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OS TRATAMENTOS SUGERIDOS NÃO DISPENSAM A INTERVENÇÃO DE TERAPEUTA OU MÉDICO ASSISTENTE.

ARTE

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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

NOVO REPERTÓRIO CLÍNICO HOMEOPÁTICO - INTRODUÇÃO






No mês de Maio de 2008, editámos no nosso site pessoal, http://www.homeoesp.org/um Repertório Homeopático Clínico estruturado por patologias.

Aí escrevemos a título introdutório:
“Um repertório homeopático é em essência uma compilação de determinados elementos, dispostos de modo – normalmente alfabético e por capítulos com especificidades próprias – a que possam ser localizados com a facilidade possível.
O Repertório Homeopático “é um índice de sintomas colectados a partir de registos toxicológicos, experimentações em indivíduos sãos e curas na prática clínica, que são reproduzidos e artisticamente arranjados de uma forma prática, auxiliando-nos a encontrar o sintoma requerido conjuntamente ao medicamento ou grupo deles, os quais são citados em diferentes graus, com o intuito final de facilitar a rápida selecção do "simillimum".
Estão neste caso, os Repertórios de Boenninghausen, de Kent, Barthel, Kunzli, Aldo Farias Dias, Favilla, Ariovaldo, entre muitos outros – vejam-se no site o Repertório Prático de Sintomas Homeopáticos e o Repertório Prático de Sintomas Gerais Homeopáticos.

No entanto, cedo surgiram os denominados Repertórios Clínicos, os mais criticáveis na perspectiva hahnemanniana, por prosseguirem de forma simplista a escolha do medicamento, associando determinados medicamentos a certas patologias – independentemente das críticas que lhes são assacadas, deveremos destacar pela perfeição possível, os de Boericke e de Clarke.

Num repertório clínico, de características gerais, como o que a seguir se apresenta – que mais se assemelha a um índice terapêutico –, os medicamentos devem estar descritos, em conformidade com a experiência e uso, em função dos que mais podem convir ao tratamento das patologias enunciadas.
Este tipo de repertórios, para poderem ter uma eficácia maximizada, devem ser reportados a matérias médicas específicas. No nosso caso, optámos essencialmente por duas obras consagradas, bastas vezes utilizadas pelos práticos: Tratado de Matéria Médica Homeopática, de Vannier e Poirier e a Matéria Médica de William Boericke. Pontualmente, recorremos ao Dictionary of Practical Materia Medica de Clarke.

Um Repertório Clínico, ainda que abreviado, pode constituir-se como um precioso auxiliar para os que se iniciam na arte de curar homeopática – aqui, não podemos deixar de aconselhar a utilização do Receituário HomeopáticoAs doenças, seus sintomas e as receitas da medicina homeopática, de John H. Clarke, Editorial Martins Fontes. No entanto, nada pode substituir a utilização do repertório homeopático na sua formulação kentiana, sugerindo à matéria médica a decisão do simillimum do paciente, como consequência da enumeração da totalidade sintomática.
Os remédios indicados em cada uma das rubricas, só irão agir no enfermo se houver uma correspondência senão perfeita, pelo menos de imperfeição relativa, entre a sua patogenesia e o quadro clínico e características específicas deste. A escolha do medicamento pressupõe a leitura das matérias médicas supramencionadas, para que o terapeuta atinja a similitude possível.
O estudo da maior parte dos remédios enunciados nas rubricas – para efeitos de diagnóstico diferencial – pode ser realizado neste site http://www.homeoesp.org/
(...)

Que o auxílio, bastas vezes precioso de um Repertório Clínico ou de um Índice Terapêutico, principalmente para os iniciados, não se transforme por indolência num instrumento de erro e negligência.”





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Posteriormente, fui aditando ao dito Repertório Clínico, novos itens e especificando tratamentos segundo os princípios das Escolas Pluralista e Complexista.
Consciente das dificuldades inerentes à aplicação de uma Homeopatia Unicista, editei no blogue www.josemariaalves.blogspot.com um conjunto de pequenos artigos pertinentes ao tratamento homeopático de determinadas enfermidades.


Aí, no artigo TRATAMENTO HOMEOPÁTICO II, escrevemos:

“Neste blogue, foram incluídos um conjunto de pequenos artigos atinentes ao tratamento homeopático de determinadas patologias e, nalguns casos, de sintomas.
Os medicamentos descritos em cada um dos artigos, sem menção de sintomatologia específica, sendo os potencialmente aplicáveis ao quadro clínico dos enfermos, impõem a análise das suas patogenesias, com recurso às Matérias Médicas.

Iniciamos agora, a edição de um conjunto de novos artigos, que surgirão em função dos estudos que possuímos e, que nos irão sendo disponibilizados, quer por via de pesquisa própria quer pela de autores com quem confrontamos opiniões. Não têm por tal motivo, uma ordenação lógica, podendo surgir várias “fichas” referentes à mesma patologia. Este facto, aconselha a utilização do pesquisador do blogue.

Iremos privilegiar indicações clínicas e protocolos terapêuticos de homeopatas consagrados, nomeadamente, Banerji, Boericke, Jonh H. Clarke, Levrat, Pigeot, Setiey, Tetau, Vannier, Poirier, Zimmermann, e de alguns por nós já utilizados e clinicamente comprovados.

Tal como nos artigos inicialmente editados, não daremos a definição das enfermidades, porquanto a experiência nos ensina, que a pesquisa é efectuada por quem já se encontra devidamente informado quanto aos sintomas, sinais e outras peculiaridades fisiopatológicas daquelas.

A oncologiaidentificada genericamente como cancro nas etiquetas do blogue, abarcando também situações limite -, terá de imediato a nossa atenção, o que é perfeitamente compreensível. O mesmo se diga de patologias a que a medicina alopática não dá uma resposta satisfatória.
Nestes casos, conseguindo-se a cura ou uma estabilização da enfermidade, o tratamento deve ser continuado por dois ou três meses, reduzindo-se as doses progressivamente nos seis meses seguintes.
Pode ser necessário prolongar o tratamento por mais um ano – para evitar recaídas -, com diminuição substancial das doses.
Em bom rigor, inexistem normas rígidas e cada quadro clínico deve ser objecto de ponderada avaliação – princípio que vale para todas as patologias.
Atente-se que o tratamento não se limita ao tumor primário, estendendo-se obviamente às metástases.

Se por um lado, a nossa formação é Unicista, por outro, estamos conscientes, que na prática, deve o terapeuta dispor – ou o próprio enfermo – de um índice seguro, apesar de facilitado, que seja susceptível de promover o alívio ou a cura dos males dos seus pacientes ou de si mesmo.
Parecer-vos-á estranho, que um homeopata unicista, opte por divulgar protocolos de tratamento ou indique tal receita culinária, um determinado medicamento para uma determinada enfermidade. No entanto, o fundamentalismo não é uma virtude e, a nossa desesperada tentativa de salvar o nosso amigo de quatro patas, “João Pestinha” – talvez, algum dia em que me encontre depressivo e saudoso, narre a história clínica de uma recuperação julgada impossível -, encaminhou-nos por tal trilho. Tal caminho, ainda que sinuoso e incerto, pode conduzir à minimização ou extinção dos padecimentos de milhões de seres sem recurso a um estudo conscencioso da similitude – que se constitui como a prática homeopática de referência.
Assim, que a experiência clínica de homeopatas de renome vos seja útil.


A prescrição em decimais de Hering (DH), segue o quadro que divide os medicamentos em constitucionais, para determinados sistemas, e organotrópicossinónimo de pequenos medicamentos.
Em organoterapia, são utilizadas as baixas potências – v.g. 4 DH –, na sistemotropia, as médias – v.g. 12 a 15 DH – e as potências altas – v.g. 30 DH – na terapêutica constitucional.
Os medicamentos com potência entre 4 DH e 8 DH, têm acção estimulante.
Os de 12 a 15 DH, têm uma acção enzimática no sentido da inibição e da estimulação.
De 20 a 30 DH, têm acção informativa.
As tomas podem ser estabelecidas em consonância com o esquema seguinte:
- 1 DH a 8 DH – várias vezes ao dia;
- 12 DH a 15 DH – uma vez por dia, preferencialmente à noite;
- 30 DH – de 3 em 3 dias;
- potências superiores – 1 vez por semana, 1 vez por mês...
O número de gotas ou de grânulos pode variar de 3 a 5 – aqui vai valer a experiência do homeopata.


Na perspectiva da escola francesa, que recorre às centesimais hahnemanianas, em casos agudosdomínio orgânico ou lesional –, recorre-se a baixas diluições (5 CH); nos quadros subagudosdomínio funcional – a diluições médias (5 a 9 CH); e nos casos crónicosmuito especialmente na esfera mental – empregam-se as altas diluições (superiores a 9 CH, muito em especial, a 30 e a 200 CH).
O iniciado na arte de curar homeopática, deve começar por ministrar doses baixas, ou médias, aumentando-as gradualmente em função do acumular da experiência clínica. Deve também estar atento ao facto de que a repetição continuada de uma substância pode gerar uma doença medicamentosa grave – iatrogénica –, cuja única possibilidade de cura ou minimização sintomática é o recurso a substâncias antídotas
Aconselhamos o iniciado na prática homeopática, a começar com baixas diluições, aumentando-as progressivamente.
Assim, encontrado o simillimum ou o medicamento mais apropriado, o tratamento pode iniciar-se com uma dose de 6 CH – a menos propensa a agravamentos, segundo certos autores –, aumentada progressivamente logo que o seu efeito termine, para 12 CH, 15 CH e 30 CH.
Os medicamentos podem apresentar-se sob a forma de gotas, grânulos ou glóbulos.
Os grânulos são ministrados sublingualmente, em regra, três, um quarto de hora antes ou meia hora depois das refeições.

Segundo o grau de dinamização-diluição, o pluralismo preconiza em regra:

- Se em 5 CH, duas, três ou mais vezes por dia;
- Se em 7 CH, três grânulos uma vez por dia;
- Se em 30 CH, três grânulos em dois ou três dias alternados.

A dose de glóbulos – existente no mercado com tal denominação – pode ser substituída por 15 grânulos tomados de uma só vez:

- Se em 15 CH, uma vez por semana.
- Se em 30 CH, uma vez por mês.

As gotas são vertidas sublingualmente, ou dissolvidas em água pura – 1 gota por colher de água.
Todos estes valores veiculados pela escola pluralista são meramente indicativos – atente-se que diversos práticos têm desenvolvido novas regras de posologia, realçando-se os protocolos Banerji.


Nos protocolos, o paciente tem a sua tarefa facilitada, não obstante possa ter necessidade de fazer alguns ajustes, quer na dose quer na frequência com que esta é repetida.
Nos remédios individualmente considerados, terá de ser feito um diagnóstico diferencial, de molde a que seja encontrado o medicamento que mais se assemelhe ao quadro clínico do paciente.
Quando o remédio encontrado tenha correspondência com o caso clínico, a diluição, dose e frequência de repetição, são meramente indicativas, havendo que as ajustar em função da reacção, melhoria ou agravação do enfermo, existindo um conjunto de situações que impõem uma reavaliação daquele.
Aqui, é de fundamental importância o conhecimento, quer da patogenesia dos medicamentos quer dos princípios que enformam a arte de curar homeopática.
Alguns dos medicamentos têm a indicação da diluição, devendo seguir-se as regras supra, para efeitos de tratamento no que às doses e sua frequência respeita – v.g. 5 ou 6 CH e 4 ou 8 DH, 3 gotas 3 ou mais vezes por dia, espaçando-se em função da melhoria ou reavaliando-se o caso na ausência desta.
Nos protocolos e nalguns dos medicamentos individualmente considerados, poderá ser aconselhável, em certos casos, reduzir o número de gotas, nomeadamente de 5 para 3 ou de 3 para 2. Só a avaliação e reavaliação dos casos clínicos se poderá constituir como referência terapêutica.
Se o tratamento for administrado na forma de gotas, o frasco deve ser agitado vigorosamente dez vezes a cada nova toma.
Nos tratamentos de longo prazo, deve suspender-se a medicação um dia por semana.


O estudo da maior parte dos remédios enunciados nos artigos – para efeitos de diagnóstico diferencial – pode como ficou dito, ser realizado no site
http://www.homeoesp.org/
em:
ARTIGOS » HOMEOPATIA » MATÉRIA MÉDICA DOS PRINCIPAIS MEDICAMENTOS,
e,
LIVROS ONLINE » MATÉRIA MÉDICA DOS PRINCIPAIS MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS I e II

Aconselha-se também a leitura dos artigos de Introdução à Homeopatia e a versão resumida do “Organon”, de Hahnemann.”





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A procura dos artigos no blogue e o sucesso de milhares de prescrições, incitou-nos para uma maior facilidade de pesquisa, a organizar os artigos já editados numa única ETIQUETA, organizada alfabeticamente, permitindo assim uma consulta facilitada – referimo-nos aqui ao dito blogue http://www.josemariaalves.blogspot.com/

Esta edição, permitiu outrossim, a sua actualização, bem como uma descrição de acção, ainda que parcial, dos medicamentos indicados no repertório original – faça-se a comparação com o Repertório Clínico constante do mencionado site.

Por outro lado, nalgumas patologias, fizemos acrescer as possibilidades terapêuticas de um protocolo com tratamento oral, segundo as indicações da Heel – Ordinatio Antihomotoxica et Materia medica – Tratado Prático de Terapia Antihomotóxica.
Atente-se que, para uma plena eficácia dos resultados, poderá ao tratamento protocolar oral, acrescer um tratamento complementar, com medicamentos específicos da similitude possível ou idóneos à desmobilização de eventuais “barreiras”, nomeadamente com recurso às indicações do mencionado tratado prático.

Torna-se óbvio, pela sua análise, que o presente repertório carece quer de uma ampliação quer de uma sistematização mais eficiente e de tal omissão nos penitenciamos.




Os principais medicamentos homeopáticos, cerca de duas centenas – com os quais conseguimos resolver praticamente todos os casos clínicos -, têm as suas patogenesias, ainda que um tanto sumariamente, ou seja, com a descrição de todos os seus sintomas fundamentais, editadas no nosso blogue (ver infra) – utilize o pesquisador do blogue no canto superior esquerdo.

No entanto, temos por vezes de recorrer a pequenos medicamentos e a outros, cujas patogenesias foram estabelecidas recentemente. E é de todo compreensível, que quer os terapeutas quer os próprios enfermos sintam curiosidade em conhecer os efeitos medicamentosos das múltiplas substâncias utilizadas na prática médica homeopática.
São esses, que se encontram enunciados no artigo MATÉRIA MÉDICA HOMEOPÁTICA – MEDICAMENTOS ONLINE
do nosso blogue
www.josemariaalves.blogspot.com


Para encontrar algumas das suas patogenesias na net, em português e inglês,
http://www.homeoesp.org/

Poderá ainda utilizar o pesquisador específico (Google) deste nosso site pessoal, que o remeterá para uma página de homeopatia onde eventualmente podem existir referências ao medicamento pesquisado.

Para consultar as patogenesias em língua espanhola »
http://www.homeopatiageneral.com/





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Este Novo Repertório, substitui o Repertório Clínico por Patologias, editado no site em 2008 e actualizado no blogue em 2009.

FEVEREIRO DE 201O

JOSÉ MARIA ALVES
http://www.homeoesp.org/
http://www.josemariaalves.blogspot.com/

9 comentários:

Lucia disse...

Tenho acompanhado vosso blog, onde tenho aprendido bastante acerca da homeopatia, pelo qual sou muito grata. Tenho duas duvidas, se puder responder, agradeço:

Gostaria de saber se há alguma contra-indicacao na utilizacao concomitante da homeopatia e florais de bach.

Existe algum medicamento homeopático indicado para individuos de dentes frágeis, sensíveis, que desgastam-se facilmente, perdendo substancia e aparecendo a polpa (ponto vermelho no dente)?

Abraços fraternos.

José Maria Alves disse...

Boa noite Lucia

Não há qualquer inconveniente em utilizar as duas terapêuticas conjuntamente.

Os bordos dos dentes ficam enegrecidos? Têm tendência a desfazer-se? Sensibilidade ao menor toque?

Dentes descorados,cor cinza, ocos?

Cariam facilmente com as pontas quebradas?

Poderá tratar-se de um caso de desmineralização?

Abraço

Zé Maria Alves

Lucia disse...

Olá Zé Maria,

Na verdade os dentes continuam com a coloração normal, trata-se apenas do desgaste, é como se as pontas se 'desfizessem' mesmo. nem sempre possui sensibilidade, não consegue determinar.

O indivíduo que está apresentando esse quadro sempre teve, mas parece que está agravando. Detalhe: atualmente está em tratamento com Pulsatilla nigricans 30CH, há 15 dias (medicamento de fundo).

Dentes ocos, com as pontas como se estivessem um pouco 'transparentes' podem ser desmineralização, não é isso? E no caso de pontas enegrecidas, poderia ser necrose pulpar? A homeopatia poderia ajudar de alguma forma (localizada), seria preciso encontrar o medicamento de fundo? Agradeço o que o amigo puder dizer a respeito.

Bem-haja!

José Maria Alves disse...

Boa noite Lucia

Tem a sensação de luxação nos dentes?

Zé Maria Alves

Lucia disse...

Olá Zé Maria,

Não há a sensação de luxação nos dentes.

O amigo trabalha com florais de bach? Gostaria de fazer uma pergunta a respeito: uma pessoa que trata-se com homeopatia e florais em conjunto pode tomar os dois ao mesmo tempo? Exemplo: uma pessoa que toma um complexo homeopático 4 vezes ao dia e floral também 4 vezes ao dia poderia tomar os dois no mesmo horário, para facilitar a toma? Grata. Boa noite.

José Maria Alves disse...

Bom dia Lucia

1 - Para as cáries »
SILICEA 5 CH, ^3 gotas duas vezes por dia - podem ser grânulos.
Não há qualquer inconveniente em ser ministrada com a Pulsatilla, já que nem são inimigos nem se antidotam.
Se o paciente não tiver quaisquer próteses, mimistre a Silicea. Se tiver, aguarde até me informar.

2 - Pode tomar os Florais com o medicamento homeopático. Inexistem incompatibilidades.

Um abraço

Zé Maria Alves

Lucia disse...

Zé Maria,

O paciente não possui próteses. Grata pela indicação da Silicea.

Abraços e continue com vosso trabalho, estarei sempre por aqui acompanhando vosso blog!

Tenho uma sugestão: caso o amigo possua tanto conhecimento e experiencia com os florais quanto com a homeopatia, poderia criar um blog, imagino que deva dar bastante trabalho, mas tenho certeza que ajudaria muitas pessoas.

Abraços fraternos!

Anónimo disse...

ola,obrigado pelo seu blogg.dr.vi a postagem indicando um tratamento p/peyronie,pois estou tratando a 2 anos com cochicina(s/maiores resultados).posso usar a seu 1ºe o 2ºtratamento a thuyae o STaPHY sagria,ou sr me indicaria outro tratamento p essa doença?desde ja muito obrigado pela sua ajuda!!!!

José Maria Alves disse...

Boa noite Amigo

Faça o tratamento conforme consta do artigo, ou seja, comece pela THUYA.

Um abraço e as melhoras.

Zé Maria Alves