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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

CABRAL DO NASCIMENTO (1897-1978) - ADEUS



Manhãs serenas, pálidos
Dias sem sol, enevoados céus,
Opacas noites de perfumes cálidos,
Vejo tudo isso e digo adeus.

Frutos doirados, flores de estuante viço,
Rochas, praias, ilhéus,
Ondas do mar azul... Vejo tudo isso
E digo adeus.

Que importa que este fosse o meu desejo,
Se o envolveu a sombra de pesados véus?
A vida existe para os outros. Vejo
Tudo isso, e digo adeus.

E porque é tarde, e estou cansado, sigo
A estrada do regresso; e quando volvo os meus
Olhos, além, vejo tudo isso e digo:
Adeus!

4 comentários:

Anónimo disse...

porque dizer adeus se voce e eterno? porque falar? deus e fiel e sempre era.

Anónimo disse...

deus e fiel, porque falar tanto o nome de deus? deus existe ne voce e em todos os seres vivos. e sempre existira no universo. deus se move deus, nao tem palavras, para eu qualificar

Anónimo disse...

muito bom eu participar e deixar que voces deixe eu falar sobre o que eu penso. e muito singelo, mas e muito bom falar sobre aquilo que eu penso. falar de deus

José Maria Alves disse...

Boa tarde Amigo

Disponha desde blogue para expôr as suas ideias, sempre que assim o entenda.

Um grande abraço.

Zé Maria Alves