores do sistema, o ónus da prova recai sobre quem os questiona ou sobre quem apresenta argumentações incómodas, como convém ao poder instituído. E estes são censurados nas redes sociais, nas televisões, nos jornais, até na vida social.
Mas precisamos de compreender que o ónus da prova recai sobre aqueles que afirmam que alguma coisa ou processo existe.
Não é isso que tem acontecido nesta pandemia. Os que têm “palco” e os favores do poder não necessitam de provar nada do que dizem. As vacinas são eficazes e seguras porque são; e são porque são, porque a ciência são eles e a ciência o diz. Se alguém tentar demonstrar que o não são, por dedução lógica estribada nos conhecimentos científicos actuais, pertence ao grupo dos “excomungados anti-vacinação”.
E quando se quer destruir a argumentação de algum especialista incómodo, basta chamar às televisões um qualquer “artista” que se limita a dizer da sua cátedra de barro, que se trata de uma notícia falsa.

Assim não.
É como se eu afirmasse que todos os dias pela manhã sou visitado por uma bela extraterrestre, de uma beleza luminosa sem igual, de uma galáxia que dista da nossa 5 milhões de anos-luz, que me arruma a casa, me conforta e consola e depois sai deixando-me na paz da realização.
Provem-me o contrário, estultos.

JOSÉ MARIA ALVES disse...

A VACINA NÃO SUBSTITUI O USO DA MÁSCARA

Resultados de um estudo norte-americano alteram o conceito de transmissibilidade. “Vacina é muito importante”, mas “não substitui o uso de máscara: é das medidas que mais protege".
Quem tenha sido vacinado contra a covid-19 pode não ficar doente, mas transporta e transmite o vírus, conclui um estudo realizado pela Universidade do Massachusetts, citado pelo “Diário de Notícias”. O trabalho demonstra que a carga viral de uma pessoa vacinada mas que tenha contraído a doença é idêntica à de uma não vacinada. Alguns estados norte-americanos voltaram a instituir a obrigatoriedade do uso de máscara.
O imunologista Manuel Santos Rosa, professor catedrático da Faculdade de Medicina de Coimbra, considera que estas conclusões vêm "lançar novos desafios”. "Este dado vem mudar muita coisa, sobretudo o conceito de transmissibilidade. A vacinação é muito importante, mas antes pensava-se que a carga viral de um vacinado era reduzida, não permitindo a transmissão. Mas pelos vistos não é assim.”

Como temos vindo a alertar, os vacinados e os não vacinados devem continuar a comportar-se como se estivéssemos no auge da pandemia.

Pensavam, mas pensavam mal, porque não pensavam, nem sabem pensar…